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#BOLSOMASTER | Boletim DX Especial (14.05.2026)

O vazamento envolvendo Flávio Bolsonaro levou o caso Banco Master ao maior patamar de repercussão dos últimos 30 dias, com 360 mil menções em 13/5, 123 mil em 14/5 e 8,6 milhões de interações. O episódio superou recortes anteriores ligados ao STF, Lula e Ciro Nogueira, consolidando o eixo “Master e Flávio Bolsonaro” como o de maior repercussão nacional.

Perfis de esquerda lideraram a repercussão do caso tanto em volume de publicações quanto em interações. A imprensa teve menor participação em quantidade de posts, mas alcançou a maior média de engajamento. O termo “Bolsomaster” foi usado para consolidar o desgaste da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. PT e PSOL concentraram os maiores resultados entre partidos, indicando que a esquerda conseguiu transformar o conteúdo revelado em argumento de desgaste contra Flávio Bolsonaro, enquanto o PL atuou na defesa do financiamento privado.

O Intercept liderou as interações do debate, com 1.058.990 engajamentos, confirmando que a origem do vazamento também concentrou a maior capacidade de circulação do caso.

Com menor repercussão, os perfis de direita mobilizaram a narrativa de que o filme sobre Bolsonaro estaria sendo financiado com dinheiro privado, e não público, em uma tentativa de justificar as relações de Flávio com o empresário Daniel Vorcaro. Já perfis de esquerda mobilizaram a narrativa de que o filme não teria utilizado recursos da Lei Rouanet porque teria sido baseado na lei “Roubanet”, vinculando o áudio de Flávio e Vorcaro a outros episódios, como o do detergente Ypê.

A esquerda e a imprensa deram destaque ao grau de proximidade entre Daniel Vorcaro e Flávio Bolsonaro, evidenciado pelo tom das mensagens trocadas entre ambos e pela percepção de uma relação pessoal antiga entre os dois.

A imprensa repercutiu o aumento das dúvidas sobre a continuidade da candidatura de Flávio Bolsonaro após o caso Vorcaro. Passou a circular nos bastidores a possibilidade de Michelle Bolsonaro assumir a cabeça da chapa presidencial, cenário negado publicamente por Flávio

A imprensa destacou inconsistências nas declarações de Flávio Bolsonaro sobre sua relação com Vorcaro após negativas anteriores e posterior reconhecimento da negociação, e a contradição entre o áudio divulgado e a versão da produtora sobre o recebimento dos recursos.

Setores bolsonaristas reagiram às críticas de Romeu Zema a Flávio Bolsonaro, acusando o governador mineiro de tentar ocupar o espaço político do pré-candidato, movimento impulsionado por Eduardo e Carlos Bolsonaro. 

A imprensa e a esquerda destacaram que os valores atribuídos ao financiamento de “Dark Horse” superariam produções brasileiras como Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto, alimentando questionamentos sobre a real destinação dos recursos enviados para empresa ligada a aliado de Eduardo Bolsonaro nos EUA.

Perfis de esquerda associaram o caso Vorcaro a episódios anteriores envolvendo Flávio Bolsonaro, retomando menções à rachadinha, Fabrício Queiroz, aquisição de imóveis, à loja de chocolates e ao patrimônio do pré-candidato.

Imprensa e esquerda associaram a queda da Bolsa e a alta do dólar à revisão das apostas do mercado sobre a viabilidade eleitoral de Flávio Bolsonaro, pressionada pela pesquisa Quaest e pelo vazamento do áudio com Vorcaro.

Dados, métricas e narrativas mobilizadas

Fonte: Instituto Democracia em Xeque, via Talkwalker.

MENÇÕES

ENGAJAMENTO

Fonte: Instituto Democracia em Xeque, via Talkwalker.

Durante os últimos 30 dias, o caso Banco Master passou por diferentes ciclos de atenção digital. Até o início de maio, o debate esteve mais distribuído entre associações do banco com o STF, em especial com menções aos ministros Moraes e Toffoli. 

Em 22 de abril, o eixo “Master e Lula” registrou 37,6 mil menções, relacionando o presidente ao banqueiro a partir do aluguel de barcos durante a COP30. Já a repercussão envolvendo o senador Ciro Nogueira, ligada às investigações da PF sobre supostos repasses mensais do banqueiro ao senador, marcou 155 mil menções em 7 de maio e 62 mil em 8 de maio

A partir do vazamento publicado pelo Intercept, porém, o eixo “Master e Flávio Bolsonaro” alcançou 360 mil menções no dia 13/5 e registra 123 mil no dia de hoje, somando 8,6 milhões de interações. Trata-se da maior repercussão do caso Banco Master no período analisado, superando os demais recortes acompanhados tanto em volume quanto em engajamento. Mesmo temas com alto engajamento, como “Master e STF”, com 5,6 milhões de interações, ficaram atrás da repercussão envolvendo Flávio, indicando que o áudio funcionou como o principal gatilho de nacionalização e popularização do caso.

Análise das métricas da lista fechada

Entre 13/5 e 14/5, foram identificados 4.829 posts mencionando os termos Vorcaro e Flávio. A distribuição de posts indica que a esquerda sustentou o maior volume de publicações entre os campos analisados, com 1.469 posts, acima da direita, com 1.133, e da imprensa, com 676. O dado sugere que a revelação feita pelo Intercept mobilizou uma reação política mais ativa no campo da esquerda, que divulgou a prova da proximidade entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.

Quando se observam as interações, a predominância da esquerda se amplia. O campo alcançou 4.095.895 interações, superando a imprensa, com 3.532.031, e a direita, com 2.607.167. A diferença mostra que o caso ganhou tração para além da publicação original, com forte adesão de perfis que exploraram o áudio, as mensagens e os valores atribuídos ao financiamento do filme como elementos de desgaste político para Flávio Bolsonaro. A soma de interações da direita ser menor que da esquerda e da imprensa aponta que não houve uma tentativa unificada de responder ao caso.

A lista de perfis com mais interações confirma o papel do Intercept como ator de maior alcance no debate, com 1.058.990 interações. Em seguida, aparecem perfis e veículos que ajudaram a ampliar a repercussão, como Lindbergh Farias, G1, Luiz Bacci, UOL Notícias e GloboNews. 

A composição da lista mostra que o caso circulou pela cobertura jornalística, que validou a denúncia, e o da disputa política, que transformou o conteúdo em argumento contra a candidatura de Flávio Bolsonaro.

Entre os partidos, PT e PSOL concentram os maiores resultados de interação, com 591.715 e 561.579, seguidos pelo PL, com 419.056. A predominância de partidos de esquerda reforça a leitura de que a repercussão foi mais favorável ao campo de oposição ao bolsonarismo, que conseguiu explorar o caso como prova de contradição entre o discurso público de Flávio Bolsonaro e as relações privadas reveladas pelas mensagens. Entre o PL, o discurso em geral foi para defender a legalidade do financiamento privado e tentar reduzir o impacto político da denúncia.

Os vocabulários mais recorrentes foram processados a partir dessa amostra de posts, resultando na identificação dos eixos de discussão (clusters) presentes na tabela abaixo. Ele revela seis clusters narrativos distintos, formados com base na coocorrência de termos nos discursos sobre o tema. Os eixos foram interpretados da seguinte forma:

A dinâmica dos clusters mostra que a direita concentrou sua reação em uma frente principal, baseada na defesa de que “Dark Horse” teve financiamento privado, sem uso de dinheiro público e sem contrapartida irregular. Já a esquerda dominou o debate com maior diversidade de enquadramentos, explorando o áudio de Flávio, os valores atribuídos ao financiamento, a contradição entre versões anteriores do senador, a proximidade com Vorcaro, os possíveis impactos eleitorais e a associação do caso ao termo “BolsoMaster”. Com isso, enquanto a direita buscou conter a crise por meio de uma tese defensiva mais restrita, a esquerda conseguiu expandir o episódio para diferentes camadas de desgaste político, judicial e eleitoral.

O cluster “Dark Horse tem financiamento privado e não usa dinheiro público” concentrou a principal reação defensiva do campo bolsonarista. As publicações insistem que o filme não utilizou verba estatal e que o apoio financeiro de empresários não configuraria irregularidade. O argumento procura enquadrar a discussão do vínculo entre Flávio e Vorcaro para um debate sobre liberdade de investimento privado e perseguição política. Aparecem tentativas de relativizar as denúncias, afirmar que não houve contrapartida pública e sustentar que contatos pessoais entre empresários e políticos não seriam prova de crime. 1, 2.

Já o cluster “Repercussão do áudio de Flávio para Vorcaro” organiza a principal frente de desgaste político do caso. O áudio enviado por Flávio foi mobilizado como prova de que o senador teria omitido ou negado uma relação próxima com Vorcaro em declarações anteriores. O debate enfatiza os valores envolvidos no financiamento do filme, a dependência financeira da produção e a possibilidade de uso político dos recursos. O termo “BolsoMaster” passou a sintetizar essa associação entre o clã Bolsonaro e o banqueiro investigado. Aparecem leituras sobre o impacto eleitoral da denúncia, incluindo apreensão entre aliados diante do potencial de expansão da crise durante a pré-campanha presidencial (1, 2, 3).

O cluster “Relação de Vorcaro com filme sobre Bolsonaro” reúne conteúdos de caráter mais investigativo, voltados a reconstruir a cadeia de financiamento de “Dark Horse”, os intermediários, os fundos e os caminhos usados nos repasses. A circulação foi impulsionada pela reportagem do Intercept Brasil, além de vídeos da GloboNews sobre a reação de Flávio Bolsonaro ao jornalista Thalys Alcântara.

O cluster “Reação de Zema” aparece como desdobramento lateral da crise, marcado pela irritação de setores bolsonaristas com o posicionamento do governador mineiro. O debate expôs tensões internas na direita, com cobranças de lealdade, ataques a Zema e repercussões envolvendo lideranças como Cleitinho e Ronaldo Caiado.O cluster “Vitória de Lula em outubro” reúne a apropriação eleitoral do caso por perfis de esquerda, que passaram a associar a denúncia ao desgaste da candidatura de Flávio Bolsonaro. Circularam conteúdos de pressão sobre figuras da direita, como a postagem de Tabata Amaral direcionada a Nikolas Ferreira, além de publicações defendendo medidas judiciais contra Flávio, como as de Pedro Rousseff e Renan Santos.

Análise de narrativas

O caso gerou críticas ao pré-candidato por parte de influenciadores, comentaristas e lideranças da direita. O governador Romeu Zema publicou vídeo em sua página no Instagram afirmando que “é preciso ter credibilidade para mudar o Brasil”. O comentarista Rodrigo Constantino, que costumava defender a família Bolsonaro, declarou esperar que os áudios fossem falsos e, após a confirmação, passou a criticar as tentativas de defesa do senador, afirmando que o “estrago já está feito”. Repercutiram publicações de Janaína Paschoal argumentando que a “centro-direita precisa agir para se recompor”. Já Kim Kataguiri classificou o pronunciamento de Flávio Bolsonaro como “patético”, afirmou que ele “perdeu toda a moral para representar a direita” e defendeu que o senador renuncie ao mandato e abandone suas pretensões eleitorais (1; 2; 3; 4; 5; 6). No programa Oeste sem Filtro, embora alguns comentaristas tenham relativizado a situação, implicando o envolvimento do STF e de ministros no caso do Banco Master e questionando as motivações do vazamento da informação, houve a defesa de apuração ampla dos fatos, inclusive com a sugestão de que seja divulgada a lista de todos os financiadores do filme. 

Entre os principais argumentos daqueles que defendem Flávio Bolsonaro consta o argumento de que o banqueiro Daniel Vorcaro já teria financiado produções ligadas a diferentes ex-presidentes brasileiros. O deputado federal Gustavo Gayer afirmou que o caso “não se trata de viagens ao exterior, festas ou jatinhos”, destacando que Vorcaro teria apoiado financeiramente o documentário sobre Lula dirigido por Oliver Stone e lançado em 2024, além de filme sobre o governo de Michel Temer. O deputado Nikolas Ferreira perguntou em um post no Twitter por que não há a mesma intenção de criminalizar o financiamento dos filmes de Lula e Temer feitos por Vorcaro (1; 2; 3).

Outro argumento mobilizado em defesa de Flávio Bolsonaro foi que o acordo de financiamento para o documentário teria sido firmado antes do surgimento das suspeitas envolvendo o Banco Master. Nesse contexto, o deputado federal Mário Frias, produtor executivo do longa-metragem, afirmou que o projeto é financiado com 100% de capital privado e declarou que o filme vem sendo alvo de tentativas de descredibilização política e ideológica desde seu anúncio. 

Já o deputado federal Guilherme Derrite afirmou que transformaram uma “relação privada legítima” em escândalo político, ressaltando ainda que o contrato teria sido firmado cerca de dois anos antes das denúncias envolvendo o banco (1; 2). 

Canais partidarizados e atores políticos aliados ao governo repercutem denúncias envolvendo o financiamento do filme “Dark Horse”, apontando inconsistências financeiras, ausência de repasses à produtora e movimentações internacionais de recursos como indícios de suposto esquema de lavagem de dinheiro. Neste sentido, o filme seria apenas uma “fachada para lavagem de dinheiro“, e haveria indícios de que “pelo menos 2 milhões de dólares foram enviados para uma empresa no Texas ligada a Eduardo Bolsonaro“. Há a defesa da ampliação das investigações pela Polícia Federal e pedidos de quebra de sigilo fiscal.

Parlamentares defendem a prisão preventiva, quebra de sigilos, bloqueio de bens e apreensão de passaporte do pré-candidato Flávio Bolsonaro. O caso é apresentado como parte de um esquema maior de uma suposta organização criminosa envolvendo operadores financeiros, aliados bolsonaristas e agentes públicos. As acusações se estendem a outras figuras políticas, como Ricardo Nunes, Paulo Guedes e Campos Neto. Circulam pressões por uma atuação mais rigorosa da Polícia Federal, STF, Ministério Público e a instalação de uma CPI. Há discursos mais moderados, que defendem o respeito ao devido processo legal sem excessos, em referência crítica à Lava Jato.

Atores políticos e canais partidarizados aproveitaram o ensejo do “maior escândalo bancário da história do Brasil ” para apresentar a melhora da aprovação do governo Lula e as realizações da gestão. Aqui se enfatiza que as investigações do caso Master só foram possíveis devido ao governo Lula. Os conteúdos contrapõem a ideia de “retomada” e estabilidade institucional no governo ao cenário de corrupção, má gestão e favorecimento político atribuídos ao bolsonarismo. Também ganharam repercussão publicações que associam o episódio aos resultados da pesquisa Quaest divulgada na manhã desta quarta-feira, na qual o presidente Lula teria recuperado terreno, sobretudo entre eleitores vistos como decisivos, como as mulheres e os eleitores “independentes” ( “nem Lula nem Bolsonaro”).

Postagens de atores políticos e influenciadores de esquerda, com volume expressivo de interações, utilizam a linguagem de memes e produção de conteúdo humorístico, incluindo montagens de capas de filmes, destacam o envolvimento de Flávio com Daniel Vorcaro e as contradições nas suas declarações. As mudanças de posicionamento e as declarações referentes à Lei Rouanet, são mobilizadas para descredibilizar o senador, taxado de mentiroso

Veículos de mídia, entre eles o Intercept Brasil, que veiculou a primeira reportagem sobre a relação entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, argumentaram que o senador teria mudado sua versão sobre conhecer o dono do Banco Master e sobre o financiamento do filme de seu pai, já que há meses atrás negou que sua família mantivesse qualquer relação com o acusado de fraude e na manhã do dia 13 respondeu a um repórter que a destinação de recursos para o filme seria mentira (The Intercept 1; Metrópoles; Folha de S.Paulo).

Veículos e jornalistas repercutiram o vídeo publicado pelo senador na noite do dia 13/05, quando admite a autoria na troca de mensagens com Vorcaro e argumenta o financiamento do filme foi privado e não público (Folha de S.Paulo; BBC; Veja; Poder 360; Sam Pancher). No UOL, a jornalista Daniela Lima já havia confirmado a veracidade dos áudios, afirmando que estariam nos arquivos da PF enviados ao ministro André Mendonça.

Houve destaque, entre veículos de imprensa e jornalistas, para o posicionamento da produtora do filme ‘Dark Horse’ e para Mário Frias, deputado federal ligado ao núcleo bolsonarista e produtor do filme, sobre não terem recebido aporte financeiro do Banco Master (Estado de Minas; Metrópoles; CNN). Publicações dos jornais O Dia e da Folha de S.Paulo salientam que a declaração contradiz Flávio Bolsonaro, que afirmou ter negociado recursos com Vorcaro. Já o jornalista Demétrio Vecchioli argumentou que a EntrePay, que supostamente seria sócio oculto, não teria negado o recebimento de financiamento.

O vídeo publicado pelo pré-candidato Romeu Zema, em que salienta que relação entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro seria imperdoável e “um tapa na cara dos brasileiros de bem”, foi repercutido por perfis de mídia e jornalistas (Poder 360; Exame; O Tempo; O Globo; Metrópoles; André Shalders; Lauro Jardim; Noblat). G1, além de apontar falas do ex-governador de Minas Gerais, salientou que Renan Santos afirmou que as denúncias sobre Flávio Bolsonaro seriam óbvias, reforçando que “onde há escândalo de corrupção” o senador também estaria. Já o Valor Econômico repercutiu o posicionamento de Ronaldo Caiado, cobrando transparência.

A resposta de Tarcísio de Freitas, ao ser questionado durante coletiva sobre a relação de Flávio Bolsonaro e Vorcaro, de que isso não seria pauta da entrevista, se negando a comentar o assunto, foi tema de notícias do G1; Veja e O Globo.

Nota metodológica

Para a realização desta pesquisa, foi utilizado o Talkwalker e o Data Lake do Instituto Democracia em Xeque, com dados coletados e armazenados utilizando APIs públicas das plataformas Facebook, Instagram, YouTube, X/Twitter e TikTok.

A base de observação do Instituto é composta por uma lista de atores ligados ao debate político, entre eles políticos, influenciadores, mídia de referência e mídia partidária. A coleta de conteúdos é realizada a partir de perfis no Facebook e Instagram, canais do YouTube, perfis no X e no TikTok, com no total mais de 16 mil perfis.

Em 04/09/25, os dados quantitativos passaram a contabilizar como interações a soma de curtidas, comentários, compartilhamentos e visualizações das postagens em todas as redes sociais. A inclusão da quantidade de views nos vídeos do Instagram resultou no aumento significativo deste total.

Repercussão do relatório na mídia

Globonews – Estúdio I | 14/05/2026

Diretores Participantes:

Direção de Relações Institucionais
Direção de Tecnologia e Estudos Temáticos
Direção de Pesquisa

Pesquisadores Participantes:

Coordenação de Relatórios
Coordenação de Gestão Institucional
Doutor e mestre em Linguística (UFF), bacharel em Letras (UFRGS)
Doutora em Ciências Humanas (UFABC)
Coordenação de Arte e Comunicação
Doutora em Ciência Política (UFMG), mestre em Ciência Política (UFPE)
Doutora em Comunicação (PUC-Rio), jornalista

ESTE RELATÓRIO ESTÁ LICENCIADO SOB A LICENÇA CREATIVE COMMONS CC BY-SA 4.0 BR.
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