O plenário passou o dia discutindo quem pode julgar Alexandre de Moraes e sob quais regras, e terminou sem decidir o mérito, adiado por um pedido de vista de Flávio Dino no fim da tarde.
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Moraes lidera, mas Mendonça registra o maior pico:
Entre 10h e 18h, Alexandre de Moraes somou 477 mil menções (36%), seguido por André Mendonça (367 mil; 28%) e Flávio Dino (225 mil; 17%). Mendonça registrou o maior pico individual, com 21.323 menções em cinco minutos às 12h45, durante o confronto com Moraes e Gilmar Mendes. Moraes atingiu 19.411 menções às 17h15, durante a discussão sobre a unificação dos processos.
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Julgamento alcança milhões de interações:
A extração dos cinco ministros entre 10h e 18h registrou 1.314.255 menções, com 11,1 milhões de interações. Em outro recorte utilizado no relatório, entre 8h e 18h30, o julgamento somou 122 mil menções, 37,3 mil autores únicos, 1,1 milhão de interações.
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Impedimentos e imparcialidade:
As publicações sobre suspeições e impedimentos passaram de 1% às 10h para 18% na média da manhã, impulsionadas pelas declarações de impedimento de Kássio Nunes Marques e de suspeição de Dias Toffoli. À tarde, a discussão sobre Moraes votar no próprio caso chegou a 11% das publicações.
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Confrontos entre ministros impulsionam a repercussão:
Os embates entre Moraes, Mendonça e Gilmar Mendes foram os principais motores de pico da manhã. Moraes acusou Mendonça de mentir, perguntou “quem tem medo da Polícia Federal?” e o associou a um grupo político que teria tentado dar um golpe. Gilmar Mendes também entrou no confronto, usando termos como “pixuleco”. No acompanhamento, publicações contendo o termo “golpe” apresentaram 90% de tom negativo.
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Caso Master mantém Vorcaro no centro da narrativa:
O caso Master e as acusações relacionadas a Daniel Vorcaro permaneceram como eixo transversal da repercussão. As menções aos contatos de Moraes com Vorcaro apareceram articuladas às discussões sobre a investigação, enquanto novos vazamentos envolvendo outros ministros ampliaram a narrativa sobre possíveis vínculos entre integrantes da Corte e o empresário.
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Imparcialidade do STF vira eixo da crise institucional:
A saída de Nunes Marques e Toffoli, as divergências sobre relatoria e condução do processo e os confrontos públicos entre ministros alimentaram narrativas de parcialidade, conflito de interesses e crise institucional. O enquadramento apareceu tanto em ataques da direita à Corte quanto em críticas à presença de diferentes ministros no caso.
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Julgamento alimenta narrativas de espetáculo e disputa eleitoral:
Comparações humorísticas, referências a programas de televisão, apostas e “audiência recorde” acompanharam a cobertura dos confrontos. Perfis de direita transformaram o episódio em argumento de mobilização eleitoral em torno de Flávio Bolsonaro, enquanto perfis de esquerda associaram a repercussão à disputa eleitoral e contestaram a tentativa de produzir “pânico eleitoral”.
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Soberania e sanções dos EUA entram na disputa narrativa:
A defesa da soberania nacional feita pelo ministro foi rebatida por perfis de direita com referências à possibilidade de novas sanções americanas, enquanto perfis de esquerda enquadraram o episódio como reação a uma tentativa de pressão dos EUA sobre o STF.
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Confrontos impulsionam convocação para as ruas:
A partir dos embates no plenário, publicações de perfis da direita passaram a defender que a próxima sessão seja acompanhada por mobilização presencial e telões, com chamados que circularam entre diferentes perfis políticos.
A sessão atrasou e foi aberta por Fachin com a afirmação de que o tribunal atravessa período difícil e não julga pessoas, mas fatos. Nunes Marques declarou-se impedido e pediu para deixar a sessão, e Dias Toffoli declarou-se suspeito e não participa do julgamento. Dino e Fachin discutiram sobre as regras de condução, e Dino afirmou que em nenhum tribunal do país o presidente pode destituir um relator, e disse que o Judiciário vive o momento mais corrupto de sua história e alertou para uma avenida de corrupção caso Moraes seja investigado. Moraes tomou a palavra, acusou Mendonça de estar a serviço de um grupo político que quis dar um golpe e perguntou quem tem medo da Polícia Federal, e Gilmar Mendes rebateu Mendonça falando em pixuleco e boneco eleitoral.
Na retomada, por volta das 15h30, o plenário deixou de tratar do mérito e passou a votar uma questão de ordem sobre julgar o caso de Moraes junto com o de Mendonça. Fachin votou por rejeitar o adiamento e por manter os processos separados, acompanhado de Mendonça e de Luiz Fux, enquanto Moraes, Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin votaram pela análise conjunta. Ao longo da tarde, Mendonça e Gilmar Mendes voltaram a bater boca, o procurador-geral Paulo Gonet negou proximidade com Vorcaro, e Dino pediu vista por volta das 17h50. O mérito, sobre autorizar ou não a investigação a Moraes, não foi decidido, e a questão de ordem ficou sem conclusão até o encerramento da coleta.
Fonte: Instituto Democracia em Xeque, via Talkwalker.
A repercussão em torno do julgamento somou 122 mil menções entre 8h e 18h30, produzidas por 37,3 mil autores únicos. O volume cresceu após o início da sessão extraordinária do STF, às 10h35, e avançou ao longo da manhã em meio aos confrontos entre Moraes e Mendonça, críticas de Gilmar Mendes à condução do caso e questionamentos sobre as decisões de Fachin. A curva atingiu seu maior patamar pouco antes das 13h e caiu em seguida, acompanhando a suspensão da sessão para a transmissão do horário eleitoral gratuito, com retomada prevista para às 14h. Ao todo, as publicações acumularam 1,1 milhões de interações.
O debate se concentrou em duas frentes: as acusações relacionadas aos contatos de Moraes com Daniel Vorcaro e a disputa interna no STF sobre a condução das investigações. Durante a sessão, Moraes e Mendonça trocaram acusações, enquanto Dino e Gilmar questionaram decisões relacionadas à relatoria e ao afastamento da direção da PF. A discussão levou ao plenário divergências que vinham se acumulando desde a semana anterior e transformou o julgamento em novo capítulo do conflito entre os ministros.
Fonte: Instituto Democracia em Xeque, via Talkwalker.
Results
1.3M Results
Engagement
11.1M Engagement
Fonte: DX via Talkwalker.
Entre 8h e 16h59 desta terça-feira (15), foram registradas 1,1 milhão de menções aos cinco ministros e 10 milhões de interações. Alexandre de Moraes permaneceu como o nome mais citado, com 521,9 mil menções, mais que o dobro do volume registrado por Flávio Dino, segundo colocado. Dino e André Mendonça aparecem na sequência, enquanto Gilmar Mendes e Kassio Nunes Marques registram volumes menores. Mesmo com os embates envolvendo diferentes integrantes da Corte, a repercussão acumulada permaneceu concentrada em Moraes e nas acusações relacionadas ao caso Master.
Ao longo do julgamento, porém, a atenção se desloca conforme avançam as discussões no plenário. Próximo do meio-dia, os embates envolvendo Mendonça, Dino e Gilmar aumentam a repercussão desses ministros, antes de uma queda mais generalizada durante a pausa para o horário eleitoral. Com a retomada da sessão, ocorre uma nova mudança no debate: durante o voto de Dino, as menções ao ministro crescem rapidamente e passam a ocupar maior espaço no fim do recorte, enquanto Mendonça e Gilmar recuam em relação aos picos anteriores. Assim, o acumulado mostra uma concentração em Moraes, mas a série temporal revela uma repercussão mais móvel, que acompanha quem está no centro das discussões em cada momento da sessão.
| Ministro | Menções | % das menções | Engajamento | Pico em cinco minutos |
|---|---|---|---|---|
| Alexandre de Moraes | 477.027 | 36% | 3,5 milhões | 19.411 às 17h15 |
| André Mendonça | 366.873 | 28% | 3,1 milhões | 21.323 às 12h45 |
| Flávio Dino | 225.016 | 17% | 2,2 milhões | 12.564 às 16h15 |
| Gilmar Mendes | 146.574 | 11% | 1,5 milhão | 12.567 às 12h45 |
| Kássio Nunes Marques | 98.765 | 8% | 903,7 mil | 7.037 às 11h45 |
| Total | 1.314.255 | 100% | 11,1 milhões |
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12h45
Gilmar Mendes rebate Mendonça e fala em pixuleco e boneco eleitoral
VEÍCULO Midiajur ↗Novo vazamento de diálogos atribuídos a Vorcaro cita Fux, Nunes Marques e Mendonça
VEÍCULO Diário do Nordeste ↗ -
12h34
Moraes acusa Mendonça de estar a serviço de um grupo político que quis dar um golpe
VEÍCULO Brasil 247 ↗ -
10h52
Dino afirma que nenhum presidente de tribunal pode destituir um relator
VEÍCULO Diário de Notícias ↗ -
10h09
Dino pede investigação sobre Mendonça e cita encontro com Vorcaro
VEÍCULO Jornal de Brasília ↗ -
10h03
Defesa escrita de Moraes chama de inconstitucional e ilegal a investigação determinada por Mendonça
VEÍCULO Ceará e Notícia ↗ -
10h00
Reportagem sobre mensagens atribuídas a Vorcaro que citam 500 mil reais ao filho de Nunes Marques
VEÍCULO Amo Direito ↗
A disputa já estava instalada antes da abertura. Às 10h, quando o plenário ainda não tinha começado a trabalhar, circulavam as reportagens sobre mensagens atribuídas a Vorcaro que citam o filho de Nunes Marques, a defesa escrita de Moraes e o pedido de Dino contra Mendonça. As falas mais duras da manhã, de Moraes e Gilmar, vêm depois das 12h30. Na tarde, os registros se concentram nos votos da questão de ordem, entre 15h16 e 16h45, e no pedido de vista de Dino, às 17h53, que empurrou a decisão para outra data.
Às 10h, os eixos de maior peso eram a transmissão e a segurança da sessão, com 29% das publicações, e o pedido de investigação ou afastamento de Moraes, com 25%. Na meia hora das 11h30, as suspeições e impedimentos saltaram para 35%, e na seguinte a disputa sobre a relatoria e o regimento chegou a 16%. O pronunciamento de Flávio Bolsonaro, que abriu a manhã com 21%, terminou com 6%. Às 12h30, com a fala de Moraes, o eixo que trata de sua participação passou de 3% para 16%, e o pedido de investigação voltou a 22%.
Embates entre Mendonça, Moraes e Gilmar tensionam sessão
Alexandre de Moraes e André Mendonça discutiram durante a sessão, o que gerou expressiva repercussão nas redes sociais. Publicações ressaltam que Moraes acusou Mendonça de mentir, perguntou “quem tem medo da Polícia Federal?” e o associou a quem tentou dar um golpe no país. Outras postagens enfatizam a acusação de que Mendonça teria exigido que a PF incluísse o nome de Moraes em uma delação premiada, o que Mendonça negou. O embate com Gilmar Mendes também repercutiu, com destaque para o momento em que Gilmar chamou Mendonça de “pixuleco” e “boneco eleitoral”. Circulou ainda o trecho em que Gilmar se exaltou ao falar de Mendonça, que rebateu pedindo que o colega não apontasse o dedo para ele, e perfis de direita apresentaram o episódio como a diferença “entre moleque e homem”. Durante as discussões, esses perfis descreveram Moraes como “transtornado” e criticaram o fato de ele estar julgando a si mesmo. Já perfis alinhados a Moraes argumentam que as mensagens usadas contra ele seriam falsas.
Direita defende Mendonça e ataca outros ministros
Perfis da direita apresentam André Mendonça como exceção em uma Corte vista como comprometida. Há expectativa de que o ministro tenha uma “bomba atômica” contra Moraes, capaz de tornar inviável qualquer voto contrário. Também circula a leitura de que Flávio Dino quer investigar Mendonça justamente porque este investiga um amigo de Dino. Em tom mais radical, há publicações afirmando que só haveria um ministro no STF e que “o resto é bandido”. Os ataques se concentram em Alexandre de Moraes, caracterizado como “o mal” e “o vilão”. Nikolas Ferreira associa o ministro ao diretor da PF e afirma que foi a Moraes que Vorcaro pediu intervenção junto à corporação. Gilmar Mendes é acusado de incoerência por invocar o juiz natural e a imparcialidade ao questionar a relatoria de Fachin no processo de Moraes, depois de anos em que Moraes concentrou investigações no inquérito das fake news. Gilmar também é alvo de críticas de Claudio Dantas e de Nikolas Ferreira, que o chama de “traste”.
Retirada de ministros da votação gera acusações de parcialidade no STF
O ministro Kassio Nunes Marques se declarou impedido de votar, citando a presidência do TSE, e Dias Toffoli se declarou suspeito “por motivos pessoais”, o que gerou repercussão nas redes sociais. Perfis de direita tratam o afastamento de Kassio como covardia, com publicações que dizem que o ministro se acovardou ou o chamam de “Frakassio”. Esses perfis também veem o afastamento como sinal de que o resultado favorecerá Moraes. Perfis de esquerda associam o impedimento às mensagens vazadas do celular de Vorcaro sobre pagamentos ao filho do ministro e despesas pessoais, e afirmam que Kassio deixou o plenário abalado pelas revelações. A cobrança se estende a Luiz Fux, a partir de diálogos entre seu filho e Vorcaro publicados pelo Metrópoles. O cenário gera ironias sobre uma Corte em que quase ninguém teria condições de votar. Renan Santos critica o fato de ministros “no plural” se declararem impedidos em uma votação sobre corrupção e usa o episódio para rebater a pecha de radical, afirmando não querer cumprir “ordens ilegais” desses ministros.
Humor caracteriza espetáculo e descrédito da Corte
A narrativa atravessa os campos ideológicos e se expressa sobretudo pelo humor. Circulam comparações com episódio do Chaves, sugestões de vender naming rights da transmissão para uma casa de apostas, referências a um esquete do Porta dos Fundos e uma lista fictícia de ministros se declarando impedidos por vínculos com Vorcaro. Posts sobre audiência recorde e sobre supercomentários pagos por militantes reforçam a percepção de um julgamento transformado em espetáculo e de que a crise alcança a instituição inteira, independente do desfecho para Moraes.
Julgamento de Moraes vira munição na disputa eleitoral
Perfis de direita convertem a sessão em argumento eleitoral. Publicações afirmam que cada minuto do julgamento reforça a necessidade de eleger Flávio Bolsonaro e alertam que o cenário vai piorar se Lula for reeleito, associando o presidente a Dino e a Moraes. Há também quem apresente o julgamento como a possibilidade de tornar Moraes investigado, o que o deixaria a um passo da expulsão do STF e da prisão. Publicações ressaltam que Gilmar Mendes acusou Mendonça de agir com intuito eleitoral em relação à PF às vésperas do 7 de setembro. O pedido de Gilmar para “separar o STF das eleições” foi ironizado com a lembrança de declaração atribuída a Barroso em um congresso da UNE, em 2023, acompanhada de questionamentos sobre por que essa preocupação só surgiu quando a crise atingiu Moraes. Perfis de esquerda, por sua vez, comemoram o pedido de vista de Gilmar e afirmam que o plano da oposição de criar pânico eleitoral desmoronou.
Direita usa confronto no STF para convocar mobilização nas ruas
Os embates entre os ministros são apresentados por perfis da direita como confirmação das acusações de abuso e atuação política atribuídas ao STF. Allan dos Santos e Nikolas Ferreira reforçam os ataques à Corte durante a sessão. Em outra publicação, Nikolas avança para uma convocação direta, defendendo que, na próxima sessão, o país “pare” e que a população vá às ruas acompanhar o julgamento em telões. O chamado passa a circular entre outros perfis, como Saray, Cleide Bernardo e Iane Menezes, com pedidos para que a mobilização ocorra já na próxima sessão do STF.
Argumento de soberania de Dino é rebatido com apoio a novas sanções
A reação da direita à fala de Flávio Dino combina ironias ao argumento de soberania com expectativa de que ele e outros ministros do STF sejam atingidos por novas sanções americanas. Eduardo Bolsonaro responde diretamente ao ministro e reforça a possibilidade de novas punições, enquanto Leandro Ruschel trata a declaração como sinal de preocupação de Dino com a eventual aplicação das medidas. Eli Vieira e Elaine Faria também contestam a defesa da soberania feita pelo ministro, em publicações que apresentam as sanções como consequência da atuação dos integrantes da Corte.
Esquerda acusa pressão dos EUA sobre o STF e elogia reação de Dino
A fala de Flávio Dino é recebida com apoio por perfis da esquerda, que associam as possíveis sanções dos EUA a uma tentativa de interferência sobre o STF. A Mídia NINJA repercute a defesa da soberania feita pelo ministro, enquanto Marcelino elogia a decisão de levar o tema a julgamento e contrapõe a pressão americana à independência do país.
NOTA METODOLÓGICA
O especial usa duas extrações do Talkwalker de 15 de setembro de 2026. A primeira é uma coleta com as menções a Alexandre de Moraes, André Mendonça, Flávio Dino, Kássio Nunes Marques e Gilmar Mendes entre 8h e 12h55, em intervalos de cinco minutos, que soma 515.756 menções, com engajamento de 3,3 milhões informado pelo painel. A segunda é um arquivo de 20.000 publicações sobre o julgamento entre 10h e 12h59. Os eixos da Tabela 03 foram medidos por termos presentes no texto próprio de cada autor, desconsiderando o trecho citado, e admitem sobreposição. Os horários da Tabela 02 correspondem ao primeiro registro de cada fato na ferramenta e podem diferir do momento do ato. As datas do despacho de Fachin, da determinação de 9 de setembro e da entrega dos dados do celular foram conferidas em reportagens do Metrópoles e de O Tempo. As mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro e citadas em reportagens não tiveram autenticidade e contexto estabelecidos, não há culpa estabelecida contra nenhum dos citados, e a sessão não havia terminado quando a coleta foi encerrada. As leituras atribuídas a cada campo descrevem enquadramentos observados na base e não constituem posição do Instituto.
Expediente
Julgamento no STF (Manhã) | Pauta Quente DX
15 de setembro de 2026
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Como citar este relatório:Vasques, B.; Chiodi, A. Pecoraro, C.; Capone, L. Julgamento no STF. Instituto Democracia em Xeque, 2026.. Instituto Democracia em Xeque, 2026. Disponível em: <https://institutodx.org/publicacoes/julgamento-moraes-tarde/>
Equipe do relatório
Beto Vasques, Alexsander Chiodi, Caroline Pecoraro, Patricia Santos e Letícia Capone.
Projeto gráfico e diagramação: Moara Juliana

