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Publicação: Congresso inimigo do povo: a reação das redes à votação da Dosimetria

HIGHLIGHTS

  • Apesar do discurso da extrema-direita ser de que o PL da Dosimetria seria necessário para a pacificação nacional, o que se viu nas redes após a aprovação foi repúdio e indignação.
  • A aprovação do PL da Dosimetria reorganiza o debate digital e desloca a narrativa para a esquerda, que passa a pautar o enquadramento negativo do tema após 9/12. Assim, a distribuição do debate por plataforma mostra que a esquerda concentrou a maior parte das publicações no Instagram, TikTok e X, onde ultrapassou metade dos conteúdos e transformou essas redes nos principais espaços de crítica ao PL da Dosimetria entre os dias 9/12, 10/12 e nas primeiras horas do dia 11/12.
  • O enquadramento crítico ao PL da Dosimetria domina as principais plataformas entre 9 e 11/12, com a esquerda ultrapassando metade das publicações. O campo da esquerda concentra a maior parte das interações e transforma Instagram e X em polos de contestação ao PL da Dosimetria.
  • A narrativa que conecta a votação ao cálculo eleitoral envolvendo Flávio Bolsonaro e Tarcísio amplia o alcance político do tema, e a crítica à diferença de tratamento entre defensores da anistia e Glauber Braga reforça a leitura de assimetria interna na condução da pauta pela Câmara.
  • A narrativa progressista enquadrou o PL da Dosimetria como uma “anistia disfarçada” e um “ataque direto à democracia”, representando uma conciliação política com criminosos do 8 de janeiro e um “golpe continuado”.
  • A indignação foi impulsionada pela truculência da Polícia Legislativa contra o Deputado Glauber Braga e a imprensa, usando o episódio para reforçar a crítica de “Congresso Inimigo do Povo” estaria capturado por interesses que garantem impunidade a golpistas, além de reforçar a diferença de tratamento de Hugo Motta com a extrema-direita e com a esquerda.
  • O PL da Dosimetria é visto pela direita como etapa provisória de uma estratégia maior pela anistia, articulada com a construção da candidatura de Flávio Bolsonaro como instrumento de pressão política. A anistia é apresentada como objetivo final e ganha enquadramento moral e reparador, o que fortalece coesão discursiva no campo.
  • A direita tratou a anistia como um “dever moral” e a “solução definitiva” para encerrar abusos e reparar “inocentes perseguidos”, sendo o PL da Dosimetria apenas um “avanço tático” e insuficiente. A narrativa foi atrelada à ideia de que a suposta candidatura de Flávio Bolsonaro funcionava como uma alavanca política para pressionar o Congresso, com a anistia sendo o “preço” a ser pago para reorganizar o tabuleiro da direita e a corrida eleitoral de 2026.

SOCIAL LISTENING

RESUMO

Período analisado: 4/12/25 e 11/12/25

Fontes de informação: DX Data Lake e TalkWalker.

Termos de busca relacionados à votação do PL da Dosimetria

MENÇÕES AO TEMA | ESCUTA SOCIAL

O gráfico acima apresenta a quantidade de menções aos termos relacionados à votação da dosimetria nos últimos dias (de 4 até 08h do dia 11/12). Para avaliar os enquadramentos relacionados ao tema, separamos três eixos temáticos: o primeiro deles direcionado à mobilização de argumentos sobre anistia; o segundo sobre dosimetria; e o terceiro com a mobilização do termo Congresso inimigo do povo.

Nota-se que no dia 5/12 há aumento de menções a ‘Congresso inimigo do povo’, decorrente da iniciativa de Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal, que sinalizou que a polícia legislativa da casa estaria investigando a origem de uso do termo. Há, também, maior incidência de citações à anistia no dia 7/12, mobilizadas a partir de manifestações ocorridas no último domingo em defesa de Jair Bolsonaro. Até estas datas, no entanto, os termos não atingiam a marca de centenas de milhares de menções por dia, o que passa a ocorrer, com os três eixos temáticos, a partir de 9/12. É neste dia, quando o PL da Dosimetria é votado na Câmara dos Deputados, que há maior volume de menções.

Entre 19h e 20h do dia 9/12, os três eixos temáticos alcançam o pico por hora, batendo a marca de mais de 30 mil citações (Anistia com 45 mil; Dosimetria com 32 mil e ‘Congresso inimigo do Povo’ com 30 mil). O horário coincide com o momento em que o deputado Glauber Braga, cuja cassação seria votada naquele dia, foi retirado à força do plenário, mobilizando, nas redes sociais, forte apoio do campo progressista e indignação com a truculência da polícia legslativa com parlamentares e imprensa.

PRINCIPAIS HASHTAGS

A imagem acima apresenta quais hashtags foram mais movimentadas no debate público digital sobre a votação da dosimetria, entre os dias 4 e 10/12. Foram identificadas 101 hashtags, sendo a maior parte vinculada ao movimento de indignação com o Congresso Nacional. As seis hashtags com maior número de menções foram #ForaMotta (2.827); #ForaAlcolumbre (2.826); #GlauberFica (2.654); #ImpeachmentHugoMotta (1.245); e #CongressoInimigoDoPovo (1.243). Hugo Motta também se tornou alvo de publicações que mobilizaram as hashtags #HugoMottaInimigoDoPovo (218) e #HugoMottaRatoDoCongresso (213).

PRINCIPAIS INFLUENCIADORES DO DEBATE

Entre os perfis com maior alcance no debate, a maior parte é de políticos e influenciadores do campo progressista e veículos de mídia. Grande parte das publicações aborda o momento em que a polícia legislativa age com truculência contra parlamentares e imprensa, ao retirar o deputado Glauber Braga do plenário. Mídia Ninja veiculou imagens do momento, reforçando que a TV Câmara teria sido retirada do ar e a imprensa teria sido expulsa do local. Erika Hilton comparou a complacência de Hugo Motta “quando a turma da PEC DA BANDIDAGEM invadiu, à força, a Mesa Diretora da Câmara”, com a retirada, com violência, de Glauber Braga. Kriska Pimentinha repostou vídeo da jornalista Ana Flor, que estava ao vivo na Câmara dos Deputados, denunciando a truculência ocorrida no local. G1 e Jovem Pan News veicularam, respectivamente, imagens do discurso de Glauber Braga quando estava na cadeira do presidente da Câmara e a retirada do parlamentar à força. Na Globonews, houve repercussão sobre o pedido de desculpas que Hugo Motta teria feito à imprensa. O político teria dito à Natuza Nery que a ordem de expulsar jornalistas do plenário não teria partido dele.

Flávio Bolsonaro postou vídeo das manifestações agradecendo a participação e defendendo ‘anistia ampla, geral e irrestrita’. Por outro lado, Rogério Correia enfatizou: “Não existe INDULTO nem ANISTIA para crimes contra a democracia”. Lázaro Rosa publicou a lista de parlamentares que votaram de forma favorável ao PL da Dosimetria e mobilizou povo para as ruas.

DEBATE PÚBLICO DIGITAL: Dosimetria x Anistia

Comparação diária de Posts

O debate digital sobre o PL da Dosimetria mantém circulação moderada entre 4/12 e 8/12, com presença estável da direita e participação menor da esquerda, que reage de modo disperso nos primeiros dias. Esse equilíbrio se rompe na madrugada de 9 para 10 de dezembro, quando a aprovação do projeto na Câmara reorganiza o fluxo de postagens e desencadeia forte resposta crítica. No dia 9, a esquerda já amplia sua presença e supera a direita pela primeira vez na série, e no dia 10 essa diferença se torna ainda maior, com quase mil publicações de perfis progressistas, impulsionadas por indignação com a redução de penas e pelo entendimento de que o Legislativo atuou para favorecer condenados por tentativa de golpe em resposta às declarações de Flávio Bolsonaro sobre a suposta retirada de sua candidatura presidencial ‘ter um preço’. A direita repercutiu o assunto, mas não acompanha o ritmo de expansão da esquerda, enquanto a imprensa aumenta cobertura entre 9/12 e 10/12, refletindo a centralidade institucional do episódio. O debate público digital sobre o assunto apresenta forte predominância de enquadramento negativo, guiado pelo campo progressista após a votação.

Proporção do debate público por posts por campo político entre 09/12 e 11/12

A distribuição do debate por plataforma mostra que a esquerda concentrou a maior parte das publicações no Instagram, TikTok e X, onde ultrapassou metade dos conteúdos e transformou essas redes nos principais espaços de crítica ao PL da Dosimetria entre os dias 9/12, 10/12 e nas primeiras horas do dia 11/12. A direita manteve presença em todas as plataformas, porém em patamar muito menor. Sua participação se destaca no YouTube, rede com consagrada hegemonia do campo, em que circulou o enquadramento de “pacificação”. A imprensa manteve presença relevante no Instagram e no X, ainda que minoritária. O bloco “outros” permaneceu estável e pouco expressivo. O conjunto revela que a crítica ao projeto ganhou força nas redes, enquanto a defesa e a interpretação positiva se concentraram em espaços tradicionalmente ocupados pelo campo conservador.

Interações por campo político

PlataformaOutrosDireitaEsquerdaImprensa
Instagram1.749.80612.082.52220.929.5457.040.484
Tiktok38.5831.810.8331.888.262877.561
Twitter3.419.6802.231.9498.569.6251.384.796
YouTube209.3515.570.7991.626.500

As interações apontam forte assimetria entre plataformas e campos políticos, com a esquerda ocupando posições de destaque. No Instagram, ela concentra o maior volume absoluto, superando vinte milhões de engajamentos, impulsionada pela reação negativa ao PL da Dosimetria, enquanto a direita mantém presença elevada e a imprensa aparece com circulação relevante. No TikTok, a disputa fica mais equilibrada entre esquerda e direita, embora ambas somem volumes menores em comparação às redes tradicionais; a imprensa registra alcance moderado nesse ambiente. No X, a esquerda novamente lidera e transforma a plataforma em espaço de crítica política e mobilização discursiva, seguida por direita, imprensa e um bloco amplo de perfis de opinião. O debate ganhou potência onde a contestação progressista é mais ativa, sendo que a maioria dos posts e das interações foram de repúdio e indignação ao PL da Dosimetria.

NARRATIVAS MOBILIZADAS

Principais destaques da Esquerda no debate

’ANISTIA DISFARÇADA’ COMO ATAQUE DIRETO À DEMOCRACIA: Uma série de publicações com alcance e engajamento vinculou a votação da redução de penas à continuação do golpe de 8 de janeiro, ou um novo golpe. Postagens de Erika Hilton, Lindbergh Farias, Túlio Gadêlha e Rogério Correia tratam o projeto como conciliação com criminosos, gesto de absolvição política e afronta ao Estado Democrático de Direito, que reabre a disputa sobre memória e responsabilização pelos atos de 8 de janeiro. Jandira Feghali, Pedro Rousseff e Zé Dirceu realizaram publicações na mesma toada, assim como perfis diversos, como Kriska Carvalho e outros (1; 2)

DOSIMETRIA É PAGAMENTO PARA TER TARCÍSIO COMO CANDIDATO: Houve publicações que relacionam a votação da dosimetria ao movimento da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, sugerindo que o resultado teria funcionado como uma espécie de contrapartida do Centrão em troca do apoio futuro da família Bolsonaro a Tarcísio. Essa narrativa foi mobilizada por contas diversas, como o Fiscal do Ibama e Vinicios Bertiol, mas também por figuras relacionadas ao governo, como Guilherme Boulos

DIFERENÇA DE TRATAMENTO ENTRE DEFENSORES DA ANISTIA E GLAUBER BRAGA: Outro conjunto de publicações fez referência explícita à diferença de tratamento do presidente da Câmara Hugo Motta em relação a Glauber Braga e àqueles que ocuparam a mesa diretora na expectivativa de votar a anistia. Erika Hilton e Samia Bomfim foram as principais mobilizadoras da narrativa, que contou com a participação de alguns perfis com volume considerável de seguidores, como Lázaro Rosa e Guga Noblat

CONGRESSO INIMIGO DO POVO E DENÚNCIA DE CAPTURA POLÍTICA: A expressão “Congresso Inimigo do Povo” vira síntese da crise de legitimidade. Conteúdos de Pedro Rousseff, Pragmatismo Político, Rick Azevedo e MTST descrevem um parlamento capturado por interesses próprios, que age em acordo com Centrão, extrema direita e setores empresariais para garantir impunidade a golpistas, ao mesmo tempo em que bloqueia pautas sociais.

MOBILIZAÇÃO POPULAR COMO RESPOSTA: Diante do avanço do PL, a esquerda conclama atos de rua, abaixo-assinados e campanhas digitais “Sem Anistia”. Chamados de Henrique Vieira, Guilherme Boulos, Rafael Gonzaga e de perfis partidários apresentam a mobilização social como único freio capaz de impedir a consolidação do “golpe continuado” e pressionar Senado, STF e governo a barrar a mudança de penas.

DIREITOS HUMANOS E HIPOCRISIA CONSERVADORA: Parte da esquerda explora a inversão retórica de setores conservadores que sempre atacaram “direitos humanos” e agora pedem garantias legais para golpistas. Textos de Lilia Schwarcz e William De Lucca contrapõem o histórico de defesa de frases como “bandido bom é bandido morto” com a súbita defesa de anistia e tratamento digno para Bolsonaro e aliados, usando essa contradição para reforçar uma crítica à seletividade moral e jurídica da direita radical.

**CONGRESSO A FAVOR DE BANDIDOS.:**Algumas publicações, cuja principal fora a mobilizada por Tabata Amaral, destacam que a aprovação do PL da Dosimetria não afetará apenas os casos relacionados ao 8 de janeiro. Segundo essa crítica, o texto também reduzirá penas para outros crimes que não envolvam violência contra pessoas ou patrimônio, incluindo delitos ambientais, atos de corrupção e organização criminosa, abrangendo inclusive crimes futuros. Nesse sentido, outros perfis acompanharam em toada semelhante, com narrativas de que o Congresso faz um movimento de defesa de criminosos, como Thiago dos Reis, Vinicios Bertiol, Jonas Di Andrade e Jeff Nascimento

Principais destaques da Direita no debate

ANISTIA COMO DEVER MORAL, JUSTIÇA E REPARAÇÃO: A narrativa dominante trata a anistia ampla, geral e irrestrita como missão nacional, apresentada como demanda do povo e gesto de reparação a “inocentes perseguidos”. Flávio Bolsonaro afirma que “a voz das ruas é clara”. Chris Tonietto reforça que ninguém descansará “até o último preso político ser solto”. A dosimetria aparece como passo insuficiente, um alívio parcial, enquanto a anistia é descrita como solução definitiva para encerrar abusos e restaurar justiça.

DOSIMETRIA COMO AVANÇO TÁTICO, MAS INSUFICIENTE PARA PACIFICAR O PAÍS: A direita descreve a dosimetria como passo intermediário, resultado possível de um Congresso pressionado pelo STF. Marcel van Hattem chama a aprovação de “importante passo”, mas reafirma que a luta segue pela anistia. Carlos Jordy avalia que a redução das penas não resolve o problema, e Dr. Frederico sustenta que a vitória só será completa com reparação integral dos “perseguidos”.

CANDIDATURA DE FLÁVIO É FUNDAMENTAL PARA DESTRAVAR A ANISTIA: Com a suposta entrada de Flávio na disputa presidencial, a direita constrói uma narrativa em que sua candidatura funciona como alavanca política para pressionar o Congresso. Vídeos como os de Nikolas Ferreira e Mauro Fagundes sugerem que o anúncio “mexeu com o tabuleiro” e que Flávio teria condições de unificar a direita em torno da pauta da anistia. Luiz Emanuel Zouain apresenta a indicação como “xeque” contra o Centrão, enquanto Carlos Jordy critica “a direita que prefere o centro” e reforça que Flávio e Jair estão certos ao priorizar a pauta.

Principais enquadramentos da Imprensa no debate

GLAUBER BRAGA É RETIRADO À FORÇA: Matérias de g1, CNN Brasil, GloboNews e Jornal O Globo narram a ocupação da cadeira da presidência por Glauber Braga e sua retirada à força com críticas à condução de Hugo Motta e ao uso da polícia legislativa, comparando com o tratamento diferenciado que o presidente ofereceu no motim realizado por deputados da extrema-direita em agosto deste ano.

VIOLÊNCIA CONTRA A IMPRENSA NA CÂMARA: A retirada de jornalistas do plenário, o corte do sinal da TV Câmara e as agressões relatadas por repórteres são enquadrados por g1, BBC Brasil, Portal R7 e Jornal Nacional como ataque à transparência legislativa e à liberdade de imprensa, com notas de entidades de mídia e editoriais que tratam o episódio como violação de padrões democráticos.

FLÁVIO BOLSONARO E A ANISTIA COMO MOEDA DE TROCA: Coberturas do g1 e de GloboNews descrevem a pré-candidatura de Flávio como instrumento de pressão sobre o Centrão, com a anistia aos condenados pelo 8 de janeiro colocada como “preço” para recuo eleitoral. A família Bolsonaro aparece como núcleo que usa ameaça de candidatura para tentar condicionar o campo de centro e direita à libertação do ex-presidente.

PL DA DOSIMETRIA COMO SUBSTITUTO DA ANISTIA: Veículos como Jornal Nacional e BBC Brasil apresentam o PL da Dosimetria como solução construída no Congresso para reduzir penas de condenados pelo 8 de janeiro, incluindo Bolsonaro, no lugar da anistia direta. As reportagens enfatizam cálculos de pena, dúvidas jurídicas e a ideia de “meio-termo” entre pressão bolsonarista, resistência do STF e custo político para o governo.

REORGANIZAÇÃO DA DIREITA E INCERTEZAS SOBRE 2026: Coberturas da CNN Política e de g1 apontam para um campo conservador fragmentado, em que a tentativa de Flávio Bolsonaro de se afirmar como candidato expõe rachas internos, resistência de partidos de direita e disputa com nomes como Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. A imprensa projeta a dosimetria e a pauta da anistia como peças no redesenho da direita para 2026.

Diretores Participantes:

Direção de Projetos
Direção de Relações Institucionais
Direção de Tecnologia e Estudos Temáticos

Pesquisadores Participantes:

Doutor e mestre em Linguística (UFF), bacharel em Letras (UFRGS)
Doutorando em Comunicação (PUC-Rio), mestre em História das Ciências, bacharel em Ciências Sociais
Coordenação de Arte e Comunicação
Doutora em Ciência Política (UFMG), mestre em Ciência Política (UFPE)

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