O encontro Lula-Trump gerou um debate digital com a imprensa como mediadora, ocupando 8 dos 10 perfis mais influentes. O campo conservador focou em narrativas de sanções e “armadilha”, explorando teorias conspiratórias no Telegram. A fala de Lula sobre Palestina/Israel projetou o Brasil na mídia internacional como voz crítica à escalada em Gaza. Temas ambientais reforçaram o contraste entre a tradição diplomática brasileira e o negacionismo climático de Trump.
