Quem domina as redes domina as narrativas? - 24/10/2026 - Política - Folha
A juventude, que parecia barreira para a esquerda no primeiro turno, se converteu em plataforma
Meta, canais do WhatsApp e o TSE na reta final
O fim da 6x1 para valer
O canal “Tropa do Flávio”, ligado à campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, publicou em média mais de duas mensagens falsas
Sleeping Giants Brasil on Instagram
TOMANDO UMA com BETO VASQUES (PROFESSOR DE COMUNICAÇÃO POLÍTICA) #335
Dez dos 15 candidatos de até 29 anos com maior engajamento nas redes sociais no primeiro turno foram eleitos.
POLÍTICA E ENGAJAMENTO. Segundo o levantamento "Monitor Jovem DX", do Instituto Democracia em Xeque, das 15 candidaturas jovens (até 29 anos) com maior volume de interações na internet durante o 1º turno
"Sem Lula, o tsunami da extrema direita pode devastar a democracia"
A eleição das redes sociais e o que muda na disputa como a conhecemos
Na reta final das eleições, cerca de 10% do eleitorado pode ter papel decisivo no resultado das urnas.
Reinaldo Azevedo – Caso Nossa Senhora chega a 2,4 milhões de menções após decisões para retirar po
Rede de fazendas de IA promovem 255 perfis de extrema direita no Instagram
O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que vai pedir uma auditoria independente
Pesquisa do Instituto Democracia em Xeque identificou que o eleitor pendular, ou seja, despolarizado, vê com confusão a crise no STF
As candidatas ao Senado Federal são o principal alvo da violência política de gênero nas redes sociais durante as eleições de 2026.
VIOLÊNCIA POLÍTICA
Mulheres candidatas sofreram mais que o dobro das agressões on-line recebidas pelos homens
JORNAL DA CULTURA
Fachin decide rito de Mendonça; Nunes bloqueia Gilmar no zap
Como o caso Master está afetando a campanha eleitoral
MENDONÇA AFASTA CHEFE DA PF: SAIBA O IMPACTO NA DISPUTA LULA X FLÁVIO
O caso envolvendo os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e André Mendonça gerou mais de 1,1 milhão de menções em 24 horas
Augusto Cury: a candidatura que entrou no radar das redes sociais
Quem abriu o Instagram na última semana provavelmente se deparou com algum conteúdo de apoio ao escritor Augusto Cury (Avante)
RADAR NEWS
Quem abriu o Instagram na última semana provavelmente se deparou com algum conteúdo de apoio ao escritor Augusto Cury
Flávio Bolsonaro aparece em segundo
Dark Horse, Lulinha e o uso da corrupção na campanha
ELEIÇÕES 2026 EM RESENHA | Episódio 1 - 22/08/2026
Direita lidera debate sobre Lulinha, que está atrás de Dark Horse nas redes, aponta análise
#109 - Colarinho vermelho, voto amarelado e aposta preta
O volume de postagens de políticos brasileiros utilizando IA dobrou na segunda metade de julho
Quem são os pêndulos que vão decidir a eleição
Estúdio I: Vazamento envolvendo Flávio Bolsonaro leva caso Banco Master ao maior pico de repercussão política nas redes em 30 dias
Análise das Eleições Municipais de Curitiba
A juventude, que parecia barreira para a esquerda no primeiro turno, se converteu em plataforma
O Instituto Democracia em Xeque aponta vantagem de Lula na conversa digital, enquanto Bites identifica empate técnico no placar sobre quem venceu o confronto; erro do presidente sobre a polícia também ganhou destaque.
OUTRO LADO: Procurada pela Folha, a Meta não se posicionou até a publicação desta reportagem
Siga a cobertura completa da BBC News Brasil na disputa do segundo turno da eleição à Presidência entre Lula e Flávio Bolsonaro
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta, empresa responsável por Facebook, Instagram e WhatsApp, comprove o cumprimento de medidas para garantir igualdade de tratamento às campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas redes sociais. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (19) pelo ministro Marco Aurélio Bellizze.
O presidente Lula (PT) concentrou a vantagem no engajamento digital após o primeiro debate contra Flávio Bolsonaro (PL), realizado ontem (18) pela Rede Bandeirantes, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque. Dois questionamentos feitos pelo petista lideraram as buscas e as interações nas redes: o caso Ana Clara e o pedido de quebra de sigilo bancário feito ao senador.
Analistas observam avanços que incluem com movimentos independentes à campanha lulista
Adversários na disputa pela Presidência da República vão ficar frente a frente pela primeira vez, neste domingo, desde o início da campanha
Denúncias contra Meta somam-se a outras para expor um poder privado de interferir na disputa eleitoral que hoje escapa a qualquer controle
A mobilização da esquerda nas ruas no segundo turno da eleição presidencial mexeu com o cenário da disputa entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) e surpreendeu o meio político após uma campanha que parecia apagada ao longo do primeiro turno.
A influenciadora Julia de Castro faz parte da leva de jovens de direita eleitos após construir capital político digital e serem recrutados por partidos, em uma estratégia bem-sucedida liderada pelo PL.
O deputado estadual Luiz Claudio Marcolino (PT-SP) acionou o Ministério Público Eleitoral para investigar a distribuição de vídeos de campanha de Lucas Pavanato (PL-SP), eleito deputado federal. O foco é uma publicação com Flávio Bolsonaro que teve 19 milhões de visualizações. A ação pede que a Meta esclareça se o alcance foi orgânico ou pago e se houve uso indevido de verba pública ou dos algoritmos, o que pode embasar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral. Pavanato não comentou o caso.
A décima edição do relatório "Narrativas Evangélicas e Contexto Eleitoral", da Casa Galileia e do Instituto Democracia em Xeque (DX), analisou publicações entre 28 de setembro e 11 de outubro de 2026. O estudo aponta intensificação da comunicação eleitoral de políticos, religiosos e influenciadores evangélicos na passagem para o segundo turno.
*Coluna Brasília-DF publicada nesta sexta-feira (16/10) por Denise Rothenburg Enquanto os finalistas na disputa ao Palácio do Planalto traçam estratégias nesta última semana de campanha, o jogo para a Presidência da Câmara cresce a olhos vistos. Ainda que o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), tenha a perspectiva de somar, logo na largada, 252 votos para ficar no cargo por […]
Aprovação da redução da jornada de trabalho no Senado gerou 1,9 milhão de publicações em 24 horas; esquerda liderou mobilização digital com 72% das postagens a…
André Janones (Rede-MG) afirmou nesta sexta-feira (16), após ato de Lula em Juiz de Fora, que o canal “Exército do Lula” voltou a funcionar normalmente.
Funcionários da Meta afirmaram, em comunicações internas, que contas do Instagram pertencentes ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram "impactadas negativamente por restrições" durante o período eleitoral, conforme reportado pela Folha de S.Paulo. O veículo cita mensagens circuladas entre os profissionais, que também apontam que o algoritmo da plataforma recomendou contas do adversário do candidato à reeleição, Flávio Bolsonaro, tão quais canais de Whatsapp do candidato do PL.
Esquerda avança no engajamento de evangélicos nas redes, mas direita ainda tem métricas maiores
Fenômenos de votos das redes sociais são escolas de formação política no bolso de milhões de brasileiros: lideram comunidades digitais e chegam à eleição sem precisar se apresentar novamente
Perfis governistas lideraram em número de posts e em interações, enquanto direita teve dificuldade para surfar no tema mesmo após o senador votar a favor da medida
Relatório do Instituto Democracia em Xeque mostrou que a aprovação do fim da escala 6x1 teve um recorde de interações nas redes sociais e que a esquerda concentrou 72% das publicações sobre o tema, com 62% das interações. A PEC foi aprovada ontem (14) no Senado, com 75 votos a favor e 1 contra.
Ministro do tribunal atendeu parcialmente pedido da campanha de Lula e determinou que a empresa adote critérios para garantir neutralidade
Levantamento mostra mais de mil casos de restrições e banimentos nas plataformas em outubro
Ministro do TSE atendeu parcialmente pedido da campanha de Lula e determinou que Meta adote critérios para garantir neutralidade.
Coligação pede que a plataforma corrija as supostas irregularidades em até seis horas
O ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, nesta quinta-feira (15/10), que a Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, assegure tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. A decisão atende a um pedido da coligação do petista e estabelece multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento.
Coligação de Lula solicita ao TSE que determine à Meta a remoção de 255 perfis e a recomposição de alcance de conteúdos prejudicados pela plataforma
Levantamento aponta que rede acumulou 58 milhões de visualizações em um mês. Procuradoria quer que Meta analise 255 contas em até 24 horas.
Coligação solicita que plataforma corrija perdas de distribuição de conteúdos e prevê multa de R$ 500 mil por dia em caso de descumprimento; pedido foi encaminhado ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques
André Janones registra alta de 272% nas interações, enquanto Nikolas Ferreira mantém a liderança geral
Coligação do petista relatou que ferramenta de IA da empresa se recusava a criar material de campanha para Lula, mas atendia a pedidos semelhantes para Flávio
Coligação acusa plataforma de distribuição desigual de conteúdos eleitorais e pede multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento; empresa já negou favorecimento à campanha de Flávio Bolsonaro
Pesquisa da Casa Galileia e do Instituto Democracia em Xeque revela que a mobiliza
Bellizze manda investigar contas no Instagram e prevê multa diária de R$ 500 mil se a Meta descumprir as ordens
Marco Aurélio Bellizze determina apuração de 255 perfis suspeitos no Instagram e prevê multa diária de R$ 500 mil
Rede de contas no Instagram alcançou 58 milhões de visualizações em um mês com conteúdos produzidos por inteligência artificial; Procuradoria cobra providência…
Repercussão coloca assunto entre os de maior mobilização desde 2025, segundo o Democracia em Xeque
Tanto à esquerda quanto à direita, candidatas tiveram em comum campanhas centradas nas redes sociais, mostra levantamento do Monitor Jovem DX
Segundo relatório do Instituto Democracia em Xeque, o tema reuniu mais de 733,6 mil publicações de 54,3 mil perfis entre os dias 13 e 14 de outubro, com 7,8 milhões de interações
Após o primeiro turno das eleições brasileiras, as plataformas de redes sociais e a dinâmica da comunicação digital continuam no centro do debate eleitoral. Na semana passada, a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acusou a Meta – empresa responsável pelo Instagram, Facebook e Threads – de prejudicar a distribuição de conteúdos […]
Canal oficial de Flávio Bolsonaro no WhatsApp publicou ao menos 17 postagens desinformativas a partir do dia 7; frequência pode ser maior, já que posts são apagados
Campanhas pedem ao TSE cassação da chapa rival; PL pede derrubada de canal pró-Lula enquanto PT acusa Meta de interferir nas eleições. Corte, por outro lado, amplia sessões sobre propaganda
Evento no principal santuário católico do país reúne autoridades sob o impacto do recente embate entre as campanhas ao Planalto
PT apresentou dois levantamentos para embasar a acusação de prejuízo à candidatura do atual presidente; Empresa dona do Instagram, WhatsApp e Facebook diz que “alegações são falsas e não encontram respaldo nos fatos”
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou neste sábado que o Facebook preste esclarecimentos sobre possível restrição seletiva de conteúdo da campanha do Partido dos Trabalhadores (PT) em 48 horas.
PT apresentou dois levantamentos para embasar a acusação de prejuízo à candidatura do atual presidente; Empresa dona do Instagram, WhatsApp e Facebook diz que "alegações são falsas e não encontram respaldo nos fatos"
Herdeiros políticos, influenciadores e lideranças estudantis estão entre os 29 deputados com até 30 anos. Grupo inclui o mais jovem da história e dois recordistas de votos.
Determinação atende pedido da coligação do presidente após denúncias de seletividade algorítmica nas redes sociais
Coligação de Lula acusa Meta de "seletividade algorítmica" para "manipular a entrega de conteúdos" nas redes sociais.
Mais cedo, a campanha do petista acusou a empresa de tentativa de interferência no processo eleitoral e disse que iria acionar o Tribunal Superior Eleitoral
Ministro cobra registros de moderação, justificativas para bloqueios e dados sobre perfis automatizados no Instagram. Leia no Poder360.
Levantamento aponta 1,2 milhão de publicações em quatro dias após o deputado bolsonarista acusar a petista de defender o fechamento de igrejas; deputada nega a informação e relata ameaças
Coordenação da campanha de Lula acusou a Meta de não esclarecer falhas na distribuição de conteúdo e de “privilegiar conteúdos da direita”
Foto: Fernando Frazão | Agência Brasil
Uma curadoria do melhor do jornalismo digital, produzido pelas associadas à Ajor. Novos ângulos para assuntos do dia
Relatório do Democracia em Xeque registra maior taxa de sucesso eleitoral de jovens das últimas quatro eleições
O resultado do 1º turno consolida uma tendência no processo eleitoral: a conversão em votos da popularidade digital de candidatos que carregam milhões de seguidores nas redes sociais.
O colonialismo não é um passado que desapareceu. Tampouco é um resquício que permaneceu. Ele é uma estrutura que se reproduz e se atualiza. A concentração da propriedade da terra…
Natuza Nery entrevista Beto Vasques sobre o impacto digital nas eleições
Episódios do 1º turno nas eleições à Presidência da República evidenciam cuidados e a linha tênue para estratégias nas campanhas dos candidatos Com a chegada do segundo turno das eleições, a circulação de conteúdos falsos, montagens e informações manipuladas sobre candidatos volta ao centro da disputa política. Em meio à corrida por votos, o desafio...
Em meio ao levante judicial, com André Mendonça censurando publicações sobre Nossa Senhora, Flávio Bolsonaro aportou R$ 8 milhões - 88,9% de um total de R$ 9 milhões na campanha - em redes sociais para controlar narrativa sobre a santa.
O equívoco está nessa redução da experiência social. A vida popular contém medo, mas também ambição, julgamento, orgulho, ressentimento, esperança e vontade de ultrapassar a própria condição
Advocados explicam os limites legais para derrubar notícias falsas nas eleições 2024, diferenciando a manipulação de dados da legítima crítica política, e alertam para os riscos de responsabilização civil e criminal de quem espalha desinformação.
Apesar de queda nas denúncias de desinformação ao TSE, narrativas falsas de fraude eleitoral circularam no final de semana do primeiro turno.
Número de candidaturas até 29 anos de idade para o legislativo caiu 29%, mas percentual de eleito subiu três pontos
Deputados com forte presença na internet tiveram resultados expressivos nas urnas. O ‘Nexo’ ouviu cientistas políticos sobre as estratégias utilizadas por nomes da esquerda e da direita para viralizar
O algoritmo não precisa ensinar regimento; basta transformar alcance em cadeira e deixar a legenda administrar o resto
Publicações nas redes com questionamentos sobre o sistema eleitoral cresceram na reta final da campanha, mas desaparecerem depois de um resultado amplamente favorável à direita
Direita sul-coreana faz campanha de desinformação sobre 'fraude eleitoral' no... Brasil
Uma teoria conspiratória que circula desde sexta-feira, 2.ago, afirma que os Estados Unidos descobriram um suposto "golpe da esquerda" para anular as eleições caso Flávio Bolsonaro vença no primeiro turno;
O Instituto Democracia em Xeque, que monitora ataques ao regime democrático brasileiro, relatou que o bolsonarismo "passou a explorar uma nova teoria conspiratória"
Antes mesmo da conclusão da votação deste domingo 4 de outubro, publicações de políticos e influenciadores alinhados à direita política voltam a colocar sob suspeita o resultado das Eleições 2026, sem apresentar provas de fraude no sistema eleitoral. O movimento repete um padrão registrado no país desde 2018, quando alegações de manipulação das urnas e …
Zwei politische Projekte stehen sich gegenüber – mit Folgen für Demokratie und Souveränität, sagt ein Politikprofessor.
Secretaria de Segurança Pública paulista desmente alegação que circula nas redes
Antes de chegar à Alesp, Eduarda Campopiano exerceu o primeiro mandato eletivo como vereadora de Praia Grande, no litoral paulista.
Em ‘dobradinha’ eleitoral conservadora com Lucas Pavanato (PL), candidata recebeu quase 2 milhões de votos e se declara ‘maior inimiga das feministas de SP’
Cancelamento do debate e entrevistas de Lula e Flávio mobilizaram as redes na reta final: 1,9 milhão de postagens e 25 milhões de interações
Publicações associam fechamento de embaixadas a suposto plano do STF e do governo Lula para impedir vitória de Flávio Bolsonaro; narrativa chegou a políticos e candidatos
Segundo dados do Instituto Democracia em Xeque, vídeo publicado pelo ex-deputado e irmão de Flávio Bolsonaro já alcançou 59 mil visualizações no X e no Instagram recebeu 72,6 mil curtidas, 3,2 mil comentários e 5,5 mil repostagens. No vídeo, Eduardo compara cenário brasileiro ao da Romênia nas eleições de 2024. O vídeo diz que a Corte Constitucional do país anulou a eleição presidencial dois dias antes do segundo turno porque havia a possibilidade de vitória do candidato de extrema direita Călin Georgescu, sob a alegação de interferência estrangeira.
Arte: IHU
Levantamento do InternetLab em parceria com o Núcleo e Instituto Democracia em Xeque mostra Marina Silva como mais ofendida
Uma investigação do Instituto Democracia em Xeque revelou que ferramentas de inteligência artificial do Google e do X reproduziram uma conversa falsa envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e o banqueiro Daniel Vorcaro como se fosse verdadeira.
Proibição das Bets, aumento do Bolsa Família e controvérsias em torno de Nossa Senhora Aparecida aquecem o debate nas redes de lideranças políticas evangélicas para disputar as narrativas da esquerda
Análise do MonitorA revela que ferramenta auxilia a criação de montagens e charges para atacar especialmente características físicas; uso é proibido pelo TSE para disseminar violência política de gênero
O eleitorado cristão voltou ao centro das atenções de candidatos e coordenadores de campanhas eleitorais. Nas eleições anteriores, as principais lideranças evangélicas e católicas se vincularam ás candidaturas de direita e, principalmente, de extrema direita. No entanto, o segmento está longe de ser monolítico, tanto que, em 2026, diversos grupos evangélicos se aproximaram do campo progressista em Pernambuco. A menos de uma semana das eleições, a corrida presidencial mostrou o cenário que já vinha se desenhando anteriormente, segundo o Datafolha: entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o atual presidente detém a maior fatia das intenções de votos entre os católicos, com 45% contra 33% do concorrente. Entre os evangélicos, ele leva 27% do eleitorado. O relatório Narrativas Evangélicas e Contexto Eleitoral mostra o desenho do eleitorado evangélico neste período. A pesquisa do Instituto Democracia em Xeque e Casa Galileia é realizada quinzenalmente a partir de discussões em redes sociais de organizações, lideranças e políticos ligados ao campo evangélico. O levantamento indica que “convergem em narrativas que associam o governo a problemas diversos e apresentam a rejeição a Lula como argumento para o voto em Flávio”.
Há uma migração de votos para Lula e Flávio, inflada pela campanha do voto útil, mas no momento insuficiente para encaminhar definição já em primeiro turno
Relatório da Casa Galileia e do Instituto Democracia em Xeque mostra avanço da mobilização eleitoral e novas disputas sobre religião, política e fé
Petista conseguiu alavancar a campanha nas redes com a agenda de governo nas últimas semanas antes da votação
Joana Varon, diretora da Coding Rights, aborda os desafios que redes sociais e inteligência artificial colocam para as eleições de 2026. Entre desinformação, deepfakes, violência política de gênero e falta de transparência das plataformas, Joana chama atenção para a necessidade de compreender criticamente essas tecnologias e disputar os espaços digitais.
Estudo revela aumento da participação de evangélicos em debates políticos online, destacando a relação entre religião e política.
Novo estudo da Casa Galileia e do Instituto Democracia em Xeque mostra como políticos de esquerda e direita usaram a imagem de Nossa Senhora Aparecida para mobilizar eleitores evangélicos nas eleições de 2026. O texto detalha ataques mútuos, desinformação sobre o Banco Master e a ascensão de lideranças de extrema direita nos debates digitais.
Diante da derrota iminente no plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não restou ao ministro André Mendonça senão recuar de seu pendor censor inicial e terminar dando razão ao colega de STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino. Alguns dirão que foi milagre da santa; prefiro creditá-lo a cálculo político-comunicacional, mais terreno e comezinho.
Extrema direita mantém liderança nas redes em caso de Nossa Senhora, mas percepção é de ganho da esquerda. Entenda
Relatório aponta guerra de narrativas entre esquerda e direita nas redes evangélicas
Brasileiros que vivem no exterior têm que seguir o horário de votação do Brasil – das 8h às 17h –, mas respeitando o fuso horário de cada país.
For a third election in a row, a Bolsonaro family member is the leading right-wing contender for Brazil's presidency.
BBC News Brasil identificou posts em plataforma aberta de anúncios; publicações pagas saíram do ar após contato da reportagem e Meta anuncia suspensão temporária de novos impulsionamentos.
Cenário foi impulsionado nos últimos dias após debates sobre um projeto arquivado há quase 20 anos que tinha o objetivo de retirar o título da santa como padroeira do Brasil
Mensagem divulgada em grupo focado no segmento pede que apoiadores reservem minutos do dia para pedir por ‘proteção, sabedoria, paz, justiça e para que o cuidado com o próximo prevaleça no Brasil’
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma convocação aos seus eleitores evangélicos para que façam um "propósito de oração" para ele começando nesta quarta-feira, 30, até o fim da apuração das urnas eletrônicas no dia da votação, às 19h do domingo, 4.
Uma publicação irónica de um humorista, um antigo projeto de lei arquivado há quase duas décadas e uma campanha presidencial à beira do primeiro turno levaram Nossa Senhora Aparecida ao centro da disputa eleitoral brasileira. O episódio, que inicialmente poderia parecer caricato, já provocou decisões judiciais contraditórias, envolveu a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e fez emergir uma nova tensão entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Campanha eleitoral adentrou a arena do vale-tudo na disputa entre os principais candidatos ao Planalto a cinco dias do primeiro turno
Na reta final das eleições, aumentaram nas redes publicações que questionam as urnas eletrônicas e defendem o voto impresso, incluindo anúncios pagos de candidatos e empresas de campanha. Levantamentos mostram crescimento dessas interações, vistas como tática política pós-derrota. Diante disso e de regras com o TSE, a Meta removeu propagandas irregulares e suspendeu anúncios eleitorais temporariamente. O TSE reafirma que o sistema é totalmente seguro, auditável e sem histórico de fraudes.
Caso Nossa Senhora Aparecida registra 3,42 bilhões de interações e ganha espaço na reta final da eleição presidencial de 2026
A discussão sobre Nossa Senhora Aparecida ganhou força nas redes sociais e chegou a 2,39 milhões de menções, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque divulgado pelo jornal O Globo. O volume colocou o assunto na quarta posição entre os episódios políticos de maior repercussão digital no ano, em meio à disputa de narrativas entre grupos ligados à esquerda e à direita.
Polêmica sobre Nossa Senhora Aparecida domina redes e vira 4º maior repercussão digital no ano, diz levantamento
BBC News Brasil identificou posts em plataforma aberta de anúncios; publicações pagas saíram do ar após contato da reportagem e Meta anuncia suspensão temporária de novos impulsionamentos.
Polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida soma 24,7 milhões de interações durante campanha eleitoral
Caso circulou nas redes sociais, gerou pedido de desculpa da GloboNews e foi parar na Justiça Eleitoral
Relatório aponta que polêmica envolvendo projeto antigo associado a Flávio Bolsonaro movimentou as redes com desdobramentos judiciais no STF e embate político entre esquerda e direita
Colocada no centro da disputa política às vésperas do pleito, suposta tentativa de rebaixar status da santa fez com que até a cobertura da imprensa tradicional se dividisse no caso.
Levantamento mostrou que o assunto teve quase 1 milhão de publicações nas redes sociais em menos de três dias
Levantamentos identificaram milhares de publicações que questionam o sistema eleitoral nas semanas anteriores ao primeiro turno, além de anúncios impulsionados por candidatos e empresas ligadas a campanhas; Meta removeu parte do conteúdo
OPINIÃO | RODRIGO DA SILVA: Em pouco mais de dois dias, o Instituto Democracia em Xeque contou quase 1 milhão de publicações e 8,5 milhões de interações sobre a fake news da Nossa Senhora Aparecida em meio à eleição. Entre os perfis de políticos monitorados, a esquerda fez dois de cada três posts. O alarmismo religioso tomou conta do último final de semana antes do primeiro turno. Mas por que mentiras como esta decidem eleições no Brasil? Confira a coluna completa no site do Estadão (link na bio).".
Cinco levantamentos nacionais atualizam a corrida presidencial na reta final e devem indicar se Lula e Flávio conseguem concentrar votos antes de domingo.
Gemini e Grok, os chatbots de inteligência artificial do Google e do X, antigo Twitter, disseram ser verdadeiro um diálogo falso que descola o banqueiro Daniel Vorcaro de André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Tribunal Superior Eleitoral, o TSE. A conclusão está em um relatório do Instituto Democracia em Xeque, que também identificou que o Claude e o ChatGPT, chatbots da Anthropic e da OpenAI, respectivamente, confirmaram a falsa afirmação em algum grau, ainda que com ressalvas. “Nenhuma das ferramentas de IA generativa descartou a informação de forma categórica”, destaca o texto. Os achados levantam dúvidas sobre o impacto dos chatbots no processo eleitoral, especialmente com usuários usando-os como fontes de informação, e sobre o papel destas ferramentas na amplificação de conteúdos desinformativos.
Na quarta-feira, 30 de setembro, às 16h00 na Argentina, Uruguai e na maior parte do Brasil (UTC-3), o InfoCLACSO estará ao vivo no canal do YouTube e nos perfis do Facebook e LinkedIn. No domingo, 4 de outubro, os brasileiros irão às urnas para eleger um presidente. Entre os 13 candidatos, destacam-se Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), e Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL). Caso nenhum candidato obtenha mais de 50% dos votos, haverá um segundo turno no dia 25 de outubro. As eleições ocorrem em um contexto de alinhamento da oligarquia latino-americana com os Estados Unidos, em grande parte devido à interferência de Trump nas eleições durante seu segundo mandato em diversos países da região. Desta vez, ele já anunciou seu apoio a Flávio Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, que foi condenado por tentativa de golpe em janeiro de 2023.
A decisão do governo de proibir as bets no Brasil foi o acontecimento político de maior repercussão nas redes sociais nos últimos 12 meses, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque. O anúncio da medida provisória gerou 1,33 milhão de menções nas primeiras 24 horas, superando episódios como a condenação de Jair Bolsonaro, o caso “Dark horse”, a disputa entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes em meio à crise no STF, e a discussão envolvendo Nossa Senhora Aparecida. No intervalo de 25 a 28 de setembro, foram 2,5 milhões de posts e 40 milhões de interações sobre o tema nas redes.
Foi um fuzuê. Em pouco mais de dois dias, o Instituto Democracia em Xeque contou quase 1 milhão de publicações sobre o assunto e 8,5 milhões de interações. Entre os perfis de políticos monitorados, a esquerda fez dois de cada três posts. A primeira-dama Janja publicou uma foto de Lula diante da imagem da santa. O vice-presidente Geraldo Alckmin garantiu que as tradições religiosas seriam “protegidas e preservadas”. O alarmismo religioso tomou conta do último final de semana antes do primeiro turno.
Medida do governo gerou 2,5 milhões de publicações e 40 milhões de interações em quatro dias, segundo levantamento
De acordo com um levantamento do Instituto Democracia em Xeque (IDX), divulgado no último sábado (26), o tema movimentou quase 1 milhão de publicações nas redes sociais em menos de três dias e se tornou o terceiro maior episódio político nas redes sociais em 2026.
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque, divulgado neste sábado, 26, por exemplo, mostrou que o assunto teve quase 1 milhão de publicações nas redes sociais em menos de três dias
Nossa Senhora Aparecida se transformou em um dos maiores eventos políticos de 2026, com 1,3 milhão de publicações e 12,4 milhões de interações entre 23 e 27 de setembro, ou seja, na penúltima semana antes do primeiro turno das eleições. A informação é do monitoramento realizado nas redes sociais neste período pelo Instituto Democracia em Xeque (DX).
Medida provisória assinada por Lula gerou 1,33 milhão de menções nas primeiras 24 horas e ultrapassou a repercussão da crise entre os ministros do STF.
Viral sobre suposta intenção de Flávio Bolsonaro (PL) de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil provocou reações em cadeia.
A seis dias da eleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a explorar a falsa associação do adversário Flávio Bolsonaro (PL) à retirada do título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, visando gerar a repulsa de eleitores católicos contra uma suposta demanda de igrejas evangélicas. Mas a aposta pode se voltar contra Lula.
Levantamento do Democracia em Xeque aponta que anúncio de Lula superou outros episódios políticos em repercussão nas redes
Fake news sobre padroeira do Brasil gerou milhões de interações, decisões judiciais e acusações entre candidatos a presidente
A polêmica em torno de Nossa Senhora Aparecida virou um dos ativos mais poderosos do debate político no país, na reta final do primeiro turno. Levantamento do Instituto Democracia em Xeque, realizado de 23 a 27 de setembro, mostra que Nossa Senhora é o segundo maior episódio político nas redes durante a campanha e o quarto maior nos últimos 12 meses.
Lula afirmou que as pessoas precisam aprender a respeitar todas as religiões, incluindo as de matriz africana. "Enquanto eu for presidente da República, ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora Aparecida. Ninguém", disse durante comício em Belém, no Pará. Ao final do evento, ele ergueu uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou um avanço nas intenções de voto entre os católicos, as mulheres e os eleitores independentes, aponta pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 28, a seis dias do primeiro turno.
MP que proíbe apostas online integra 'pacote de bondades' que pode ser determinante para atrair indecisos ao presidente.
Proibição de bets domina debate nas redes e se soma a controvérsias judiciais, desinformação religiosa, novas revelações sobre o escândalo do Master e investigação contra Lulinha.
Manual que traz o “passo a passo da conversa perfeita” para convencer indecisos destaca a religião como um dos assuntos que devem ser abordados na reta final para reeleger o presidente
Suposto apoio de Flávio Bolsonaro à retirada do status de padroeira do Brasil repercutiu entre eleitores e candidatos
Manual de 19 páginas orienta petistas a abordar religião em meio a fake news sobre Nossa Senhora Aparecida
Conteúdos associaram Flávio Bolsonaro a projeto de lei arquivado em 2008; levantamento do Democracia em Xeque mostra que debate alcançou 1,3 milhão de publicações e 12,4 milhões de interações.
Campo político fez 57% das publicações sobre o tema; projeto de 2007 e reação da CNBB ampliaram a disputa religiosa na eleição
Documento destaca que apenas 55 países avançaram democraticamente, um terço do mundo, enquanto EUA registraram pior resultado em meio século
A reta final da campanha presidencial foi marcada por temas que pressionam candidatos e mobilizam uma disputa intensa nas redes sociais. Entre os assuntos de maior repercussão estão a falsa informação de que Flávio Bolsonaro pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil; as revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades públicas; a proibição das apostas online pelo governo Lula e pagamentos atribuídos a um lobista ligado ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.
Especialista avalia como o debate público migra de disputas religiosas digitais para pautas concretas do eleitorado
Proibição de bets domina debate nas redes e se soma a controvérsias judiciais, desinformação religiosa, novas revelações sobre o escândalo do Master e investigação contra Lulinha.A reta final da campanha presidencial foi marcada por temas que pressionam candidatos e mobilizam uma disputa intensa nas redes sociais. Entre os assuntos de maior repercussão estão a falsa informação de que Flávio Bolsonaro pretende retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil; as revelações envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e autoridades públicas; a proibição das apostas online pelo governo Lula e pagamentos atribuídos a um lobista ligado ao empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.
Voto pendular de indecisos independentes, conservadores e progressistas: entenda quem são os eleitores que vão definir o resultado.
O petista cresceu cinco pontos percentuais entre o grupo religioso e os brasileiros sem preferência partidária; entre o eleitorado feminino, a oscilação foi de três pontos percentuais
Lula cresceu entre católicos após notícia falsa que relacionava Flávio Bolsonaro à retirada de título de Nossa Senhora Aparecida; no cenário geral, presidente tem 39% e Flávio Bolsonaro, 34% no primeiro turno
A controvérsia envolvendo Nossa Senhora Aparecida alcançou 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações nas redes sociais entre os dias 24 e 26 de setembro de 2026, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque. O episódio, que começou no campo religioso, ganhou dimensão eleitoral e posteriormente passou a envolver discussões sobre remoção de conteúdo, liberdade de expressão e censura.
A campanha de Flávio Bolsonaro criticou a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que reverteu a remoção de postagens falsas sobre a retirada de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. A campanha alega que a decisão usurpa a competência do TSE, que já havia classificado o conteúdo como desinformativo. A história, desmentida por várias fontes, viralizou antes das eleições, gerando controvérsia sobre a atuação do STF e a integridade do processo eleitoral.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, criticou neste domingo (27) a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restabeleceu publicações relacionadas à falsa informação de que o parlamentar apoiaria a retirada de Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil. A medida revogou uma determinação anterior do ministro André Mendonça, tomada no âmbito da atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O episódio ocorre a uma semana da eleição.
Segundo Instituto Democracia em Xeque, caso alcançou 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações nas redes sociais em cerca de 55 horas.
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) criticou neste domingo, 27, o que chamou de “enfrentamento político-religioso” na reta final da campanha e defendeu que disputas eleitorais não sejam levadas para o campo da fé. A afirmação foi dada após missa na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santa Edwiges, em Goiânia. A fala ocorre em meio à repercussão das falsas alegações que associaram Flávio Bolsonaro (PL) a uma iniciativa para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O caso envolvendo o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida tornou-se a terceira maior controvérsia política do ano, com quase 1 milhão de publicações nas redes sociais.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República divulgou nota neste domingo, 27, na qual critica a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que devolveu ao ar postagens relacionadas a uma falsa intenção do candidato de tirar Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil. A decisão de Dino derrubou medida determinada pelo também ministro do STF, André Mendonça, que foi tomada no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque contabilizou 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações em 55 horas de repercussão.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), reagiu indignado neste domingo (27), em Goiânia, à decisão do ministro do STF Flávio Dino que considerou exercício de “liberdade de expressão” os posts com a mentira de que que o candidato à Presidência pretenderia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Para o senador, a decisão do ministro, de vínculos históricos à esquerda e a Lula (PT), que o nomeou, considerou que mais esse “canetaço” do ministro cria a “liga da mentira do PT”. Flávio descreveu que tem sido vítima de uma “grande teia de perfis falsos” e “interfaces pagos com dinheiro público” para orquestrar desinformação.
A controvérsia envolvendo um projeto antigo, de 2007, para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil, e a tentativa de vincular o tema ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), alcançou 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações nas redes sociais entre os dias 24 e 26 de setembro de 2026. Foi o que mostrou um levantamento realizado pelo Instituto Democracia em Xeque, divulgado na noite deste sábado (26).
O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) criticou neste domingo, 27, o que chamou de "enfrentamento político-religioso" na reta final da campanha e defendeu que disputas eleitorais não sejam levadas para o campo da fé. A afirmação foi dada após missa na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e Santa Edwiges, em Goiânia. A fala ocorre em meio à repercussão das falsas alegações que associaram Flávio Bolsonaro (PL) a uma iniciativa para retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O boato envolvendo o senador e candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e a retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil obteve a terceira maior repercussão política do ano nas redes sociais, às vésperas do primeiro turno eleitoral, marcado para 4 de outubro. O levantamento, feito pelo Instituto Democracia em Xeque (DX) e divulgado no sábado (26), constatou quase 1 milhão de publicações nas plataformas digitais sobre o caso em apenas três dias.
Às vésperas das eleições, caso teve quase 1 milhão de menções nas redes
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque aponta que páginas e perfis à esquerda dominaram narrativa falsa contra Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência
Levantamento registra 669,9 mil publicações nas primeiras 24 horas e 8,5 milhões de interações em 55 horas
Levantamento mostra 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações desde a noite de 24 de setembro, segundo o Instituto DX.
A dez dias do primeiro turno das eleições, o presidente Lula (PT) registra quatro pontos de vantagem sobre o principal rival, o senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24). O dado contrasta com o levantamento realizado a dez dias do primeiro turno de 2022, quando Lula tinha uma dianteira de 14 pontos sobre o então presidente Jair Bolsonaro (PL) e marcou 47% das intenções de voto —o então presidente, 33%.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça determinou a derrubada de 1.125 publicações em redes sociais que faziam associação falsa de apoio do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, a um projeto de lei para retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de padroeira do Brasil.
Apoiadores do presidente Lula viralizaram, a partir da noite de quinta-feira, 24, uma história falsa de que o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apoiaria um projeto para retirar de Nossa Senhora de Aparecida o título de “padroeira do Brasil”. A origem foi uma informação divulgada pelo programa Em Pauta, da GloboNews, na própria quinta-feira, de que a Igreja Católica estaria preparando uma reação a uma suposta mobilização de evangélicos em torno do projeto e que isso poderia “surtir efeito, entre os católicos, a favor de Lula”. Horas depois, a própria emissora veiculou uma correção, dizendo que a proposta havia sido apresentada na Câmara dos Deputados em 2007 e arquivada em 2008. “Nós pedimos desculpas pelo erro”, encerrava a nota exibida pelo canal.
Os primeiros resultados do estudo “Mapa da desinformação em ambientes digitais religiosos” já identificaram 141 perfis de conteúdo religioso que atuam na circulação de desinformação pelo Instagram, terceira plataforma digital mais popular do Brasil, em 2026, atrás do WhatsApp e do Youtube. O novo levantamento, que será periodicamente atualizado a partir de outubro de 2026, estima que as contas mapeadas somem cerca de 140 milhões de seguidores brutos e alcancem entre 60 milhões e 70 milhões de pessoas, após a correção pela sobreposição de públicos. O número corresponde a aproximadamente 40% da população brasileira conectada.
Levantamento mostra como candidatos ao Governo e ao Senado exploram temas nacionais nas redes sociais digitais e trocam críticas com adversários
Uma coalizão formada por mais de cem economistas e cerca de 60 organizações da sociedade civil — articulada pela Plataforma CIPÓ e pelo Transforma, do Instituto de Economia da Unicamp — lança nesta semana "Diretrizes para um projeto de país justo, sustentável e soberano". As propostas foram formuladas a partir de pesquisas e diálogos com economistas, movimentos sociais e trabalhistas, organizações da sociedade civil e representantes dos poderes Executivo e Legislativo. O lançamento é o pontapé inicial do projeto Vida em Conta, no qualesse grupo, que reúne pessoas de diferentes áreas de atuação, vai trabalhar em prioridades comuns para o desenvolvimento do país, , buscando impedir retrocessos em medidas que reduzam a desigualdade e que promovam melhora na condição de vida dos brasileiros. Read more on smry.ai: https://smry.ai/https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/post/2026/09/coalizao-com-mais-cem-economistas-e-60-organizacoes-civil-propoe-diretrizes-para-o-desenvolvimento-justo-e-sustentavel-do-pais.ghtml#:~:text=Umacoalizoformadapor,devidadosbrasileiros.
Alta aprovaçãoA gestão do prefeito Eduardo Pimentel (PSD) é aprovada por 76,4% dos curitibanos, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta-feira (23). Outros 20,1% desaprovam a administração e 3,5% não responderam. Na avaliação da gestão, 62,6% a classificam como ótima ou boa. Foram ouvidas 825 pessoas entre 18 e 22 de setembro.
A poucos dias do primeiro turno das eleições, um movimento acendeu um sinal de alerta de autoridades brasileiras: crescem nas redes sociais publicações que incitam...
Para além do pronunciamento, temas como o encontro do petista com o prefeito nova-iorquino, Zohran Mamdani, e ataques à viagem dominaram o debate, mostra levantamento do Instituto Democracia em Xeque. Ao todo, a esquerda produziu 44% das publicações, a imprensa 32% e a extrema direita 24%, segundo o levantamento.
A viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Nova York, nos Estados Unidos, para participar da Assembleia Geral da ONU mobilizou 129,3 mil publicações e 1,9 milhão de interações nas redes sociais entre 20 e 22 de setembro, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque.
Rede somou 58 milhões de visualizações e usa colaborações para ampliar alcance de posts pró-família Bolsonaro e de ataques ao STF.
Qual é a chance de a eleição presidencial se resolver no 1º turno? A abstenção será maior neste ano? Lula (PT) está estagnado e Flávio Bolsonaro (PL) crescendo? Para responder a essas e outras perguntas decisivas na reta final da campanha eleitoral, a Folha ouviu cinco especialistas. Eles concordam em várias previsões e interpretações e discordam em outras.
Da crise no Supremo à violência eleitoral, episódios expõem a resistência à presença feminina nos espaços de decisão.
O senador Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PL, tem ignorado sua relação com Daniel Vorcaro, do Banco Master, e uma série de polêmicas que marcaram o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ao explorar a crise sem precedentes do STF (Supremo Tribunal Federal). O embate entre os ministros, motivado pela revelação das mensagens entre Alexandre de Moraes e Vorcaro, eclodiu a pouco mais de um mês do primeiro turno da eleição e levou Flávio a seu melhor momento da campanha, em empate com Lula (PT).
O estudo Mulheres Evangélicas Conservadoras nas Eleições de 2026 acompanha a trajetória de uma rede construída desde 2016, passando por Damares Alves, Michelle Bolsonaro, estruturas partidárias femininas e organizações conservadoras até chegar à preparação de novas candidaturas neste ciclo eleitoral.
Entre os dez candidatos ao Senado que mais se destacaram nas redes sociais, de 31 de agosto a 15 de setembro, sete são de direita, segundo levantamento inédito do Instituto Democracia em Xeque (DX). A análise concentrou-se nas candidaturas de 13 estados: Pará, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. As candidaturas ao Senado somaram 49,9 milhões de interações, mais que o dobro das 21,9 milhões registradas pelas candidaturas aos governos estaduais no período analisado pelo instituto.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) reduziu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Nordeste na simulação de segundo turno da pesquisa Quaest. Os dados divulgados na segunda-feira mostram que, em uma semana, o bolsonarista variou de 28% para 31% na região, enquanto o petista foi de 60% para 57%. O atual ocupante do Planalto, por outro lado, avançou no Sudeste — de 31% para 36%. Neste segmento, Flávio recuou de 47% para 43%.
Monitoramento mostra como a crise no STF mobilizou profecias, orações e referências bíblicas em defesa do ministro, em um momento de intensificação da mobilização anti-Lula e de novos apoios religiosos a Flávio Bolsonaro.
Entre 10 candidatos ao Senado que mais se destacaram em redes sociais, 7 são de direita. É o que mostra o levantamento do Instituto Democracia em Xeque (DX), realizado entre 31 de agosto e 15 de setembro. A análise foi feita nas candidaturas de 13 estados: Pará, Ceará, Pernambuco, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque aponta que sete dos dez candidatos ao Senado mais engajados nas redes são de direita.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) reduziu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Nordeste na simulação de segundo turno da pesquisa Quaest. Os dados divulgados na segunda-feira mostram que, em uma semana, o bolsonarista variou de 28% para 31% na região, enquanto o petista foi de 60% para 57%. O atual ocupante do Planalto, por outro lado, avançou no Sudeste — de 31% para 36%. Neste segmento, Flávio recuou de 47% para 43%.
Reação a manifesto de clubes e endividamento das famílias concentram os principais eixos do debate sobre restrição às apostas
Crise entre ministro e Alexandre de Moraes virou centro de discurso de fé do bolsonarismo nas redes sociais, segundo estudo. Campanha anti-Lula ganha força entre lideranças religiosas
Igrejas e redes comunitárias de cuidado estão sendo utilizadas como espaços de formação, mobilização e construção de lideranças femininas conservadoras que chegam às eleições de 2026 com atuação estruturada na política partidária brasileira. É o que aponta o relatório especial Mulheres Evangélicas Conservadoras nas Eleições de 2026, elaborado pela Casa Galileia em parceria com o Instituto Democracia em Xeque, com dados atualizados até setembro deste ano. O estudo combina levantamento de estruturas partidárias, análise de eventos públicos, monitoramento de redes digitais e dados qualitativos de campo vinculados a uma pesquisa de doutorado na PUC-Rio. O mapeamento identifica uma rede que reúne lideranças religiosas, dirigentes partidárias, parlamentares, primeiras-damas, lideranças comunitárias e candidatas, articuladas principalmente em torno de estruturas como o PL Mulher e o Mulheres Republicanas.
A crise no STF (Supremo Tribunal Federal) envolvendo o caso Master reconfigurou o debate político nas redes sociais evangélicas ligadas ao bolsonarismo, promovendo a reativação da chamada "guerra espiritual", segundo relatório de monitoramento elaborado pela Casa Galileia e pelo Instituto Democracia em Xeque, entre 31 de agosto e 13 de setembro.
Pesquisa do Iser com a Quaest mostra que 8 em cada 10 brasileiros rejeitam política dentro da igreja, mas 23% dos pentecostais ouviram indicação de voto
Pesquisa do Instituto de Estudos da Religião (Iser), em parceria com a Quaest, ouviu 15 mil brasileiros sobre o tema
Levantamento que analisou mais de 26 mil postagens identifica uso crescente de referências bíblicas para defender o ministro do STF
Na primeira semana oficial da campanha eleitoral, a extrema direita concentrou a maior parte da produção de conteúdo em quatro dos seis principais eixos de discussão política nas redes sociais. Segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque (DX), o grupo respondeu por 59% das publicações relacionadas à política nacional, pesquisas eleitorais e política externa.
Uma curadoria do melhor do jornalismo digital, produzido pelas associadas à Ajor. Novos ângulos para assuntos do dia
Reajuste do Bolsa Família tira crise do STF do foco das redes sociais, mostra relatório
Relatório identifica crescimento de comentários de natureza religiosa sobre os ministros em segmento onde ganha força o apoio a Flávio Bolsonaro
O anúncio do reajuste do Bolsa Família conseguiu deslocar parte da atenção das redes sociais que estava concentrada na crise do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo análise de um relatório do Instituto Democracia em Xeque publicada pela jornalista Miriam Leitão, do Globo.
Estudo mostra crise entre Mendonça e Moraes convertida em batalha espiritual no meio evangélico das redes sociais.
Monitoramento feito pelo InternetLab mostra que o volume de ofensas foi quase o dobro em comparação aos homens.
Mulheres que concorrem nas eleições de 2026 tiveram até duas vezes mais comentários ofensivos que homens; estudo destaca incidência de insultos contra candidatas ao Senado
Análise do projeto MonitorA mostra que as candidatas Marina Silva (REDE-SP) e Bia Kicis (PL-DF) são as principais vítimas de ataques nas redes sociais
Levantamento do MonitorA revela que 63% dos ataques e insultos foram feitos contra candidatas ao Senado; disputa por cargo considerado estratégico nas eleições deste ano mobilizou comentários ofensivos contra mulheres
Levantamento identificou que a candidata ao Senado é o principal alvo de comentários ofensivos no X na primeira semana de campanha eleitoral
Instituto Democracia em Xeque monitorou a conversa digital durante a sessão de 15 de setembro
O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), que avalia autorizar uma investigação da relação entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, na esteira do Caso Master, ganhou as redes sociais, nesta terça-feira, e virou munição na disputa eleitoral. Segundo levantamento do Democracia em Xeque, as menções digitais dos perfis de direita usaram o episódio para mobilizar a militância em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República.
A desastrosa sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), desta terça-feira, somou 243 mil menções nas redes sociais, produzidas por 70 mil autores únicos, e registrou 6,7 milhões de interações entre as 10h de ontem e as 9h59 desta manhã. No mesmo intervalo, outros 2,4 milhões de posts mencionaram cinco ministros da Corte — Alexandre de Moraes, André Mendonça, Flávio Dino, Kássio Nunes Marques e Gilmar Mendes — sem citar especificamente o julgamento. Essas postagens registraram o maior volume de interações: 37,7 milhões. Alexandre de Moraes e André Mendonça apresentaram os maiores volumes individuais de menções no período, com 872,2 mil e 647,6 mil, respectivamente, segundo levantamento inédito do Instituto Democracia em Xeque (DX).
Visão negativa sobre os ministros e o STF predominou nas redes, segundo monitoramentos. O cenário faz o eleitor de centro indeciso se distanciar ainda mais da eleição, diz analista
Confrontos entre ministros do STF impulsionam a repercussão nas plataformas
STF faz sessão histórica nesta terça (15) que pode determinar investigação de Moraes
Primeira sessão sobre possível investigação de ministro da Corte foi marcada por embates entre Moraes, Mendonça, Dino e Gilmar
Interações mostram Moraes com mais menções do que outros ministros após discussão com o ministro André Mendonça
A crise do Supremo Tribunal Federal (STF) e o impasse sobre a direção da Polícia Federal (PF) foram os temas que mais repercutiram na última semana nas redes sociais. Segundo análise do Instituto Democracia em Xeque, houve uma divisão ideológica clara: a extrema direita elegeu o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, como principal alvo e viu na atuação dele uma tentativa de blindar o ministro Alexandre de Moraes e a PF. Do outro lado, a esquerda caracterizou a condução do ministro André Mendonça como uma tentativa de proteger o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).
Instituto Democracia em Xeque analisou publicações de mais de 19 mil perfis no Instagram, X, Facebook, TikTok e Youtube sobre crise no STF
A candidatura de Augusto Cury começou a produzir um efeito que vai além das pesquisas eleitorais: entrou na disputa pelo significado do voto evangélico em 2026. Nas redes sociais, influenciadores, pastores e lideranças políticas passaram a defender o escritor como uma alternativa à polarização, associando seu nome a conceitos como propósito, serviço, virtude e ausência de interesse pessoal pelo poder. O movimento ganhou força justamente em um ambiente no qual setores do bolsonarismo tentam consolidar Flávio Bolsonaro como principal opção da direita para enfrentar Lula. A movimentação foi identificada pela sétima edição do relatório “Narrativas Evangélicas e Contexto Eleitoral”, produzido pela Casa Galileia em parceria com o Instituto Democracia em Xeque. O estudo analisou publicações realizadas entre 17 e 30 de agosto e monitorou 573 perfis no Instagram, YouTube, X, TikTok e Facebook. Foram identificados 19.429 resultados, que concentraram cerca de 135,4 milhões de interações no ecossistema evangélico durante o período.
Dados das pesquisas eleitorais devem ser analisados em conjunto com pesquisas qualitativas, alertam analistas da FESPSP. Essa alta volatilidade do eleitor pendular pode ser medida pelo sentimento de aturdimento diante da recente crise do STF, segundo levantamento qualitativo realizado pelo Instituto Democracia em Xeque, em 5 de setembro último.
Estudo de uma rede de universidades federais mostra que candidatos a governador e senador de todo o país colaram suas campanhas em Lula e Flávio Bolsonaro
Mobilização de influenciadores e lideranças cristãs em apoio ao candidato defende “voto com propósito” e é acompanhada pela reação de setores bolsonaristas, que tentam associá-lo à esquerdaMobilização de influenciadores e lideranças cristãs em apoio ao candidato defende “voto com propósito” e é acompanhada pela reação de setores bolsonaristas, que tentam associá-lo à esquerda
Embate entre ministros mobiliza milhões de interações e mostra como cada novo episódio pode alterar rapidamente percepções, alianças e narrativas no ambiente digital
O debate sobre segurança pública — que aparece sempre entre as principais preocupações dos brasileiros — ganhou força nas redes sociais entre 30 de agosto e 7 de setembro. O volume de publicações sobre o tema cresceu 50% em relação à semana anterior, com 3,5 milhões de posts e 72 milhões de interações. A principal novidade política do relatório produzido pelo Instituto Democracia em Xeque, em parceria com o Instituto Sou da Paz, ao qual o blog teve acesso com exclusividade, é que Lula aparece, pela primeira vez, na liderança do engajamento sobre o tema entre os presidenciáveis monitorados pelo levantamento. O dado mostra que o candidato do PT ampliou sua capacidade de pautar a segurança pública, associando o enfrentamento ao crime organizado à presença do Estado, à cooperação internacional e à defesa da soberania.
Política Livre | por Raul Monteiro A ascensão de Augusto Cury (Avante) nas pesquisas eleitorais é lida por cientistas políticos como sintoma de uma fadiga acumulada com a polarização entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), desconforto que, historicamente, já produziu fenômenos parecidos e de curta duração. O crescimento do candidato nas redes levantou desconfiança quanto à sua origem. Entre 16 e 29 de agosto, Cury ganhou cerca de 2,5 milhões de seguidores no Instagram, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque, número muito acima do registrado por seus concorrentes no mesmo período. Campanhas rivais suspeitam de pagamento a influenciadores, o que a equipe de Cury nega.
De campos ideológicos opostos, as duas candidatas ao Senado Federal que mais engajaram nas redes sociais são mulheres: Michelle Bolsonaro (PL) e Gleisi Hoffmann (PT). A informação é do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo. Michelle, que disputa uma vaga pelo Distrito Federal, somou 1.349.856 interações em 21 posts publicados entre 19 e 30 […]
Monitor Jovem DX mostra queda de 28,7% para 21,3% entre jovens candidatas negras, enquanto homens brancos ampliam participação
Acumulado até o momento é 42% menor do que em 2025, segundo levantamento do instituto Democracia em Xeque
Após três eleições mais diversas e próximas da paridade de gênero, mulheres são 40,5% dos candidatos com até 29 anos
Menos mulheres negras, mais homens brancos. Esse é o retrato das candidaturas jovens ao Legislativo nas eleições de 2026, que interrompem, ao menos no retrato preliminar, uma trajetória de maior diversidade entre aspirantes de até 29 anos aos cargos de deputado estadual e federal.
247 – O cenário preliminar das candidaturas jovens ao Legislativo nas eleições de 2026 aponta para uma interrupção na trajetória de ampliação da diversidade entre os aspirantes de até 29 anos aos cargos de deputado estadual e deputado federal. Após um período de três pleitos marcados por um quadro próximo à paridade de gênero, os registros atuais indicam um recuo na participação feminina e na representatividade de mulheres negras, acompanhado pelo crescimento do número de homens brancos na disputa, informa a Folha de São Paulo. Play Video Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) extraídos na quinta-feira (3) do Portal de Dados Abertos e analisados pelo relatório do Monitor Jovem DX, as mulheres passaram a representar 40,5% dos registros de candidaturas jovens para 2026, ante 49,1% computados em 2022. O equilíbrio observado no pleito anterior ocorria em diferentes posições do espectro político: em 2022, as mulheres correspondiam a 51% das candidaturas jovens identificadas no campo da esquerda e a 48,3% na direita. Na disputa atual, os índices caíram para 46,7% no segmento de esquerda e para 37,5% na direita. Com esse declínio, a fatia feminina entre os jovens se aproxima da média do conjunto geral de candidatos, no qual a presença de mulheres subiu levemente de 34% em 2022 para 35,3% em 2026.
De campos ideológicos opostos, as duas candidatas ao Senado que mais engajaram nas redes sociais são mulheres: Michelle Bolsonaro (PL) e Gleisi Hoffmann (PT). Michelle, que disputa uma vaga pelo Distrito Federal, somou 1.349.856 interações em 21 posts publicados entre 19 e 30 de agosto. Gleisi, candidata pelo Paraná, acumulou 1.211.837 interações em 140 publicações no mesmo período.
Bolsonaristas esperam vitaminar ato desta segunda-feira com a crise no STF e também com os mais de 300 ônibus que Tarcísio e Nunes colocaram à disposição de municípios de SP
Candidaturas jovens de 2026 têm menos mulheres negras e mais homens brancos, aponta levantamento do Monitor Jovem DX
Menos mulheres negras, mais homens brancos. Esse é o retrato das candidaturas jovens ao Legislativo nas eleições de 2026, que interrompem, ao menos no retrato preliminar, uma trajetória de maior diversidade entre aspirantes de até 29 anos aos cargos de deputado estadual e federal. Depois de três eleições próximas da paridade entre homens e mulheres, elas passaram a representar 40,5% dos registros de candidaturas jovens ante 49,1% em 2022. O equilíbrio do último pleito atravessava o espectro ideológico. Em 2022, mulheres eram 51% das candidaturas jovens da esquerda e 48,3% daquelas da direita. Agora, são 46,7% à esquerda e 37,5% à direita.
Tendência foi identificada com base em levantamento que monitora publicações nas redes sociais sobre o 7 de Setembro.
Cientistas políticos apontam que crescimento decorre menos da adesão ao candidato e mais do desconforto do eleitor com a polarização
O caso superou episódios de alto impacto, como as investigações do inquérito Dark Horse e a condenação de Jair Bolsonaro
Investigação envolve mensagens atribuídas a Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro e enfrenta questionamentos da PGR
O candidato Augusto Cury investiu R$ 116 mil em anúncios para jovens e o Nordeste, impulsionando seu desempenho na pesquisa Quaest para a Presidência.
Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, torrou pelo menos R$ 116 mil em 2026 para impulsionar publicações nas plataformas da Meta, como o Instagram. O levantamento feito a partir da biblioteca de anúncios da empresa indica que o ritmo subiu com a aproximação do pleito: só entre 25 e 31 de agosto foram R$ 43.926. O TSE autoriza esse tipo de propaganda paga na internet e veda o impulso de conteúdo negativo sobre rivais.
Relatório identifica apoio a Augusto Cury entre influenciadores evangélicos e reação bolsonarista após avanço do candidato nas pesquisas eleitorais.
Relatório aponta mobilização de líderes cristãos em favor do candidato do Avante, o que gerou reação de bolsonaristas que o rotulam de esquerda. Entre 17 e 30 de agosto, milhares de conteúdos foram analisados, revelando estratégias de cada lado para conquistar o voto do fiel.
Relatório identifica apoio a Augusto Cury entre influenciadores evangélicos e reação bolsonarista após avanço do candidato nas pesquisas eleitorais.
Menos mulheres negras, mais homens brancos. Esse é o retrato das candidaturas jovens ao Legislativo nas eleições de 2026, que interrompem, ao menos no retrato preliminar, uma trajetória de maior diversidade entre aspirantes de até 29 anos aos cargos de deputado estadual e federal.
As eleições de 2026 serão as primeiras realizadas após a popularização de ferramentas de inteligência artificial (IA) avançadas o bastante para criarem vídeos e imagens realistas de figuras públicas. Com 30 dias até o pleito, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tenta regulamentar o uso da tecnologia por candidatos, enquanto usuários nas redes sociais difundem publicações geradas por IA. O AFP Checamos analisou 28 conteúdos sintéticos, que somam mais de 10 milhões de visualizações, e os dividiu em 5 categorias para entender como a IA tem sido aplicada à corrida eleitoral brasileira.
A terceira semana da campanha pelo Planalto se aproxima do fim com uma constatação. As redes sociais continuam como o principal front de batalha entre os candidatos. Mesmo com pesquisas mostrando que os eleitores estão cansados da polarização e embates nas plataformas, dois fatos indicam que Instagram, X e TikTok, principalmente, serão decisivos. O primeiro é o salto de Augusto Cury nas pesquisas depois de uma expansão expressiva na presença digital. O candidato do Avante atingiu dois dígitos em sondagens eleitorais divulgadas nesta semana e se consolidou como terceira via, bem à frente de Ronaldo Caiado e Renan Santos. Cury também foi o candidato mais procurado no Google e ganhou mais de 2 milhões de seguidores em menos de uma semana. A audiência nas redes sociais saltou de 8,3 milhões para quase 11 milhões. Não é pouca coisa. Em uma campanha cada vez mais dependente da exposição digital, essa velocidade ajuda a explicar a mudança de patamar do candidato.
Enquanto eleitores demonstram cansaço com a polarização, engajamento digital e explosão de buscas definem os novos rumos da campanha presidencial
Dados do Instituto Democracia em Xeque mostram que a crise no Supremo se tornou o assunto político mais repercutido do último ano na arena digital
A terceira semana da campanha pelo Planalto se aproxima do fim com uma constatação. As redes sociais continuam como o principal front de batalha entre os candidatos. Mesmo com pesquisas mostrando que os eleitores estão cansados da polarização e embates nas plataformas, dois fatos indicam que Instagram, X e Tiktok, principalmente, serão decisivos.
Relatório aponta que o avanço de Augusto Cury nos números eleitorais motivou uma campanha de influenciadores cristãos para apoiá-lo, enquanto setores bolsonaristas tentaram descreditar o candidato para proteger a candidatura de Flávio Bolsonaro.
Relatório do Instituto Democracia em Xeque localizou 1,1 milhão de menções sobre o tema
Ministros compareceram a sessão sobre tributação sem abordar a crise. Segurança intensificada e clima descrito como tenso pelos bastidores da Corte
Lula e Flávio não passarão incólumes ao desfecho do conflito no STF
A crise entre Alexandre de Moraes e André Mendonça já começou a mudar o tom da mobilização da direita para o feriado de 7 de Setembro. Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra que a convocação para a manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, associada à defesa de Mendonça e aos ataques a Moraes, foi o principal eixo da conversa entre os perfis políticos monitorados nas 24 horas analisadas.
O maior portal de Economia da Bahia Política Bahia Economica A divulgação de informações relacionadas à investigação sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, provocou grande movimentação nas redes sociais.
Nos últimos dias, a crise envolvendo o STF, o Banco Master e diferentes atores políticos mudou de escala e de foco muito rapidamente. O Instituto Democracia em Xeque acompanhou esse processo em dois levantamentos consecutivos que foram repercutidos no Estúdio i.
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). Trata-se do primeiro levantamento nacional feito pelo instituto após o início oficial da campanha eleitoral. O cenário é de praticamente estabilidade em relação à rodada anterior, divulgada no dia 14 de agosto, quando o petista (38%) estava à frente do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (31%).
1º TURNO:No segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados: Lula tem 42% e Flávio, 41%.
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2).
Escritor sobe 8 pontos desde último levantamento, em agosto. No cenário de segundo turno, distância entre dois principais candidatos diminui
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). Trata-se do primeiro levantamento nacional feito pelo instituto após o início oficial da campanha eleitoral. O cenário é de praticamente estabilidade em relação à rodada anterior, divulgada no dia 14 de agosto, quando o petista (38%) estava à frente do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (31%).
Apesar de mostrarem avanço, a atual pesquisa Quaest não é diretamente comparável à anterior
Escritor sobe 8 pontos desde último levantamento; No 2º turno, distância entre principais diminuiu
O escritor Augusto Cury (Avante) marca 10%, subindo 8 pontos percentuais desde o último levantamento.
Repercussão sobre a retirada do sigilo da investigação superou a registrada em casos como Dark Horse e Lulinha
Crise na Suprema Corte vira o centro do debate político
Após revelações sobre Moraes e Vorcaro, Fachin diz que o STF fará análise institucional do relatório da PF e decidirá medidas com serenidade
Nova pesquisa do Quaest coloca o presidente Lula com 37% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 30%, já Cury chega a 10%
Escritor sobe 8 pontos desde último levantamento, em agosto. No cenário de segundo turno, distância entre dois principais candidatos diminui
Trata-se do primeiro levantamento que engloba todo o país, feito pelo instituto após o início da campanha eleitoral.
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%.
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). Trata-se do primeiro levantamento nacional feito pelo instituto após o início oficial da campanha eleitoral. O cenário é de praticamente estabilidade em relação à rodada anterior, divulgada no dia 14 de agosto, quando o petista (38%) estava à frente do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (31%).
Pesquisa mostra estabilidade na disputa pelo primeiro turno, enquanto Augusto Cury chega a 10% e aparece como destaque do levantamento
Embate nas redes envolvendo os dois ministros do STF alcançou 1,1 milhão de menções em 24 horas, segundo o Democracia em Xeque
Repercussão bate recorde entre episódios políticos monitorados pelo Instituto Democracia em Xeque
Embate entre ministros passou a ser usado para reforçar a convocação para manifestação na Avenida Paulista no feriado da Independência
Com 1,1 milhão de posts em 24 horas, o caso Moraes e Mendonça supera a repercussão de Dark Horse nas redes sociais
Crise na Suprema Corte vira o centro do debate político
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), saiu em defesa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e criticou Flávio
Levantamento mostra que a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro gerou 1,1 milhão de postagens, superando a repercussão dos casos Dark Horse e Lulinha.
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%, segundo pesquisa
Campanhas de desinformação promoveram ojeriza à política e busca de salvadores performáticos em verde e amarelo.
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno das eleições 2026, e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 30%, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). Trata-se do primeiro levantamento nacional feito pelo instituto após o início oficial da campanha eleitoral. O cenário é de praticamente estabilidade em relação à rodada anterior, divulgada no dia 14 de agosto, quando o petista (38%) estava à frente do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (31%). O escritor Augusto Cury (Avante) marca 10%, subindo oito pontos percentuais desde o último levantamento. O candidato chamou a atenção na segunda-feira (31), após subir nove pontos percentuais —de 2% para 11%—na pesquisa BTG/Nexus, aparecendo atrás apenas de Lula e Flávio.
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) - Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country's hotly contested election, as AI-generated content floods voters' social media feeds and loose-lipped chatbots challenge regulators' abilities to rein in misinformation.
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) – Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country’s hotly contested election, as AI-generated content floods voters’ social media feeds and loose-lipped chatbots challenge regulators’ abilities to rein in misinformation. With the October 4 first-round vote quickly approaching, Brazil’s top elections court, the TSE, is expected on Tuesday to set new limits on the use of AI-generated or altered content used in electoral contexts.
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) - Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country's hotly contested election, as AI-generated content floods voters'
(Reuters) – Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country’s hotly contested election, as AI-generated content floods voters’ social media feeds and loose-lipped chatbots challenge regulators’ abilities to rein in misinformation. With the October 4 first-round vote quickly approaching, Brazil’s top elections court, the TSE, is expected on Tuesday to set new limits on the use of AI-generated or altered content used in electoral contexts.
São pessoas que querem votar, não rejeitam nenhum lado, não tem identidade política fixa e respondem por 5% do eleitorado
O candidato do Avante ganhou mais de 2 milhões de seguidores no Instagram em poucos dias e viu o número de menções a ele crescer mais de 1000% em uma só semana.
TSE deve ampliar regras sobre conteúdo gerado por IA a poucas semanas do primeiro turno, enquanto estudos apontam dificuldades para conter desinformação.
Beto Vasques, do Instituto Democracia em Xeque, diz que decisão de ministro pode ter reflexos eleitorais, com mobilização da base de Flávio e possível desgaste de Lula com sua imagem vinculada à de Moraes
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) – Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country’s hotly contested election, as AI-generated content floods voters’ social media feeds and loose-lipped chatbots challenge regulators’ abilities to rein in misinformation. With the October 4 first-round vote quickly approaching, Brazil’s top elections court, the TSE, […]
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) - Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country's hotly contested election, as AI-generated content floods voters' social media feeds and loose-lipped chatbots challenge r...
Cury apareceu em terceiro lugar no levantamento BTG/Nexus, atrás de Lula (37%) e Flávio (31%), com 11% das intenções de voto –um aumento de nove pontos
O crescimento meteórico de Cury - a depender de como evolui o cenário eleitoral - não deve trazer espanto, mas uma postura de combate
Explosão nas redes, eleitorado não polarizado e efeito de debate ajudam a explicar salto de Cury, que ameaça dividir o voto conservador
Plataformas devem adotar medidas para evitar indicação de voto; ITS Rio identificou priorização de candidaturas em seis de sete IAs testadas.
Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country's hotly contested election, as AI-generated content floods voters' social media feeds and loose-lipped chatbots challenge regulators' abilities to rein in misinformation. With the October 4 first-round vote quickly approaching, Brazil's top elections court, the TSE, is expected on Tuesday to set new limits on the use of AI-generated or altered content used in electoral contexts. Tuesday's case involves the right's leading presidential candidate, Senator Flávio Bolsonaro, whose party convention provoked quick legal challenges in July when it showcased an AI avatar of his father, former President Jair Bolsonaro, who is under house arrest and prohibited from addressing the public.
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) - Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country's hotly contested election, as AI-generated content floods voters' social media feeds and loose-lipped chatbots challenge r...
RIO DE JANEIRO/BRASILIA, Sept 1 (Reuters) - Brazilian authorities are grappling with how to keep AI from undermining the country's hotly contested election, as AI-generated content floods voters' social media feeds and loose-lipped chatbots challenge r...
✅ Lula lidera ranking de seguidores entre presidenciáveis no Instagram; Flávio Bolsonaro é o 2º 1️⃣Lula (PT): 14.987.396 2️⃣Flávio Bolsonaro (PL): 11.398.050 3️⃣Augusto Cury (Avante): 10.756.764 …
Campanha petista avalia que o psiquiatra ainda não ameaça a base do presidente, mas cientista político vê risco para vitória no primeiro turno
Durante as sabatinas realizadas pela TV Globo na última semana, o candidato com maior impacto nas redes sociais foi Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o mais decepcionante foi Augusto Cury (Avante), de acordo com dados divulgados pelo Instituto Democracia em Xeque. No total, as seis entrevistas (que contaram ainda com Romeu Zema, do Novo, Ronaldo Caiado, do PSD, Renan Santos, do Missão, e Flávio Bolsonaro, do PL) somaram 1,43 milhão de menções e 55,3 milhões de interações.
A campanha do presidente Lula (PT) está monitorando o crescimento de Augusto Cury (Avante) nas redes sociais e nas pesquisas, mas não deve tomar nenhuma medida para combater o candidato. A leitura da campanha petista é de que Cury divide o campo da direita e não chegou —pelo menos por enquanto— aos eleitores do presidente
Quem abriu o Instagram na última semana provavelmente se deparou com algum conteúdo de apoio ao escritor Augusto Cury (Avante), candidato à Presidência. Inundou a rede social uma série de vídeos roteirizados publicados por influenciadores que anunciaram voto em Cury, assim como comentários em massa divulgando seu número de urna. Em duas semanas, de 16 a 29 de agosto, o escritor ganhou quase 2,5 milhões de seguidores no Instagram, muito à frente de Flávio Bolsonaro (PL), que acumulou cerca de 280 mil, de Renan Santos (Missão), com 158 mil, e do presidente Lula (PT), com quase 100 mil. Os números fazem parte de novo relatório do Instituto Democracia em Xeque (DX).
As campanhas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) minimizaram e avaliaram com ceticismo o avanço de Augusto Cury nas pesquisas de intenção e voto para presidente divulgadas hoje.
A pouco mais de um mês do primeiro turno das eleições, o eleitor pendular, aquele cuja preferência oscila entre os candidatos, segue indeciso sobre qual deles escolher para presidente. É isso o que mostra um estudo qualitativo feito semanalmente desde maio com entrevistados desse perfil. O instituto Democracia em Xeque já produziu 15 rodadas do estudo, feito por meio de entrevistas aprofundadas com minigrupos de três participantes em cada.
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanha o crescimento de Augusto Cury (Avante) nas redes sociais e nas pesquisas eleitorais, mas, por ora, não pretende adotar uma estratégia direta para conter o avanço do psiquiatra. A avaliação interna é que Cury atua mais como fator de divisão no campo da direita do que como ameaça imediata ao eleitorado lulista. As informações foram publicadas nesta segunda-feira (31) pela jornalista Tatiana Farah, em coluna no UOL. Integrantes da campanha petista monitoram tanto o desempenho digital de Cury quanto sua evolução nos levantamentos eleitorais, mas entendem que o movimento ainda não exige uma ofensiva específica do PT.
Uma análise do Instituto Democracia em Xeque identificou que o campo político da direita liderou o debate sobre o caso Lulinha nas redes sociais, viralizando a frase "nosso futuro é Suíça". O tema, contudo, teve menos tração do que 'Dark Horse'
Newsletter semanal do jornalista Thiago Prado traz entrevista com o cientista político Beto Vasques, do Instituto Democracia em Xeque
O novo episódio do Poder em Pauta analisa o início da campanha eleitoral, em 16 de agosto, e o impacto dos eleitores independentes nas eleições de 2026. 80% dos eleitores desse grupo dizem estar pouco ou nada interessados no pleito, de acordo com o mais recente levantamento da Quaest, divulgado no último dia 14. A jornalista e apresentadora Amanda Valeri recebe Beto Vasques, coordenador do Laboratório de Opinião Pública da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) e diretor do Instituto Democracia em Xeque. A entrevista aborda o perfil dos candidatos, os fatores decisivos para a eleição de deputados, senadores, governadores e presidente da República, como a segurança pública, e a influência das redes sociais no pleito de outubro.
O Opera Mundi e a Rede TVT anunciam a estreia do programa “Eleições 2026 em resenha”, uma nova opção na programação para a cobertura aprofundada do processo eleitoral brasileiro. Com a apresentação do jornalista Breno Altman, a atração conta com um time de especialistas composto por Beto Vasques, Camila Rocha e Esther Solano. O programa “Eleições 2026 em resenha” é fruto da parceria entre a Rede TVT e o Opera Mundi, e conta com o apoio da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), do Instituto Democracia em Xeque (DX) e da Fundação Friedrich Ebert Brasil (FES Brasil).
Instituto Democracia em Xeque avaliou a recepção do público às falas dos principais candidatos na abertura de suas campanhas no ABC e em Copacabana
Coluna Brasília-DF publicada em 21 de agosto de 2026 traz como destaque a estratégia da equipe econômica do presidente Lula em dialogar com o mercado financeiro. A ideia é passar segurança de que o petista fará um ajuste fiscal no futuro, mas faltam detalhes das medidas.
Por Carol Prado*, colunista do Estadão Brasília, 19/08/2026 - Você já deve ter percebido que a inteligência artificial se tornou um dos principais temas da eleição de 2026.
Na eleição da inteligência artificial, músicas cantadas por robôs mudam a forma como somos impactados por campanhas; entenda
Na primeira semana oficial da campanha eleitoral, a extrema direita dominou a produção de conteúdo em quatro dos seis principais eixos que concentraram a narrativa política nas redes sociais. Segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque (DX), ao que o blog teve acesso com exclusividade, o grupo político foi responsável por 59% das publicações sobre política nacional, pesquisas eleitorais e política externa.
O senador e o deputado fazem primeiro evento conjunto, visando mobilizar eleitores, mas o parlamentar mantém autonomia.
Um dos principais temas do debate eleitoral deste ano, a segurança pública é tratada com mais recorrência por Ronaldo Caiado (PSD) nas redes sociais entre os presidenciáveis. O maior engajamento em postagens do campo, entretanto, ocorreu no perfil de Renan Santos (Missão). É o que mostra relatório do Instituto Democracia em Xeque, em parceria com o Instituto Sou da Paz, que mediu menções entre os dias 8 e 16 de agosto nas plataformas digitais.
Presidenciável e parlamentar farão caminhada, adesivaço e coletiva nesta terça-feira; aproximação é aposta do QG para incorporar um dos maiores puxadores de audiência do bolsonarismo
É fundamental a criação de espaços de diálogo técnico entre TSE, plataformas, academia e sociedade civil organizada
Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira fazem primeiro ato conjunto em Belo Horizonte, enquanto o PL tenta ampliar a mobilização digital.
TSE amplia regras contra uso de IA em campanhas eleitorais
Novas medidas exigem identificação de conteúdos feitos com IA; Kassio Nunes Marques, presidente da corte eleitoral, diz que uso indevido da tecnologia ameaça processo democrático.
Presidente do TSE disse que uso indevido de IA ameaça processo democrático. Entre as regras, está a proibição da circulação de conteúdos gerado por IA nas 72 horas antes do pleito
O movimento ocorre no momento em que a própria família Bolsonaro expõe diferenças de desempenho nas redes
Em meio a incômodo com o desempenho do senador nas redes, campanha prevê arregimentar parlamentares para comprar brigas, rebater ataques e repercutir mensagens do senador
Em meio a incômodo com o desempenho do senador nas redes, campanha prevê arregimentar parlamentares para comprar brigas, rebater ataques e repercutir mensagens do senador
Campanha prevê união de parlamentares para responder a ataques e amplificar mensagens do senador
Os dados são de um relatório dos institutos Democracia em Xeque e Sou da Paz. O mapeamento analisou 21,8 mil publicações sobre segurança pública
Mapeamento dos institutos Democracia e Xeque e Sou da Paz mostra que esfera de influência do PL registrou maior volume de interações na primeira semana de agosto
Levantamento indica que temas como impeachment de ministros do Supremo pautam redes de candidatos
O que explica a preferência de Lula por podcasts em vez de debates e sabatinas eleitorais
Suspeitas envolvendo Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro, e Lulinha, filho de Lula, mobilizaram as redes sociais
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque aponta que, entre os eleitores indecisos, episódios pesam menos que o escândalo do Banco Master
Disputa interna no PT e nas corporações sobre um quarto mandato arrisca minar as chances de Lula obtê-lo
Disputa interna no PT e nas corporações sobre um quarto mandato arrisca minar as chances de Lula obtê-lo
O escândalo de Lulinha já acumula 397 mil menções em sete dias nas redes, quase empatando com o caso Jaques Wagner e se aproximando do “tarifaço” de Trump. O levantamento do Instituto Democracia em Xe...
Confusão na aplicação de normas adotadas pelo TSE tende a favorecer grupos em diferentes campos políticos
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque analisou 16 mil perfis e mostra que 68% das publicações partiram da direita
O advogado-geral da União, Jorge Messias, tornou-se o principal articulador nos bastidores da tensão entre a cúpula da Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal, no contexto do caso que envolve Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Clarissa, a escolha…
Caso Lulinha ganha força nas redes e vira munição eleitoral da oposição
Tema ganhou tração após o médico Anthony Fauci ir à audiência no Senado americano e ser questionado por republicanos; ele se manteve calado durante a sessão
PT e PL são os partidos que mais compartilham imagens e vídeos sintéticos, indica monitoramento realizado pelo Democracia em Xeque
O número de publicações de políticos brasileiros com uso identificado de inteligência artificial (IA) dobrou na segunda quinzena de julho.
As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ainda não provocaram um impacto significativo na imagem do presidente Lula (PT), mas têm potencial para se transformar em um dos principais temas da campanha eleitoral de 2026. Essa é a conclusão da mais recente edição do Painel Narrativo Semanal do Instituto Democracia em Xeque...
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mapeou 6.022 publicações entre 17 e 31 de julho e revela aumento de uso de inteligência Artificial às vésperas do período eleitoral
Levantamento identificou 6.022 publicações e 9,6 milhões de interações nas principais redes sociais
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mapeou 6.022 publicações entre 17 e 31 de julho e revela aumento de uso de inteligência Artificial às vésperas do período eleitoral
Levantamento do Instituto DX foi feito a partir da análise de conteúdos que identificavam o uso da tecnologia em seus conteúdos
Antipetismo é inequívoco, mas voto útil guia opção por Flávio
O caso do dinheiro recebido por seu ex-chefe de gabinete de uma lobista do empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, não pesou na decisão de Lula de negar a entrevista à GloboNews hoje, segundo apurou a coluna. Fontes do Planalto afirmaram que a escolha do presidente já estava feita quando chegou ao Planalto, à noite, a notícia da reportagem sobre pagamentos feitos por Roberta Luchsinger para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.
Pesquisa do Instituto Democracia em Xeque investigou publicações no Instagram, X, TikTok e Youtube no período de 29 de maio a 29 de julho deste ano
Estudo mostra que candidatos da direita usam campanhas estaduais para atacar o STF e promover narrativa de perseguição a Bolsonaro.
Estratégia do PT considera que Flávio Bolsonaro se tornará o principal alvo dos adversários caso Lula não participe dos debates.
As investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ainda não provocaram um impacto significativo na imagem do presidente Lula
Recusa do petista e indefinição de Flávio devem se estender aos debates promovidos na campanha; estudo aponta que o custo eleitoral não é o mesmo para os dois
Eleitor cobra que presidente não interfira, segundo o Democracia em Xeque; estrago imedato foi contido, mas caso se desenha como a principal arma da oposição
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não participar da rodada de sabatinas promovida pelo portal de notícias gl e pelo canal GloboNews, enquanto Flávio Bolsonaro ainda mantém indefinida a sua presença, somada à possibilidade de não participarem também dos debates na TV, reacende uma discussão que vai além da agenda eleitoral: até que ponto um candidato pode abrir mão do confronto público sem pagar um preço eleitoral? Os dois principais nomes da disputa caminham para deixar vazio um dos espaços mais relevantes das campanhas eleitorais: o das sabatinas e debates. Lula informou que não compareceria à entrevista marcada pelos veículos do grupo Globo para essa terça-feira (4).
A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de não participar da rodada de sabatinas promovida pelo portal de notícias gl e pelo canal GloboNews,
Conectas, Associação de Defesa Etnoambiental Kanindé e Associação Jupaú enviaram, na segunda-feira (27), um apelo urgente a autoridades e mecanismos das Nações Unidas para denunciar violações de direitos humanos enfrentadas pelos povos da Terra Indígena Uru Eu Wau Wau, localizada em Rondônia, na Amazônia brasileira. O documento chama atenção para a permanência de invasores no território quase 35 anos após a homologação de sua demarcação. Segundo as organizações, a presença de não indígenas dentro dos limites da terra está associada à degradação ambiental, à grilagem e a ameaças e episódios de violência contra os povos indígenas. Um dos principais focos do conflito é a região do Burareiro, considerada sagrada pelo povo Jupaú e onde estão sepultados seus ancestrais. Em 1975, o Estado criou na região o Projeto de Assentamento Dirigido (PAD) Burareiro. Dos lotes distribuídos, 115, correspondentes a cerca de 14 mil hectares, ficaram sobrepostos à Terra Indígena Uru Eu Wau Wau.
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque aponta que pautas nacionais têm mais destaque que as regionais nas redes dos candidatos a governos estaduais
Instituto Democracia em Xeque identifica uma inflexão na narrativa eleitoral: a disputa com Trump deixa de ser tema geopolítico e passa ao cotidiano brasileiro
Instituto Democracia em Xeque aponta que declaração de senador a embaixadores mudou tendência sobre tema na internet
Análise das redes sociais mostra consolidação de cenário negativo para Flávio Bolsonaro e avanço da narrativa pró-Lula
Grupos reunidos pelo Instituto Democracia em Xeque temem impacto econômico e querem negociação com governo americano
Dados do instituto Democracia em Xeque mostram o crescimento da discussão sobre o tema nas redes sociais após a ação contra o líder do governo Lula no Senado
Levantamento do instituto Democracia em Xeque aponta também maior alcance dos discursos politizados sobre o tema
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra cenário de empate entre narrativas da esquerda e da direita
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra que 58% das interações se concentraram na busca por culpados pelo novo tarifaço
A direita aclimatada ao jogo democrático perde primazia para populistas
Quando uma mulher disputa poder, tenta-se desqualificar sua racionalidade; quando muitas votam contra a extrema-direita, tenta-se desqualificar o próprio voto feminino
Instituto Democracia em Xeque identificou que discussões sobre culpa, bolsonarismo e críticas a Lula superaram o volume de publicações dedicadas ao jogo
Temas que alimentam discursos políticos responderam por 67% do alcance das conversas
Ex-primeira-dama vira alvo de críticas pesadas da própria base após crise com Flávio Bolsonaro, indica relatório Democracia em Xeque
Las telenovelas son uno de los productos más reconocidos de la industria cultural brasileña en el mundo y uno de los vínculos más fuertes con los países vecinos de América Latina. Décadas de exportación de producciones “hechas en Brasil” y la transmisión en el país de telenovelas mexicanas y colombianas, por ejemplo, derribaron las barreras entre el portugués y el español y dieron origen a un vocabulario compartido.
O Instituto Democracia em Xeque afirmou que o tema Michelle concentrou 76% das menções e 1,4 milhão de interações, ofuscando Jaques Wagner no caso Master.
Relatório do Instituto Democracia em Xeque aponta que a repercussão da publicação da ex-primeira-dama reduziu o espaço dedicado ao caso envolvendo o petista
Relatório aponta que publicação da ex-primeira-dama concentrou 76% das menções aos dois episódios e teve quase sete vezes mais engajamento do que a crise envolvendo o senador petista
Pesquisadora e conselheira do DX, Esther Solano, afirma ao programa Desenquadrando que extrema direita interpretou transformações sociais em curso no país. Flávio Bolsonaro era visto...
Levantamento da Palver em aplicativos de mensagem indica rejeição majoritária à conduta de pré-candidato do PL
O texto foi publicado na edição impresa do dia 25 de junho de 2026. Opinião p3 - O eleitor pendular diante do caso Wagner -...
Antes do encontro com o senador, Lula tinha em suas mãos pesquisas que demonstravam a cobrança do eleitor independente pelo afastamento entre governo e Master
Conectas ‒ Direitos Humanos
Ex-primeira-dama diz ter sido “desrespeitada” e “apunhalada” por Flávio Bolsonaro, seu enteado e pré-candidato do PL ao Planalto. Em nota, ele pediu desculpas, mas, nos bastidores, cobra com os irmãos que o pai desautorize Michelle. Investigado por envolvimento com o Banco Master, Jaques Wagner (PT-BA) deixa a liderança do governo no Senado. Terremotos provocam mortes e destruição na Venezuela. Comandada por Vini Jr., seleção faz 3 x 0 na Escócia e se classifica em primeiro no seu grupo. OpenAI apresenta seu primeiro chip próprio para reduzir dependência da Nvidia. E confira as estreias desta quinta-feira nos cinemas.
Before meeting with the senator, Lula had polling data showing that independent voters were demanding greater distance between the government and Master
Tanto a saída de Wagner quanto o vídeo de Michelle foram tóxicos para as duas principais candidaturas à presidência
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque, que analisou 317 milhões de interações em 430 mil publicações nas redes sociais, mostra que direita dominou os principais temas na semana passada
Dados do instituto Democracia em Xeque mostram o crescimento da discussão sobre o tema nas redes sociais após a ação contra o líder do governo Lula no Senado
Instagram concentra 98% de todo o engajamento de posts com a tecnologia, aponta o relatório
Caso Master: repercussão nas redes sociais de envolvimento de Jaques Wagner é metade da registrada por Flávio Bolsonaro
Por Anna Satie | 17/06/2026 Relatório do Instituto Democracia em Xeque analisou posts nas principais plataformas A divulgação de pesquisas eleitorais favoráveis ao presidente Luiz...
Supremo confirmou em decisão unânime o ‘dever de cuidado’ delas diante de conteúdos criminosos
Normas criadas para ordenar o mundo analógico encontram-se sob profundo estresse
Segundo dados do Democracia em Xeque, total de menções que atribuem culpa ao senador pelas tarifas foi quase 10 vezes maior frente aos que responsabilizaram Lula; discursos foram vistos como 'entreguistas'
Nova pesquisa qualitativa do Instituto DX analisa o comportamento dos eleitores pendulares que rejeitam a polarização entre Lula e Bolsonaro para 2026. O estudo indica...
Há praticamente um consenso entre acadêmicos de que a polarização política no Brasil vai levar novamente um grupo restrito de eleitores a ser decisivo na escolha do próximo presidente.Estudo desenvolvido por Beto Vasques, diretor de relações institucio
Levantamento desta quinta, 28, do Instituto Democracia em Xeque, mostra que esquerda ocupou o dobro do espaço da direita na discussão
Master mantém corrupção no centro do debate digital e direita segue na defensiva
Campo progressista dominou reações à votação na Câmara, segundo levantamento
Por Beto Vasques. Visita à Casa Branca tentou virar a pauta do caso Vorcaro, mas acabou reforçando a imagem de improviso e fragilidade política.
Percentualmente, parece haver mais eleitores defendendo sua permanência como candidato do que dispostos a votar nele em um eventual segundo turno contra Lula
Explicações do senador e o elevado valor pedido a Vorcaro, equivalente a R$ 134 milhões, foram recebidos com extrema desconfiança pelos eleitores que oscilam entre Lula e Bolsonaro
Corrupção supera todos os temas nas redes sociais após revelação sobre ligação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
A publicação de Andrew Fishman repercute dados do Boletim Especial DX sobre a circulação da hashtag #Bolsomaster no X (antigo Twitter). https://twitter.com/AndrewDFish/status/2055740278678368680
Por Renato Souza | Edição impressa do caderno Política (15/05/2026) Repercussão recorde A revelação de mensagens em que Flávio Bolsonaro pede dinheiro ao banqueiro Daniel...
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque aponta que o episódio resultou em mais de 8,6 milhões de interações nas redes sociais
Relatório mostra que esquerda destacou áudio e relação da família com Vorcaro; direita investiu no “zero Lei Rouanet”
Por Geovani Bucci | 14/05/2026 A revelação de mensagens em que o pré-candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pede dinheiro ao banqueiro Daniel...
Em 24 horas, volume de menções na internet ao vazamento é o dobro das citações vinculando o Caso Master a Lula, STF e Ciro Nogueira em um mês
Maioria do conteúdo contém críticas ao filho do ex-presidente; desde a prisão de Daniel Vorcaro, é o segundo momento com maior repercussão do escândalo
Descobrimos como o caso Ypê foi usado como cortina de fumaça para desviar sua atenção do que realmente importa.
Recomendação da agência mobilizou bolsonaristas a acusar o Planalto de 'perseguição política', enquanto governistas classificaram a oposição como 'negacionista'
Democracia em Xeque analisou 172 mil publicações, que somaram 260 milhões de interações
A conclusão está no mais recente relatório do Instituto Democracia em Xeque, que analisou 3,3 mil publicações com uso da tecnologia entre 10 e 24 de abril
Pesquisa do Instituto Democracia em Xeque, feita entre 27 de abril e 4 de maio, aponta principais assuntos do período e maiores destaques
Para pesquisadores, o lema de enfrentamento a supostas estruturas estabelecida foi capturado pela direita nos últimos anos
Dois eventos políticos em Brasília incendiaram o debate público nacional e geraram turbulência massiva nas redes sociais nos últimos dois dias: a rejeição de Jorge Messias à vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, na quarta-feira (29), e a derrubada dos vetos do presidente Luiz Inácio Lula…
As publicações sobre o tema somaram mais de 10 milhões de interações e o maior volume de engajamento ocorreu por volta das 20h de quarta-feira (29)
Nome do AGU foi citado mais de 1,2 milhão de vezes online nos últimos dois dias, diz relatório do Democracia em Xeque
AGU teve o nome negado pelo plenário do Senado nesta quarta-feira, após mobilização de parlamentares da oposição contra nomeação para o STF
Relatório Democracia em Xeque aponta os temas políticos de maior repercussão digital na semana
Corremos o risco de ver vencer nas urnas em 2026 não quem tiver as melhores propostas, mas quem conseguir impor, com mais eficácia, sua própria versão da realidade
Debate esteve concentrado em temas econômicos, influenciado pela guerra no Irã e pela alta dos combustíveis, segundo mapeamento do instituto Democracia em Xeque
Publicações políticas em março ficaram no terreno da paródia e do reforço visual de narrativas
A exposição Subterrâneos a céu aberto ganha nova repercussão na TV Brasil, no programa Repórter Brasil, que destaca o trabalho de curadoria e o papel...
A UFF, Universidade Federal Fluminense, inaugura nesta terça-feira, dia 31 de março, uma exposição sobre os atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023. “Subterrâneos a céu aberto” reúne um
Monitoramento mostra como brasileiros reagem nas redes à crise do petróleo causada pela Guerra do Irã
Mostra reúne mais de 1,2 milhão de registros coletados por pesquisadores e propõe reflexão sobre memória digital e democracia.
Centro de artes da UFF, em Niterói, receberá material que circulou nas plataformas digitais entre novembro de 2022 e fevereiro de 2023
O trabalho reuniu, ao longo dos últimos anos, cerca de 1,2 milhão de metadados, 400 mil imagens e mais de 100 mil vídeos que circularam em redes sociais
Dados apontam para predomínio da direita e para a presença de perfis de fofoca, ampliando o debate para além do ambiente da política
Sem mecanismos eficientes de controle e conscientização, agentes mal-intencionados ganham terreno para tentar sequestrar o debate político
Prolongamento do conflito pode impactar economia e fomentar debate tóxico para Lula nas redes sociais
Para especialistas, desafio será a implementação das normas. Plenário do TSE concluiu nesta segunda-feira (2) a votação de regras eleitorais.
Em matéria publicada pelo jornal O Globo, Fabiano Garrido, diretor do Instituto Democracia em Xeque, colaborou com a análise do novo conjunto de regras...
Levantamento mostra que maioria do público relacionou o evento com pautas como soberania e patriotismo
O desafio central já não será reagir a ataques explícitos às instituições, e sim preservar a legitimidade do processo eleitoral Por Fabiano Garrido, diretor executivo...
Ao permitir que conteúdos políticos sejam impulsionados por qualquer perfil, cria-se zona regulatória cinzenta
Desarticulação da direita nas redes sobre a Groenlândia reflete custo do alinhamento a Trump, diz especialista
TSE publicou texto das minutas com atualizações das resoluções que deverão guiar as eleições brasileiras de 2026.
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra que o tema repercutiu na internet e gerou debate marcado por desinformação e uso de IA
Levantamentos mostram predomínio de postagens feitas por perfis conservadores, que comemoram ação americana e investiram na comparação entre Lula e o líder chavista
Participação do diretor de relações institucionais do DX Beto Vasques na Globonews Edição das 10h (04/01/2026)
A Justiça e a sociedade só têm a ganhar com a volta da discussão a respeito de questões éticas
Redes sociais do ex-presidente estão paralisadas desde julho, por determinação do ministro Alexandre de Moraes; número de apoiadores da ex-primeira-dama superam os de Flávio Bolsonaro mesmo após anúncio de pré-candidatura ao Planalto
Levantamentos indicam ainda que episódio foi um dos maiores eventos de mobilização digital da história recente do país
Apesar da crescente visibilidade da crise climática, a compreensão pública sobre suas causas e consequências ainda é limitada, e está relacionada à escolaridade, à faixa etária e ao acesso à internet, revelando uma profunda desigualdade informacional
Pesquisadoras apontam como a COP30 é uma oportunidade única para discutir a integridade da informação em contexto de mudanças climáticas.
Crise de segurança e ativismo da oposição diminuem capacidade de governo pautar o debate
Acervo digital reuniu mais de 500 mil fotos numa retrospectiva da ação da extrema direita que culminou no ataque às sedes dos Três Poderes.
Grupo de pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro construiu, em parceria com o Instituto Democracia em Xeque e o Instituto Nacional de...
Boletim do Instituto Democracia em Xeque revela que os dois extremos preferiram o Instagram e o X para se manifestar sobre os eventos desta quarta
Entre as principais frentes de atuação do DX está o desenvolvimento de modelos para mensurar o alcance e o impacto potencial de ameaças digitais
Plataforma digital contém mais de 500 mil fotos e 100 mil vídeos coletados em redes sociais que documentam os atos de depredação praticados por bolsonaristas
Levantamento aponta que Lula melhorou a sua posição na disputa. Segundo adversários, às custas de investimentos milionários e uso de robôs
Relatório da PUC-Rio aponta que, em 74% dos estados, o desempenho digital e o número de votos na última eleição para deputado federal têm uma conexão direta. Isso dá às plataformas um novo e maior peso nas campanhas políticas
Levantamento exclusivo do GLOBO mostra que menções ao governador na internet 'explodiram' após tarifaço de Trump, embora ele tenha reduzido a quantidade de postagens
Discussão sobre indicação feminina para a Corte ganhou impulso com engajamento de celebridades como Fernanda Torres, Anitta, Juliette e Gabriela Prioli, aponta Instituto Democracia em Xeque
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque também mapeou principais temas e narrativas usados por cada um dos campos ao longo da crise
Surto de contaminação por metanol em bebidas alcoólicas no Brasil provoca mortes, disputas políticas e circulação de desinformação nas redes.
Crise do metanol vira arma política nas redes e pressiona Tarcísio
Relatório do Instituto Democracia em Xeque mostra 'prevalência narrativa' do brasileiro e direita 'presa em bolhas conspiratórias'
Junção de temas feitas pela direita tirou de casa militância que queria ficar longe da polarização
Discurso sobre soberania e defesa da Palestina puseram Brasil “do bom lado da história” na ONU, avalia ex-embaixador
No dia do veredicto, campo progressista superou pela primeira vez a direita em engajamento nas redes sociais durante o julgamento no STF
Cármen Lúcia lidera o debate digital nesta quinta-feira
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra que voto contrário do ministro monopolizou atenção no meio digital
Cármen Lúcia, ministra do STF, foi a mais citada hoje nas redes sociais durante o julgamento da trama golpista, mas sofreu ataques por ser mulher, de acordo com levantamento do Instituto Democracia em Xeque.
Após o voto de quase 12 horas no julgamento que apura a tentativa de golpe, as menções ao ministro do STF Luiz Lux ultrapassou as feitas ao Alexandre de Moraes nas redes sociais e empatou com as do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os números constam em um levantamento realizado pelo Instituto Democracia em Xeque.
Supreme Court justices warn appeals could delay case and reopen path for 2026 elections
Ministros do STF e do TSE temem que Fux abra a porteira para contestações que vão dos embargos infringentes até uma liminar que permita Bolsonaro...
Insurgência que já deixou dezenas de mortos no país asiático viraliza no Brasil por meio de perfis ligados à direita, diz Democracia em Xeque
Ministro defende anulação do processo e gera reações opostas
O voto do ministro Luiz Fux, no quarto dia do julgamento da suposta trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF), provocou grande movimentação nas redes sociais na manhã desta quarta-feira (10). De acordo com levantamento do portal UOL e relatório do Instituto Democracia em Xeque (IDX), o apoio ao magistrado superou as críticas, sobretudo entre perfis ligados à direita.
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Após declaração de nulidade total, Luiz Fux gera debate acalorado nas redes sociais sobre julgamento de Lula e bolsonaristas.
O voto do ministro Luiz Fux no quarto dia do julgamento da trama golpista no STF (Supremo Tribunal Federal) movimentou o debate nas redes sociais na manhã de hoje.
Magistrado teve nome associado a postagens sobre anistia e pedidos de liberdade para ex-presidente
Voto de Fux abre porta à anistia, dá razão a discurso da Casa Branca e injeta adrenalina nas redes bolsonaristas, diz professor
O voto do ministro Luiz Fux no julgamento da trama golpista no STF movimentou as redes sociais nesta quarta-feira (10), recebendo mais apoio do que críticas, sobretudo de perfis e políticos ligados à direita.
Relatório do Instituto Democracia em Xeque mostra que, nos últimos sete dias, o ministro Fux gerou o maior pico de menções e impulsionou uma guerra de hashtags entre bolsonaristas e a esquerda
Narrativas polarizadas em torno do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do 7 de setembro ganharam as redes nos últimos dias.
Governador de São Paulo, que antes demarcava distância do bolsonarismo, agora procura identidade
Perfis progressistas dominam Instagram e TikTok e conservadores ganham destaque no YouTube, diz instituto Democracia em Xeque
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra o crescimento da mobilização das forças progressistas nas redes sociais
Progressistas superam conservadores na mobilização para o 7 de Setembro
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra que perfis ligados à direita se mobilizaram mais do que os de esquerda
Apoio a Bolsonaro nas redes sociais é massivamente concentrado na plataforma do Google, segundo instituto Democracia em Xeque
Mobilização por anistia poderá resultar em oposição sair do controle do ex-presidente e sua família
Levantamento do Democracia em Xeque aponta que YouTube é principal campo de batalha entre defensores do ex-presidente e petistas
Monitoramento do instituto Democracia em Xeque encontra quase 900 mil menções ao tema; proposta foi adiada na Câmara por falta de consenso
Parlamentares dedicaram ao menos 13,4% das falas em plenário a temas alheios à cidade no primeiro semestre deste ano, segundo estudo
Por Luis Felipe Azevedo Posts mapeados pelo Instituto Democracia em Xeque somam aproximadamente 205,4 milhões de interações ou visualizações nas plataformas entre os dias 24...
Ninguém foi preso ou responsabilizado por meras palavras, mas por ações no 8 de janeiro
Presidente dos EUA encerrou as atividades da Usaid, que dava apoio ao desenvolvimento internacional; no Brasil, foram feitas mais de 1,1 milhão de publicações sobre o tema nas redes
A Revista Casa Comum é um projeto de comunicação multiplataforma de iniciativa do Sefras - Ação Social Franciscana, com coordenação editorial do Estúdio Cais - Projetos de Interesse Público, em articulação com uma série de coalizões, movimentos e coletivos que atuam no país.
Em todo o mundo, foram mais de 50 milhões de citações ao presidente americano
Levantamento sobre o engajamento provocado por deputados e senadores foi divulgado pelo Instituto Democracia em Xeque
Informações distorcidas fizeram o governo recuar de decreto que iria monitorar transações acima de R$ 5.000
O desfecho do caso pode criar um marco na tentativa de impor às plataformas responsabilidade sobre o que veiculam
Assunto chegou a superar menções a Lula e Bolsonaro, e parlamentares de esquerda foram campeões em interações
Relatório do Midiaticus-UFMT em parceria com o Instituto Democracia em Xeque aponta foco emocional e rejeição às fake news como principais estratégias de candidatos.
Conectas, Sou da Paz e Instituto Vladimir Herzog querem que candidatos discutam direitos humanos e redução das desigualdades Folha de S.Paulo | Painel | 22/10/2024...
O duelo de vídeos entre o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e o deputado Guilherme Boulos (PSOL), seu adversário na eleição municipal, esquentou na primeira semana de campanha do segundo turno, segundo o relatório “Hubs regionais – eleições municipais 2024”, do grupo Democracia em Xeque, que analisou postagens na rede social entre 9 e 15 de outubro.
Derrota de Marçal no 1º turno em São Paulo ‘reciclou’ desinformação sobre sistema eleitoral após desbloqueio da rede social, aponta levantamento do Instituto Democracia em Xeque
A campanha para as eleições municipais no Brasil deste ano apresentou uma redução significativa na desinformação, comparada às eleições presidenciais de 2022. Além disso, tanto o presidente Lula quanto o ex-presidente Jair Bolsonaro tiveram uma participação menos destacada do que o esperado. Especialistas indicam que a polarização perdeu força, embora continue presente. Segundo Sabrina Almeida, pesquisadora do DX, a suspensão da rede social X pode ter afetado candidatos com menos recursos, limitando o debate e a comunicação política em tempo real.
Post de Marçal é denunciado a STF e TSE por colocar em xeque integridade do processo eleitoral O Instituto Democracia em Xeque denunciou ao STF...
Estudo de núcleo da UFRGS analisou perfis dos concorrentes à prefeitura e à Câmara Municipal na rede social de vídeos curtos
Levantamento mostra que cortes e perfis criados em campeonatos mantêm circulação de propaganda em redes sociais
Candidatos triplicam visualizações e impulsionam crescimento na rede social, destacando saúde e mobilidade como principais temas de campanha
O segundo relatório de monitoramento dos candidatos à Prefeitura de Cuiabá, realizado pelo Grupo de Pesquisa em Mídia, Política e Democracia da UFMT (Midiáticos), em parceria com o Instituto Democracia em Xeque, revelou que os concorrentes intensificaram o uso do TikTok em suas campanhas.
O Grupo de Pesquisa em Mídia, Política e Democracia da Universidade Federal de Mato Grosso (Midiáticus) e o Instituto Democracia em Xeque, financiado pela Fundação Heinrich Böll, lançaram, nesta terça-feira (14), o segundo relatório de monitoramento dos candidatos à Prefeitura e à Câmara de Vereadores de Cuiabá. A análise faz parte do projeto Hubs Regionais, que acompanha a...
Levantamento do Estadão, agência Bites e Instituto Democracia em Xeque identificou dinâmica de contas anônimas de apoio ao coach no Instagram, TikTok e YouTube; campanha de candidato do PRTB não se manifestou
O Grupo de Pesquisa em Mídia, Política e Democracia da UFMT (Midiáticus) firmou uma parceria com o Instituto Democracia em Xeque, financiado pela Fundação Henrich Boll, para monitorar a atuação dos candidatos à Prefeitura e à Câmara Municipal de Cuiabá no TikTok durante as eleições deste ano. A cada 15 dias, os dois grupos vão divulgar dados sobre o desempenho dos políticos na...
Monitoramento de rede social mostra queda no engajamento do candidato, que ficou atrás de adversários Tabata Amaral e Guilherme Boulos
Pesquisa com hubs regionais busca observar como os candidatos estão utilizando o TikTok nas eleições municipais de 2024.
Candidato à reeleição tem nove dos dez vídeos mais vistos na plataforma entre os concorrentes ao cargo municipal carioca
Candidato à reeleição tem nove dos dez vídeos mais vistos na plataforma entre os concorrentes ao cargo na capital fluminense
Parceria entre Midiáticus e Instituto Democracia em Xeque monitora candidatos de Cuiabá no TikTok Primeiro relatório, divulgado nesta segunda-feira (9), aponta que o candidato Abilio Brunini (PL) se destacou com o maior engajamento na rede social de vídeos curtos. O Grupo de Pesquisa em Mídia, Política e Democracia da UFMT (Midiáticus) firmou uma parceria com
Ataques ao ministro são quase onipresentes em convocações para atos nas redes sociais, aponta Democracia em Xeque
Especialistas veem a plataforma com papel importante em áreas como política e esporte, apesar de base de acessos historicamente menor do que concorrentes e de mudanças após aquisição por empresário
Com novo foco em atacar o coach, deputada mais que triplica visualizações no TikTok em uma semana, indica relatório Democracia em Xeque
Produzida por um dos maiores fóruns da direita do país, imagem viralizou na disputa sobre a responsabilidade pelas queimadas
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Arthur Ituassu, conselheiro do DX, participou hoje, 28/08, do podcast 'O Assunto'. Com tema "Influenciadores na eleição e populismo digital", Ituassu...
As primeiras decisões judiciais envolvendo deepfakes mostram a dificuldade em padronizar o entendimento de dano desse fenômeno.
Levantamento do instituto Democracia em Xeque mostra que publicações contrárias ao projeto tiveram amplo alcance
O acirramento da polarização política e da disseminação de fake news em meio aos trabalhos de resgate das vítimas da tragédia no Rio Grande do Sul expõe a decepção de bolsonaristas com o Exército no governo Lula.Cientistas políticos que analisam as red
Levantamento feito pelo instituto Democracia em Xeque detalha postagens de parlamentares nas redes
A infodemia, termo usado pela OMS durante a pandemia da Covid-19, quer dizer um aumento no volume de informações, corretas ou não.
Em abril, interações sobre cortes superiores ultrapassaram as observadas nas eleições de 2022, segundo levantamento. As acusações de Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), contra o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes levaram à disparada de ataques ao Judiciário nas redes sociais, segundo levantamento do instituto Democracia em Xeque.
Levantamento aponta líder do PT na Câmara como parlamentar com mais publicações em abril, mas bolsonaristas lideram em alcance. Embate entre Moraes e Musk foi evento mais relevante na rede
Levantamento feito pelo Instituto Democracia em Xeque avaliou comentários a videos com ataques à decisões de Alexandre de Moraes e do Supremo Tribunal Federal
Levantamento do Instituto Democracia em Xeque indica que posts de apoio ao empresário e de 'defesa da liberdade de expressão' circularam amplamente entre líderes mundiais
Meta publica ações de proteção das eleições municipais de 2024 praticamente iguais as que a empresa implementou em 2022
Plataformas não mantêm repositório para anúncios como exige a regra; ex-Twitter não comenta, e Kwai diz avaliar regras
Relatório produzido pelo Instituto Democracia em Xeque é destacado em publicação na newsletter Covertly Yours, de Margot Fulde-Hardy, que trata de questões relacionadas à integridade eleitoral.
Em mais uma sinalização de redução de transparência em grandes plataformas digitais, a Meta — dona do Facebook, Instagram e WhatsApp — decidiu desativar o CrowdTangle, ferramenta gratuita para monitoramento de redes sociais comprada pela empresa em 2016. O anúncio gerou críticas e preocupação entre pesquisadores, que veem na medida uma restrição no acesso a dados às vésperas de processos eleitorais.
Levantamento realizado pelo Instituto Democracia em Xeque, durante das eleições, aponta que vídeos do Chega chegaram a ter mais de 1 milhão de visualizações
Até o momento, quatro chefes de Executivos estaduais devem dividir o palanque em apoio ao ex-presidente
Pesquisa do Instituto Democracia em Xeque mostra que fake news são construídas com roteiro semelhante ao utilizado durante a pandemia da Covid e põem em dúvida eficácia das vacinas.
Um levantamento do Instituto Democracia em Xeque mostra que parlamentares de oposição ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) conseguiram maior engajamento nas plataformas. Os dados compilados levam em conta publicações e interações realizadas entre os dias 8 e 9 de fevereiro (até a manhã desta sexta-feira) entre 720 perfis no Facebook, 651 no Instagram e 206 no X, antigo Twitter.
Disparo para grupos grandes no aplicativo de mensagens e dificuldades de acesso a dados em diferentes redes são pontos de preocupação
O Instituto Democracia em Xeque (DX) reconstituiu a linha do tempo das narrativas que cercaram as ameaças contra a democracia brasileira e que culminaram na intentona golpista de 8 de Janeiro de 2023. O DX reuniu postagens e declarações nas redes sociais e veículos de comunicação.
Propósito é fortalecer a democracia e os marcos científicos e civilizatórios, fomentando a integridade da informação na era digital
Márcio Black, conselheiro do Instituto Democracia em Xeque, teve uma de suas falas mencionada em questão do ENEM. Idealizador da plataforma 'Ancestralidades', para Black "a história do negro no Brasil vai continuar sendo contada, e cada passo que a gente dá para trás é um passo que a gente avança".
Projetos de esvaziamento do Supremo no Legislativo mobilizam campo bolsonarista nas redes sociais, enquanto esquerda sai em defesa do tribunal, mostra levantamento do Instituto Democracia em Xeque
A hesitação vacinal que derrubou os índices de imunização, os desafios e as ações para a retomada das altas coberturas estão em debate
Levantamento feito pelo Instituto Democracia em Xeque mostra volume de postagens e interações sobre a guerra em diversos perfis
O Democracia em Xeque foi mencionado em matéria da Agência Câmara de Notícias, destacando as recomendações do Pacto pela Democracia para regulamentação das plataformas digitais e separação entre militares e política. O documento apresentado à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro propõe medidas para fortalecer a democracia no Brasil.
Recentemente, o Observatório Evangélico teve acesso a uma pesquisa da organização Democracia em Xeque que mostra uma relação entre o discurso religioso – sobretudo evangélico – e o discurso anti-vacina no Brasil.