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Pablo Marçal mantém em funcionamento rede digital de apoiadores que lucram com cortes de vídeos

Pablo Marçal mantém em funcionamento rede digital de apoiadores que lucram com cortes de vídeos

Veja o relatório do DX parte do projeto Hubs Regionais
“Campanha Paralela: As contas anônimas de Pablo Marçal no TikTok”

 

Em 24 de agosto, uma decisão liminar do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo mandou tirar do ar perfis de Marçal usados para monetização, atendendo a um pedido da campanha da candidata e deputada federal Tabata Amaral (PSB). A decisão foi motivada por indícios de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação na remuneração de usuários para produzir “cortes” e divulgá-los nas redes.

 

O Estadão, o Instituto Democracia em Xeque (DX) e a agência Bites identificaram contas de apoio a Marçal no YouTube, Instagram e TikTok que impulsionam a ofensiva do candidato na campanha e oferecem cursos de como outros usuários podem tirar proveito desse conteúdo. A análise de 50 perfis em cada uma dessas redes sociais mostra como esse ambiente de idolatria ao coach funciona. Procurada para comentar o assunto, a campanha do PRTB não respondeu.

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