
Repercussão do vídeo ultrapassa meio milhão de publicações e 5 milhões de interações em pouco mais de 48 horas: debate foi orgânico entre usuários, com pouca expressão de atores políticos ou veículos de imprensa
- Furor à esquerda
o episódio da série “Revelando” de Fabio Porchat virou arma viral da esquerda, alcançando 77% do engajamento total.
- Efeito Streisand?
a derrubada pela Meta transformou a denúncia em caso de censura, o que ampliou o alcance.
- Silêncio à direita
o vídeo foi um fenômeno de repercussão quase todo de um lado só. A esquerda produziu três em cada quatro publicações. O campo progressista respondeu por 75% das 468 publicações do recorte e por 77% das interações, contra 15% da extrema-direita e 10% da imprensa.
- Jornalismo ou campanha?
o debate sobre jornalismo ou campanha puxou o engajamento. O eixo reúne 25% das publicações e 44% das interações, o maior do recorte, e é o único em que a extrema-direita tem tração, com 24% das publicações, ao tratar o vídeo como peça eleitoral.
- Bolsonaro-Vorcaro
a denúncia expôs as ligações de Vorcaro com o clã Bolsonaro. O eixo reúne 25% das publicações e mostra o conteúdo da série, com as relações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira. A esquerda tem 84% do eixo.
- Imprensa foca em Lagoinha-Valadão
a Igreja Lagoinha ficou no centro da história. O eixo reúne 22% das publicações e trata das relações do episódio com a Igreja Batista da Lagoinha e o pastor André Valadão. É o eixo com maior presença da imprensa, com 19%.
- Meta amplifica o debate, mesmo sem usar o algoritmo
a derrubada do vídeo sem explicações por parte da Meta virou o assunto do dia. A empresa retirou do ar o perfil Revelando Brasil no Instagram e o reativou horas depois, com pedido de desculpas e alegação de erro interno. O caso levou o recorte a 375 publicações naquela quarta-feira, o pico da série.
- Viralizou
A censura ampliou o que tentou conter. Depois de o vídeo passar de 6 milhões de visualizações em um dia, a retirada pela Meta somou o eixo da DERRUBADA PELA META e o da VIRALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO, com apelos para assistir e compartilhar antes de uma nova queda, e transformou a denúncia em bandeira de liberdade de expressão.
Entre 17 e 24 de setembro de 2026, na reta final para o primeiro turno de 4 de outubro, o segundo episódio do projeto Revelando, apresentado pelo ator e comediante Fabio Porchat e com produção do Calma Urgente, tornou-se um dos principais assuntos das redes sociais. O episódio que abriu a série foi ao ar em 21 de setembro e detalha as relações entre o Banco Master, do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, a Igreja Batista da Lagoinha e o pastor André Valadão, e figuras políticas como Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro. Os cortes no Instagram passaram de 6 milhões de visualizações em um único dia, com 140 mil compartilhamentos e 33 mil comentários.
Em 23 de setembro, a Meta retirou do ar o perfil @revelando.brasil no Instagram, depois da repercussão do episódio, e o reativou horas depois. Porchat classificou a retirada como tentativa de censura, feita sem justificativa clara, e a empresa alegou erro interno e pediu desculpas. O caso ocorreu a onze dias do primeiro turno e transformou a denúncia sobre o Banco Master em uma discussão sobre liberdade de expressão e o poder das plataformas.
O material da série se soma à crise do Banco Master, que já dominava o debate a partir da repercussão das mensagens atribuídas a Vorcaro e da investigação sobre suas conexões com figuras públicas e políticas. As apurações seguem em curso, e não há culpa estabelecida contra os citados no episódio.

O gráfico retrata a repercussão do vídeo publicado pelo projeto “Revelando” e apresentado por Fabio Porchat. Entre os dias 21 e 24 (até às 12h) de setembro, o vídeo foi mencionado em mais de meio milhão de publicações, ultrapassando 5 milhões de interações em pouco mais de 48 horas.
Nas 56 horas que vão do lançamento até a manhã de 23 de setembro, a busca ampla sobre os termos selecionados somou 149 mil menções, e a partir das 8h daquele dia, quando o perfil foi derrubado, somou outras 353 mil, ou 70% de todo o volume do período. O dia da censura reuniu 293 mil menções, 2,7 vezes o volume do dia do lançamento, e levou a série ao pico de 24,9 mil em uma hora, ao meio-dia de 23 de setembro, depois de o vídeo já ter circulado por mais de um dia sem atingir esse patamar. A retirada do perfil do ar tornou-se, ela própria, o maior gerador de menções do caso.
A repercussão começou na manhã do dia 22 a partir de uma série de elogios por representar uma “denúncia minuciosa e detalhada” e de pedidos de compartilhamento. Algumas publicações deram destaque à explicação sobre a origem da “Máfia da Lagoinha” que teria resultado em uma organização criminosa. Na noite do dia 22, o vídeo ganhou tração nas redes, sendo mencionado em mais de 10 mil publicações por hora. Além da repercussão do conteúdo do vídeo, também circularam:
- Crítica do Pastor Antonio Costa à proximidade da igreja evangélica ao bolsonarismo;
- Expectativas do potencial do vídeo de impactar no voto dos indecisos;
- Comentários sobre votos do ministro Kássio Nunes em casos passados favoráveis para Flávio Bolsonaro, como o escândalo das rachadinhas;
- Questionamentos do vídeo como “propaganda eleitoral”.
- Comentários sobre a viralidade do vídeo e movimentos para manter a disseminação em caso de derrubada.
No dia 23, com a derrubada do perfil Revelando Brasil no Instagram pela Meta e sua reativação pela empresa algumas horas depois, houve um aumento exponencial da repercussão do tema, cujas menções ultrapassaram as 20 mil publicações por hora. Os novos destaques do debate foram:
- Comentários sobre o expressivo alcance do vídeo, chegando ao Top 1 no YouTube;
- Críticas ao jornalismo tradicional por não ter produzido um conteúdo tão minucioso quanto o do humorista;
- Denúncias da ação da Meta como censura, resultando no direcionamento para o vídeo no YouTube e debates sobre a necessidade de regulação das plataformas de redes sociais;
- Questionamentos sobre suposto viés político da empresa, evidenciado por comparações com vídeos produzidos por Nikolas Ferreira que alcançaram milhões de visualizações e ficaram no ar;
- Associação de Flávio Bolsonaro ao caso Master e comentários sobre o impacto do vídeo em sua campanha;
- Celebração da reativação da conta.
Na manhã do dia 24, observa-se o início de repercussão entre atores políticos e veículos da imprensa. A deputada Sâmia Bomfim comentou sobre o assunto, destacando a necessidade de regulamentação das redes sociais. O Metrópoles divulgou diversas análises sobre a repercussão do vídeo e a derrubada pela Meta. Contudo, o debate ainda aparece de forma orgânica entre usuários, com pouca menção por atores políticos ou veículos da imprensa nacional.
| Influencer | Network | Posts | Reach | Reach per mention |
Engagement | Engagement per mention |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 29 | 9.6M | 329.7K | 286K | 9.9K | ||
| 3 | 12.9M | 4.3M | 281.5K | 93.8K | ||
| 6 | 76K | 12.7K | 238.2K | 39.7K | ||
| 1 | 93.1K | 93.1K | 152.8K | 152.8K | ||
| 2 | 890.3K | 445.2K | 128.2K | 64.1K | ||
| 1 | 2.8K | 2.8K | 102.2K | 102.2K | ||
| 3 | 5.1M | 1.7M | 82.4K | 27.5K | ||
| 2 | 40.2K | 20.1K | 81.5K | 40.8K | ||
| 2 | 6.4K | 3.2K | 75.9K | 38K | ||
| 1 | 134.1K | 134.1K | 73.1K | 73.1K |
Durante o período analisado, o debate sobre o tema nas redes foi realizado por 35,6 mil publicadores únicos. O ranking de principais publicadores aparece dominado por usuários com amplo engajamento: um criador de conteúdo (Lázaro Rosa), um veículo jornalístico nacional (Folha de S. Paulo) e um veículo de jornalismo local (Diário de Pernambuco). O ranking demonstra que o vídeo teve pouca capitalização por atores políticos e gerou uma ampla repercussão orgânica entre os usuários nas redes sociais, ganhando destaque central no X.
Entre os principais perfis, Lázaro Rosa destacou a expressiva repercussão do vídeo, que chegou ao mais assistido do YouTube, a menção de Lula ao documentário. Também chamou a atenção para a derrubada do perfil Revelando Brasil pela Meta e compartilhou a resposta de Porchat à ação. Já a Folha de S. Paulo noticiou unicamente a derrubada do perfil pela Meta (1, 2, 3).

Os principais termos utilizados no debate evidenciam a grande visibilidade dada à Igreja Lagoinha, às famílias Valadão e Vorcaro, ao caso Master e à relação de Flávio Bolsonaro com o caso. Também foram mencionados o deputado Nikolas Ferreira e registradas denúncias sobre censura, após a derrubada do vídeo. Além disso, houve ampla mobilização em torno do vídeo, demonstrada pelo destaque de termos como compartilhem e assistam.
O recorte cobre as publicações dos perfis políticos monitorados entre 17 e 24 de setembro de 2026 com termos ligados ao vídeo de Porchat, e soma 468 publicações e 9.724.155 interações, agrupadas em cinco eixos por proximidade de vocabulário. A análise dos clusters mostra domínio do campo progressista: a esquerda produziu 75% das publicações, a extrema-direita 15% e a imprensa 10%. Na soma de interações, a esquerda chega a 77%, a extrema-direita a 16%, e a imprensa a 7%.
| Cluster | % do total | Perfil político | Descrição | Exemplos de termos |
|---|---|---|---|---|
| PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA | 25% | Extrema-direita 24% Esquerda 72% Imprensa 3% |
Vídeo de Porchat sobre o caso Master, críticas a cobertura da imprensa sobre a falta de esclarecimento do caso para o público geral e divulgação da série | porchat, jornalismo, campanha, vídeo, master, globo, lula, votar, censura, revelando |
| VORCARO E O CLÃ BOLSONARO | 25% | Extrema-direita 11% Esquerda 84% Imprensa 5% |
Ligações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com Flávio Bolsonaro e o entorno bolsonarista, entre eles Nikolas Ferreira, ressaltados na série. | vorcaro, flávio, bolsonaro, nikolas, ferreira, esquema, relação, daniel, ligação, bolsonaristas |
| IGREJA LAGOINHA NO ESQUEMA | 22% | Extrema-direita 10% Esquerda 72% Imprensa 19% |
Igreja Batista da Lagoinha e o pastor André Valadão no centro do episódio, e a repercussão da série na imprensa. | igreja, lagoinha, valadão, batista, pastor, série, episódio, master, relações, revelando |
| VIRALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO | 15% | Extrema-direita 21% Esquerda 75% Imprensa 4% |
Defesa do vídeo como informação acessível e os apelos para assistir e compartilhar antes de uma nova retirada. | vídeo, assistir, compartilhar, informação, milhões, views, furou, bolha, soberania, liberdade |
| DERRUBADA PELA META | 12% | Extrema-direita 9% Esquerda 68% Imprensa 23% |
Retirada do perfil Revelando Brasil pela Meta em 23 de setembro e a reativação horas depois, com pedido de desculpas e alegação de erro interno. | meta, derrubou, perfil, revelando, censura, reativado, desculpas, restaurou, instagram, recua |
O eixo PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA e VORCARO E O CLÃ BOLSONARO empatam no topo, com 25% das publicações cada, e separam a discussão sobre o vídeo em si da discussão sobre o que ele revela. A IGREJA LAGOINHA NO ESQUEMA vem em seguida, com 22%, e leva o conteúdo para o terreno religioso. A VIRALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO e a DERRUBADA PELA META somam 27% das publicações e concentram a reação à censura. A extrema-direita só passa de 20% em dois eixos, o do vídeo e o da viralização, e não é maioria em nenhum.
| EIXO | TOTAL DE POSTS | % DE POSTS | TOTAL DE INTERAÇÕES | % DE INTERAÇÕES |
|---|---|---|---|---|
| PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA | 119 | 25% | 4.257.979 | 44% |
| VORCARO E O CLÃ BOLSONARO | 118 | 25% | 2.107.051 | 22% |
| IGREJA LAGOINHA NO ESQUEMA | 102 | 22% | 1.806.635 | 19% |
| VIRALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO | 72 | 15% | 924.510 | 10% |
| DERRUBADA PELA META | 57 | 12% | 627.980 | 6% |
| Total | 468 | 100% | 9.724.155 | 100% |
O eixo PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA possui 25% das publicações e 44% das interações, e concentra o engajamento na disputa sobre a natureza do vídeo. Os demais eixos circulam abaixo do que publicam, com VORCARO E O CLÃ BOLSONARO e DERRUBADA PELA META, apesar de a censura ter sido o gatilho do pico. Nesse sentido, o conteúdo da denúncia rendeu volume, e a briga sobre o gesto de Porchat rendeu alcance.
Fonte: Data Lake DX
A esquerda passa de 70% das publicações em todos os eixos e chega a 84% no eixo VORCARO E O CLÃ BOLSONARO. A extrema-direita tem sua maior fatia no PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA, com 24%, a partir de publicações que contestam o vídeo como peça eleitoral, e aparece com 21% no VIRALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO. A imprensa concentra-se onde há fato a noticiar, com 23% no eixo DERRUBADA PELA META e 19% no IGREJA LAGOINHA NO ESQUEMA. A distribuição mostra que a esquerda produziu e espalhou o vídeo, e a direita reagiu em relação ao debate sobre se tratar de conteúdo jornalístico.
Fonte: Data Lake DX
Na extrema-direita, o debate se concentrou principalmente no eixo PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA (40%), seguido por VIRALIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO (21%) e pelo eixo VORCARO E O CLÃ BOLSONARO (18%). Na esquerda, além de ter produzido muito mais em volume, a distribuição foi mais equilibrada, sendo que VORCARO E O CLÃ BOLSONARO (28%) apresentou a maior participação, seguido pela repercussão da iniciativa de PORCHAT, JORNALISMO OU CAMPANHA (25%) e pelo eixo IGREJA LAGOINHA NO ESQUEMA (21%). A imprensa focou, especialmente, no eixo IGREJA LAGOINHA NO ESQUEMA (42%), seguido por DERRUBADA PELA META (29%).
Publicações enquadraram o vídeo como uma ação política voltada a prejudicar Flávio Bolsonaro na reta final da campanha. O vídeo foi classificado como “desespero ideológico sobre eleições”, enquanto sua repercussão foi caracterizada como um “showzinho” realizado a poucos dias da disputa eleitoral. Em outra formulação, o conteúdo foi apresentado como parte de uma campanha de Porchat em favor de Lula, reforçando a interpretação de que a série teria finalidade eleitoral. Em paralelo, publicações em tom de deboche exploraram a aversão ao material.
Outro eixo de críticas acusou Porchat de selecionar conexões que atingiriam exclusivamente personagens da direita. O vídeo foi questionado por reunir “fatos isolados” de períodos distintos e por deixar de mencionar outras relações de Daniel Vorcaro com figuras políticas. As críticas também alcançaram a abordagem da Igreja Batista da Lagoinha, descrita como marcada por “preconceito contra a fé cristã”. Esse enquadramento ampliou a contestação ao conteúdo a partir da defesa da religião e de críticas à forma como Porchat teria tratado igrejas evangélicas. A ausência de personagens associados ao governo também foi utilizada para sustentar a acusação de parcialidade. Perfis afirmaram que Porchat “esqueceu de falar do Lulinha”, reforçando que o conteúdo teria feito uma seleção direcionada de personagens e conexões.
O conteúdo foi promovido como uma explicação acessível sobre o caso e elogiado por transformar uma investigação complexa em informação compreensível. Perfis repercutiram o alcance e a recepção positiva do vídeo, enquanto algumas publicações afirmaram que a série teria provocado preocupação entre apoiadores de Bolsonaro. Na reta final da campanha, o episódio também foi mobilizado para reforçar acusações contra atores associados ao bolsonarismo. Publicações incentivaram o compartilhamento da série sob o argumento de que ela revelaria informações que a extrema-direita buscaria ocultar e chegaram a classificar sua circulação como um “serviço de utilidade pública”. Também houve apelos para que eleitores assistissem ao material antes de votar. Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira apareceram como personagens centrais dessa narrativa
A remoção temporária do perfil Revelando pelo Instagram foi associada ao incômodo que o conteúdo teria provocado “em muita gente” e classificada como um episódio de censura por parte da Meta. Ao mesmo tempo, perfis destacaram a audiência alcançada pelo conteúdo e incentivaram o público a continuar compartilhando o episódio. Após a restauração da conta, o episódio passou a alimentar críticas ao poder das plataformas de interferir na circulação e no alcance de conteúdos políticos.
A cobertura destacou o alcance e o engajamento do vídeo, com atenção especial às relações entre Daniel Vorcaro, André Valadão e a Igreja Batista da Lagoinha. Outras publicações também deram destaque às conexões entre Vorcaro, Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro.
A retirada do perfil Revelando Brasil do Instagram concentrou parte da cobertura. A imprensa registrou que a conta saiu do ar após a publicação do episódio e que, inicialmente, a Meta não havia informado qual regra teria sido violada. Horas depois, a empresa restaurou o perfil e pediu desculpas, afirmando que a remoção havia ocorrido por erro. Parte da cobertura destacou que a empresa “recuou” da decisão ao restabelecer a conta. A sequência ampliou as discussões sobre os critérios de moderação de conteúdos políticos pelas plataformas durante o período eleitoral e foi mobilizada para questionar o poder de empresas privadas de definir o que permanece na arena pública, além da transparência de seus critérios de moderação e dos mecanismos disponíveis para contestar decisões.
Veículos destacaram a declaração de Fabio Porchat sobre a remoção temporária do perfil Revelando Brasil do Instagram. O apresentador classificou o episódio como uma tentativa de censura e incentivou o público a continuar compartilhando o conteúdo. A cobertura também ressaltou o alcance do vídeo, que chegou ao primeiro lugar do ranking Hype do YouTube Brasil em menos de 24 horas.
A base de observação do Instituto é composta por uma lista de atores ligados ao debate político, entre eles políticos, influenciadores, mídia de referência e mídia partidária. A coleta de conteúdos é realizada a partir de perfis no Facebook e Instagram, canais do YouTube, perfis no X e no TikTok, com no total mais de 19 mil perfis. Além disso, foi utilizado para esse relatório dados obtidos pela ferramenta de social listening Talkwalker.
HISTÓRICO DARK HORSE
24 de setembro de 2026
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TEXTO DA LICENÇA: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode
COMO CITAR ESSE DOCUMENTO:
Chiodi, A.; Costa, A.; Pecoraro, C; Vasques, B. Censura a Porchat. Instituto Democracia em Xeque, 2026. Disponível em: <https://institutodx.org/publicacoes>
Equipe do relatório
Alexsander Chiodi
Andressa Costa
Beto Vasques
Caroline Pecoraro
Design e diagramação: Moara Juliana
INSTITUTO DEMOCRACIA EM XEQUE
Beto Vasques
Diretor de Relações Institucionais
Letícia Capone
Diretora de Pesquisa
Alexsander Chiodi
Coordenador de Relatórios
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Pesquisadora Associada
Andressa Costa
Pesquisadora Associada
Contato: [email protected]
