A repercussão dos acontecimentos que resultaram no cancelamento do debate, a entrevista de Lula no ‘Flow’ e a live de Flávio Bolsonaro geraram mais de 1,9 milhão de publicações e 25 milhões de interações em menos de 24 horas.
Na noite de 1º de outubro, o debate da Globo foi cancelado após a decisão do TSE sobre o púlpito vazio, a decisão do STF favorável à participação de Renan Santos e a consequente desistência de Flávio Bolsonaro. Enquanto isso, Lula esteve no podcast Flow, movimentando o campo progressista, com 1,7 milhão de pessoas que assistiram ao vivo e 11 milhões de visualizações até o momento.
O cancelamento do debate da Globo liderou o recorte em volume e engajamento nas redes, com 692 mil publicações e 8,6 milhões de interações. Lula no Flow, embora tenha registrado menos publicações (388 mil), alcançou o segundo maior engajamento, com 6 milhões de interações, para além da audiência do programa.
A esquerda focou em repercutir a entrevista, enquanto a extrema-direita abordou o cancelamento do debate e o argumento de “censura” pelo TSE. O campo progressista teve 59% de suas publicações sobre Lula no Flow, enquanto a extrema-direita concentrou 61% das suas entre o cancelamento, a inclusão de Renan Santos, o púlpito vazio e a interferência judicial.
O cancelamento do debate reuniu 27% das publicações e 29% das interações do período, puxado pela imprensa, que dedicou 40% de suas publicações a esse eixo.
Lula no Flow foi o único eixo com predominância da esquerda, responsável por 65% das publicações sobre o tema. Nos demais eixos, a extrema-direita concentrou a maior parcela das publicações, chegando a 79% em Interferência Judicial e Eleições Limpas.
O enquadramento da decisão judicial como “censura” ficou concentrado na extrema-direita. Interferência Judicial e Eleições Limpas reuniu 5% das publicações, das quais 79% partiram da extrema-direita, e sustentou a leitura de interferência indevida e ameaça à lisura das eleições.
A imprensa dividiu-se entre o cancelamento e a decisão. Os veículos concentraram 40% de suas publicações no cancelamento do debate e repartiram o restante entre a cobertura ao vivo, a decisão do TSE e a inclusão de Renan Santos.
Em 1º de outubro de 2026, a três dias do primeiro turno, a TV Globo realizaria um debate entre os principais candidatos à Presidência. Os convidados foram: Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Com a recusa de Lula, a emissora decidiu manter o lugar reservado ao incumbente e a dinâmica apresentada e aprovada entre os representantes dos partidos envolvidos. Assim, os demais candidatos teriam a possibilidade de fazer perguntas a Lula, que optou por uma entrevista exclusiva ao podcast “Flow” no mesmo horário do debate.
No início da noite, a ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral, concedeu uma decisão que proibiu a emissora de exibir o púlpito vazio reservado a Lula e vedou perguntas dirigidas ao candidato ausente, sob pena de multa. Pouco tempo depois, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a um pedido do candidato Renan Santos (Missão) para participar do debate.
A campanha de Flávio Bolsonaro, que planejava usar o púlpito vazio para marcar a ausência do adversário, anunciou a desistência do debate e classificou a decisão como censura e interferência do Judiciário. A Globo, que recebeu duas intimações judiciais, criticou os tribunais em nota pública e cancelou o debate.
A repercussão incluiu a decisão sobre as regras do debate, a desistência de Flávio Bolsonaro, a entrada de Renan Santos por via judicial, a reação da TV Globo, a participação de Lula no “Flow” e uma live feita por Flávio Bolsonaro no final da noite.
00h01/10
08h01/10
16h02/10
00h02/10
08h02/10
16h
- A repercussão cresceu a partir das decisões judiciais e dos anúncios feitos no início da noite de 1º de outubro;
- O tópico sobre Renan e a desistência de Flávio, assim como o tópico sobre as decisões judiciais, atingiu seu pico às 20h;
- O debate na Globo chegou ao maior volume às 21h, minutos após o anúncio do cancelamento;
- Lula no Flow alcançou o pico às 22h, quando a entrevista já concentrava a atenção da audiência.
A análise aponta que o eixo temático relacionado ao Debate na Globo concentrou o maior volume absoluto de alcance e engajamento, com 692 mil publicações e 8,6 milhões de interações. Logo em seguida, o segundo maior volume de menções recaiu sobre a narrativa em torno da confirmação de Renan Santos no debate, após decisão de Gilmar Mendes, e a subsequente desistência de Flávio, registrando 449 mil postagens. O tema ficou em terceiro lugar em engajamento, com 5,3 milhões de interações. A discussão sobre a participação de Lula no Flow Podcast obteve 387 mil publicações e registrou o segundo maior engajamento, somando 6 milhões de interações. As postagens específicas sobre as decisões judiciais e a live de Flávio Bolsonaro obtiveram, respectivamente, 209 mil e 198 mil postagens, com 2,6 milhões e 2,5 milhões de interações.
O debate digital nos diferentes eixos temáticos esteve fortemente concentrado em torno dos três principais presidenciáveis da disputa: Lula, Flávio Bolsonaro e Renan Santos. Os nomes dos candidatos aparecem de forma recorrente e em destaque nos agrupamentos, demonstrando que suas movimentações na data se configuram como o principal eixo de conversação nas redes sociais. São observadas, ainda, menções ao “TSE”, “STF” e “Gilmar” nas publicações relacionadas às decisões judiciais envolvendo o debate.
A coleta foi organizada a partir de uma amostra estruturada em seis tópicos e por meio de buscas que removeram os retuítes e mantiveram apenas publicações originais. Foram analisados, de forma qualitativa, 6.573 postagens.
| Cluster | % do total | Perfil político | Descrição | Exemplos de termos |
|---|---|---|---|---|
| Lula no Flow Podcast | 33% | Extrema-direita 28% Esquerda 65% Imprensa 8% |
A participação de Lula no podcast Flow na noite de 1º de outubro, com a convocação para assistir o conteúdo da entrevista e o grande alcance entre a esquerda. | flow, lula, podcast, entrevista, assistir, bora, vorcaro, milhão |
| Debate cancelado e a desistência de Flávio | 27% | Extrema-direita 51% Esquerda 21% Imprensa 28% |
O cancelamento do debate da Globo e a desistência de Flávio Bolsonaro,assim como a repercussão sobre os demais candidatos e a cobertura da emissora. | globo, cancela, debate, flávio, desistiu, caiado, zema, presidencial |
| Lives, pesquisas e a reta final | 19% | Extrema-direita 45% Esquerda 36% Imprensa 19% |
A cobertura ao vivo e o comentário sobre o debate e a disputa, com lives de eleição, pesquisas e a campanha da reta final. | lives, pesquisa, eleições, reta, candidatos, renda, educação, campanha |
| Gilmar inclui Renan Santos | 9% | Extrema-direita 58% Esquerda 15% Imprensa 28% |
A inclusão do candidato Renan Santos, do Missão, no debate por decisão do ministro Gilmar Mendes, com a participação de outros ministros do STF. | gilmar, mendes, renan, santos, missão, nunes, cármen, stf |
| Púlpito vazio e a decisão do TSE | 8% | Extrema-direita 62% Esquerda 11% Imprensa 27% |
A decisão da ministra Estela Aranha, do TSE, que proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado a Lula e as perguntas ao candidato ausente. | púlpito, estela, aranha, vazio, proibiu, perguntas, cadeira, tse |
| Interferência judicial e eleições limpas | 5% | Extrema-direita 79% Esquerda 3% Imprensa 18% |
A reação da extrema-direita e de veículos, com a leitura de interferência indevida do Judiciário, insegurança jurídica e ameaça a eleições limpas. | interferência, indevida, insegurança, jurídica, liberdade, censura, veículos, limpas |
Na análise por eixos, Lula no Flow Podcast reúne 33% das publicações e 28% das interações, o maior volume da noite, com circulação de 0,85%, abaixo de um, por não depender de poucas peças de alto desempenho. Debate cancelado e a desistência de Flávio tem a mesma ordem de alcance, com 29% das interações, puxado pela imprensa. Gilmar inclui Renan Santos e interferência judicial e eleições limpas circulam acima do volume, com índices de 1,56 e 1,40, sinal de que a disputa judicial rendeu mais engajamento por publicação do que a média. Lives, pesquisas e a reta final é o eixo de menor circulação, com 0,74, próprio de um terreno de cobertura e comentário.
| Eixo | Total de posts | % de posts | Total de interações | % de interações |
|---|---|---|---|---|
| Lula no Flow Podcast | 2.155 | 33% | 28.818.709 | 28% |
| Debate cancelado e a desistência de Flávio | 1.781 | 27% | 28.962.160 | 29% |
| Lives, pesquisas e a reta final | 1.232 | 19% | 14.344.507 | 14% |
| Gilmar inclui Renan Santos | 607 | 9% | 13.805.337 | 14% |
| Púlpito vazio e a decisão do TSE | 493 | 8% | 8.675.015 | 9% |
| Interferência judicial e eleições limpas | 305 | 5% | 6.602.328 | 7% |
| Total | 6.573 | 100% | 101.208.056 | 100% |
Em termos de volume de publicações, o eixo “Lula no Flow Podcast” lidera com folga a conversação nas redes, concentrando 2.155 posts (33% do total) e gerando 28,8 milhões de interações (28%). Logo em seguida, o eixo “Debate cancelado e a desistência de Flávio” atinge quase o mesmo patamar de atenção, com 1.781 posts (27%) e 28,9 milhões de interações (29%).
Em seguida, o bloco de “Lives, pesquisas e a reta final” responde por 19% dos posts (1.232) e 14% das interações (14,3 milhões); o tópico “Gilmar inclui Renan Santos” concentra 9% das publicações (607), mas atinge um engajamento expressivo de 13,8 milhões (14%), refletindo o forte apelo das disputas jurídico-políticas; “Púlpito vazio e a decisão do TSE” soma 8% dos posts (493) e 9% das interações (8,6 milhões); e, por fim, o eixo de “Interferência judicial e eleições limpas” fecha o levantamento com 5% das publicações (305) e 7% do engajamento (6,6 milhões).
Fonte: Data Lake DX
O gráfico apresenta a proporção de participação de cada segmento no volume total de publicações de cada um dos seis eixos temáticos analisados. Observa-se que o eixo Lula no Flow Podcast concentra o maior percentual de participação da esquerda, que atinge 65%, enquanto a extrema-direita registra 28% e a imprensa 8%. No eixo seguinte, referente ao Debate cancelado e à desistência de Flávio, a extrema-direita responde por 51%, a imprensa por 28% e a esquerda por 21%. Nos demais temas, a presença da extrema-direita se sobressai no volume de publicações. No eixo Lives, pesquisas e a reta final, a extrema-direita soma 45%, a esquerda 36% e a imprensa 19%. Em Gilmar inclui Renan Santos, a extrema-direita atinge 58%, a imprensa 28% e a esquerda 15%. Já no eixo do Púlpito vazio e a decisão do TSE, a extrema-direita detém 62%, a imprensa 27% e a esquerda 11%. Por fim, o eixo de Interferência judicial e eleições limpas apresenta o maior índice de concentração de um único grupo, com a extrema-direita alcançando 79%, seguida pela imprensa com 18% e pela esquerda com 3%.
Fonte: Data Lake DX
O gráfico ilustra a distribuição interna da participação de cada segmento nos seis eixos temáticos analisados. A extrema-direita apresenta uma distribuição comparativamente mais dispersa, com maior concentração no eixo do Debate cancelado e a desistência de Flávio (31%), seguido por Lula no Flow Podcast (20%) e Lives, pesquisas e a reta final (19%), enquanto os demais temas recebem fatias menores. Em contraste, a esquerda concentra a sua atuação no eixo do Lula no Flow Podcast, com 59% de sua participação, complementado pelas Lives, pesquisas e a reta final (19%) e pelo debate cancelado (16%). Por sua vez, a imprensa demonstra um padrão de cobertura diversificado e transversal entre os acontecimentos do período. O maior foco dos veículos e jornalistas recai sobre o Debate cancelado e a desistência de Flávio (40%), seguido pelo bloco de Lives, pesquisas e a reta final (19%).
A principal narrativa reuniu as decisões dos ministros Estela Aranha e Gilmar Mendes como evidência de interferência do Judiciário na disputa. A proibição do púlpito vazio foi apresentada como uma forma de proteger Lula das consequências de sua ausência, enquanto a inclusão de Renan Santos foi descrita como tentativa de criar um ambiente desfavorável a Flávio. A leitura chegou a defender que os candidatos deveriam abandonar o debate diante das mudanças impostas pelo TSE e pelo STF.
A nota da Globo ampliou essa narrativa. O trecho em que a emissora atribuiu o cancelamento à insegurança jurídica foi tratado como reconhecimento de um “ataque do Judiciário à liberdade de imprensa”. A decisão da emissora também foi celebrada como reação legítima a uma “intervenção ilegal” do TSE e do STF. A narrativa apresentou o caso como conflito entre tribunais e liberdade editorial.
A autorização dada pelo ministro Gilmar Mendes também foi interpretada sob uma lógica eleitoral. Circulou a avaliação de que Renan entraria no debate para concentrar ataques em Flávio na ausência de Lula. Outros conteúdos sugeriram que Gilmar teria criado uma “armadilha” contra Flávio, argumento usado para justificar sua desistência. A presença de Renan aparece nesse enquadramento como alteração das condições da disputa.
A audiência da entrevista de Lula gerou uma contra ofensiva por parte da direita. Conteúdos alegaram que o número de espectadores teria sido inflado por robôs conectados de outros países e chegaram a acusar a campanha de “comprar” audiência. A narrativa buscou contestar um dos principais argumentos mobilizados pela esquerda naquela noite: o de que Lula teria escolhido um formato digital com maior alcance e capacidade de comunicação direta.
A escolha pelo Flow também foi tratada como forma de evitar o contraditório. A ausência no último debate foi apresentada como fuga de um confronto direto, enquanto a entrevista em um podcast foi caracterizada como um ambiente mais confortável. A crítica explorou o fato de Lula não ter participado dos debates do primeiro turno.
Antes mesmo do cancelamento, parte da mobilização apresentou o formato da Globo como uma situação em que Lula ficaria exposto a ataques sem direito de resposta. A opção pelo Flow foi defendida como rejeição a uma “armadilha” no debate, com críticas à presença predominante de candidatos de direita e à exclusão inicial de Renan Santos. A proibição do púlpito vazio foi recebida como correção de uma regra considerada destinada a constranger o candidato ausente.
A desistência de Flávio recebeu uma leitura oposta à apresentada por sua campanha. O aviso de que não iria ao debate, logo após a confirmação da participação de Renan Santos, foi usado para sustentar que o candidato aceitava debater sem Lula, mas recuava diante de Renan. A ironia se espalhou com a ideia de que a presença de Renan teria levado Flávio a “fugir”. Nesse eixo, a justificativa de censura foi enquadrada como um pretexto para evitar um adversário disposto a confrontá-lo.
Outra narrativa questionou por que algumas intervenções judiciais eram descritas como defesa da democracia e outras como ingerência. A comparação mais recorrente contrapôs a inclusão de Zema por Nunes Marques à autorização de Renan por Gilmar Mendes. A crítica afirmou que a imprensa teria adotado critérios diferentes diante de decisões semelhantes, interpretando a indignação com o STF como reação ao fato de a nova composição ser menos favorável a Flávio.
Com o cancelamento do debate da Globo, a entrevista passou a ser apresentada como uma escolha política bem-sucedida. A esquerda celebrou que a audiência migraria para o Flow e tratou a decisão de Lula como demonstração de capacidade de definir a própria arena de comunicação. Postagens destacaram o engajamento da transmissão ao vivo, com mais de um milhão de pessoas acompanhando a entrevista. Dados posteriores registraram 10 milhões de visualizações da entrevista no YouTube, embora esse total seja acumulado e não corresponda à audiência simultânea.
A entrevista também foi valorizada pelo conteúdo. Lula usou o programa para criticar Flávio e tratar de temas acumulados durante a campanha. Entre os trechos que ganharam circulação esteve a cobrança sobre ligações de Luciano Huck com Daniel Vorcaro, inserida na discussão sobre o Banco Master. Também circularam falas sobre bets, políticas sociais e soberania. A entrevista foi apresentada como espaço em que Lula pôde desenvolver argumentos sem as limitações de tempo dos debates televisivos.
A desistência do debate depois das decisões judiciais foi comemorada por parte do campo progressista como derrota da Globo, enquanto a audiência do Flow foi usada para sustentar que a comunicação política poderia contornar a televisão tradicional. Esse eixo recuperou críticas históricas à emissora e incorporou o episódio a uma disputa mais ampla entre mídia tradicional e ambientes digitais.
Ganhou destaque a decisão de Estela Aranha que proibiu o púlpito vazio e perguntas a Lula, seguida pela autorização de Gilmar Mendes para que Renan participasse. A Globo apresentou as duas ordens como mudanças nas regras acertadas e anunciou o cancelamento do debate. A sequência também colocou TSE e STF sob escrutínio pela proximidade das decisões com o horário previsto para o programa.
A TV Globo afirmou que as decisões representavam interferência na liberdade de organização dos debates, posição repercutida por entidades do setor. A Abert registrou preocupação com a “intervenção judicial”, enquanto análises passaram a discutir até onde tribunais podem alterar formatos previamente negociados entre veículos e campanhas.
Parte da imprensa ampliou a crítica para Lula e Flávio. O cancelamento encerrou o primeiro turno sem confronto entre os dois candidatos que lideravam as pesquisas, fato inédito em duas décadas de eleições presidenciais.
A imprensa também examinou os cálculos da campanha de Flávio. Antes da decisão final, já havia a apuração de que a presença de Renan causava desconforto na campanha, embora a equipe de Flávio negasse ter pressionado a Globo para excluí-lo. Depois da desistência, a explicação oficial de censura passou a conviver com análises de que Renan poderia concentrar ataques no senador.
A escolha de Lula por um podcast no mesmo horário também ganhou cobertura como estratégia de comunicação. A imprensa destacou a expectativa de Lula de vencer no primeiro turno, suas críticas ao modelo de debates e seus ataques a Flávio.
A cobertura repercutiu a crítica de Lula a Flávio, a defesa da proibição das bets e do reajuste do Bolsa Família, além das referências ao Banco Master. Em um dos trechos de maior repercussão, Lula retomou mensagens envolvendo Luciano Huck e Daniel Vorcaro, defendendo investigação de todos os envolvidos no caso.
A base de observação do Instituto é composta por uma lista de atores ligados ao debate político, entre eles políticos, influenciadores, mídia de referência e mídia partidária. A coleta de conteúdos é realizada a partir de perfis no Facebook e Instagram, canais do YouTube, perfis no X e no TikTok, com no total mais de 19 mil perfis. Além disso, foi utilizado para esse relatório dados obtidos pela ferramenta de social listening Talkwalker.
Debate Globo x Lula no Flow
02 de outubro de 2026
ESTE RELATÓRIO ESTÁ LICENCIADO SOB A LICENÇA CREATIVE COMMONS CC BY-SA 4.0 BR. Essa licença permite que outros remixem, adaptem e criem obras derivadas sobre a obra original, inclusive para fins comerciais, contanto que atribuam crédito aos autores corretamente, e que utilizem a mesma licença. TEXTO DA LICENÇA: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode
COMO CITAR ESSE DOCUMENTO:
Chiodi, A.; Capone, L.; Souza, P.; Pecoraro, C.; Vasques, B. Garrido, F. Debate Globo x Lula no Flow. Instituto Democracia em Xeque, 2026. Disponível em: <https://institutodx.org/publicacoes>
EQUIPE DO RELATÓRIO
Alexsander Chiodi, Leticia Capone, Paulo Souza, Caroline Pecoraro, Beto Vasques e Fabiano Garrido
Projeto gráfico: Moara Juliana