
Por Beto Vasques | 28/05/2026
Visita à Casa Branca tentou virar a pauta do caso Vorcaro, mas acabou reforçando a imagem de improviso e fragilidade política.
Parte relevante do noticiário e do debate público digital dessa semana girou em torno da foto de Flávio Bolsonaro na Casa Branca. Digo foto porque, até aqui, foi ela, mais do que qualquer conteúdo político, diplomático ou programático, que organizou a repercussão da visita express do pré-candidato do PL a Donald Trump.
A cena parecia desenhada para produzir grandeza. Gerou, no entanto, constrangimento.
Segundo o noticiário internacional, Flávio esteve no Salão Oval acompanhado dos encrencados com a Justiça brasileira, Eduardo Bolsonaro, seu irmão, e do influenciador digital Paulo Figueiredo, neto do último ditador e Sancho Panza de todas as horas de Eduardo.
A visita express ocorreu em meio à crise provocada pelo caso Flávio-Vorcaro, que atingiu em cheio a candidatura do senador e obrigou sua campanha a tentar desesperadamente buscar uma saída para girar a pauta política nacional. A ideia brilhante foi a busca atabalhoada e extemporânea de uma foto ao lado de Trump.
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